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SEO

Como otimizar o site da sua Startup para ficar bem posicionado no Google: 4 dicas fáceis!

Hoje, quase todas as Startup tem como um dos seus principais objetivos a visibilidade da sua marca na internet. Com mais de 4 bilhões de pessoas no planeta agora conectadas a internet, uma grande parte dessa visibilidade está online – em mídias sociais, publicações digitais e caixas de entrada de e-mail.

No entanto, a pesquisa orgânica é o maior impulsionador do tráfego do website, com 35% de todas as visitas provenientes do Google e de outros mecanismos de pesquisa. Dessa forma, como otimizar o site da sua Startup para os mecanismo de pesquisa e não ficar de fora de tudo isso?

O Google é o líder de mercado no segmento de mecanismos de pesquisa, com mais de 90% de participação no mercado global. Nesse cenário, a otimização para mecanismos de busca são alguns dos maiores desafios para novas Startups sem uma presença significativa da marca no mercado.

Não há necessidade de desanimar, porém, se você é uma startup novata precisa correr atrás do posicionamento do seu negócio no maior mecanismo de busca do mundo. Assim, no decorrer deste artigo você vai entender como otimizar o site da sua Startup da melhor forma para que ele fique bem posicionado no Google. Se você realmente está interessado nisso, leia até o final!

4 dicas de como otimizar o site da sua Startup

Confira a seguir algumas dicas importantes de como otimizar o site da sua Startup.  Elas servem para que você possa melhorar sua posição no Google.

1. Abordar o SEO como estratégia, não como uma tática simplista

Muitos donos de Startups ainda cometem o erro de supor que o SEO seja um desdobramento do desenvolvimento web. Mas, você deve entender que o SEO é uma parte inseparável e contínua do marketing. É muito mais do que adicionar títulos e meta descrições às suas páginas do site. Ou até mesmo contratar um redator para postar artigos no seu blog duas vezes por semana.

Se você acha que pode comprar um “pacote mensal de SEO” e chegar ao topo do Google em algumas semanas, fique sabendo desde já que não é bem assim. Para saber como otimizar o site da sua Startup, a primeira dica é abordar o SEO como uma estratégia de marketing. O ideal é que você busque contratar uma boa agência de marketing para realizar esse serviço com profissionalismo.

2. Saiba o que seu público quer

Antes de criar um site, você precisa identificar e entender seu público-alvo. Bem, para ser honesto, você precisa fazer isso antes mesmo de aperfeiçoar seu produto ou serviço. Isso ocorre porque 71% dos consumidores descobrem novos produtos e serviços por meio de um mecanismo de pesquisa. Dessa maneira, a pesquisa influencia 75% de todas as compras, de acordo com um estudo da Forrester.

Assim, o tráfego proveniente dos mecanismos de pesquisa – ou de qualquer fonte online, por exemplo – nos fornece insights profundos sobre exatamente onde seus visitantes estão ao longo da jornada do cliente. Para entender os objetivos de seus visitantes, seja pesquisa, comparação ou compra, é necessário diferenciar entre pesquisas de marca e sem marca, bem como intenção informacional, de navegação ou de compra.

É aí que entra a pesquisa de palavras-chave. A pesquisa adequada de palavras-chave ajudará você a criar um conteúdo que seu público realmente consuma. Em um contexto específico de SEO, a intenção do cliente se traduz em termos e métricas como:

  • Termos principais (perguntas gerais, uma ou duas palavras) e palavras-chave de cauda longa (perguntas e frases mais longas que indicam intenção específica);
  • Volume de pesquisa mensal;
  • Volume de cliques (a quantidade de cliques que cada pesquisa gera);
  • Dificuldade de palavra-chave (como é difícil classificar a palavra-chave).

3. Faça o Google adorar seu website

Embora o algoritmo do Google seja propenso a “confiar” em marcas estabelecidas, dada a sua presença mais ampla, o “Googlebot” faz jus à sua natureza. Ele da a cada site uma igual oportunidade (ou desdém) quando se trata de rastrear e indexar páginas da web. Como as Startups geralmente não têm o orçamento para uma equipe SEO completa, elas tendem a ficarem perdidas em alguns pontos quando se trata de otimização do site.

Veja algumas dicas de como otimizar o site da sua Startup:

  • Comece com uma boa informação e estrutura de navegação. Seu site deve ser organizado de tal maneira que os visitantes (e bots do Google) possam encontrar qualquer coisa que procurem em três cliques ou menos. Dessa maneira, esta deve ser a sua regra geral.
  • Verifique se suas URLs estão organizadas em uma hierarquia clara, o mais curta possível e relevante. Elas devem estar em letras minúsculas e não conter caracteres especiais.
  • A velocidade de carregamento da página é um dos fatores de classificação reconhecidos do Google. Aumentar sua velocidade também proporciona uma melhor experiência ao usuário, então isso é algo que você deve fazer independentemente do SEO.
  • A criação de site responsivo também é importante. Portanto, um site que seja capaz de se ajustar a diferentes tipos e tamanhos de dispositivos é fundamental nesse momento.

Ainda existem muitos outros fatores técnicos que você precisa manter atualizados. Eles servem para garantir que o Google esteja rastreando e indexando seu site em um nível ideal.

4. Olhe além dos links

O Google começou colocando os links como sua principal métrica para medir a autoridade de um site. Assim, por muitos anos, os links costumavam ser o sinal principal que influenciava as classificações do site.

Isso não é mais o caso. Acompanhando a natureza mutável da Internet, o Google está se afastando dos links e incorporando vários sinais do mundo real. Bons exemplos são conteúdos de alta qualidade, menções nas redes sociais, engajamento e pesquisas de marca em seu algoritmo de busca.

Portanto, é essencial que você não baseie sua estratégia de SEO apenas na aquisição de links. Em vez disso, concentre-se em criar conversas mais amplas em torno de sua marca. Faça com que as pessoas sigam e se envolvam com você nas principais plataformas de mídia social. Incentive-as a deixar avaliações e classificações para seus produtos no Google, Facebook e outros sites.

Conclusão

O SEO é como uma esteira que nunca para. Essa é uma realidade que todas as startups e pequenas empresas terão que enfrentar. Você precisará inevitavelmente criar conteúdo e continuar perseguindo o algoritmo do Google para se manter atualizado.

A automação e as ferramentas facilitam a obtenção do básico, mas por outro lado servem para intensificar a concorrência. Em última análise, cabe a você tomar decisões sábias (de acordo com seus objetivos de negócios) no momento certo.

Mas, agora você já sabe algumas das principais dicas de como otimizar o site da sua Startup. Então, é normal que esse processo fique um pouco mais simples!

Remarketing
Marketing Digital

Entenda o que é Remarketing e qual a importância para conversões no Marketing Digital

O Remarketing é uma estratégia de marketing digital que permite que seus anúncios do Google Ads apareçam mais de uma vez para usuários que já demonstraram interesse em seu site.

Nós podemos apostar que você já deve ter ouvido falar a respeito de inúmeras estratégias de Marketing Digital. Afinal, são tantas que provavelmente você nem se recorda de mais de metade delas e muito menos de seus conceitos. Mas, não fique preocupado!

Neste artigo, nós vamos abordar uma das estratégias que mais causa confusão por aí — e que é ao mesmo tempo extremamente eficaz para melhorar os resultados em vendas. Trata-se do Remarketing.

Vamos falar sobre o que é essa estratégia, suas vantagens, como ela é desenvolvida dentro do Inbound Marketing, e como ela se diferencia do Retargeting.

O que é Remarketing?

Remarketing significa fazer marketing novamente para a mesma pessoa. A intenção é gerar impacto mais de uma vez, sobre alguém que já demonstrou interesse no produto.

Na prática, essa estratégia é aplicada por meio de campanhas de email responsáveis por reativar os clientes da sua base, incentivando-os a tomarem alguma ação.

O Remarketing pode ser usado em diferentes situações, desde um email para relembrar sobre os itens que foram colocados (e esquecidos) no carrinho de compra até um aviso de alguma promoção no site que possa interessar essa pessoa em especial.

Quais são as vantagens do Remarketing?

O Remarketing tem o objetivo de aumentar as conversões. Ele faz isso partindo de um pressuposto simples: raramente o consumidor faz a compra logo na primeira pesquisa.

Segundo dados coletados pelo Google Adwords, apenas 3% dos visitantes de um e-commerce fazem essa conversão imediata. Esse número pode ser ainda menor quando falamos de vendas complexas, como aquelas que exigem a solicitação de um orçamento.

E qual o papel do Remarketing nisso tudo? Ele permite que o seu consumidor tenha um contato mais íntimo com a marca através de mensagens personalizadas em seu inbox.

Dessa forma, o visitante vai relembrar da sua oferta, vai continuar ponderando a compra e vai ser cada vez mais “convencido” de que vale a pena fechar o negócio.

Você pode pensar nessa estratégia como uma versão do follow up voltada para o mundo do marketing digital.

Ainda não consegue visualizar os benefícios dessa estratégia? Então confira alguns dados que selecionamos do relatório de personalização de Marketing da AgilOne:

  • 58% das pessoas gostam de receber emails notificando que os produtos que elas visitaram no site entraram em liquidação;
  • 51% afirmaram gostar de emails personalizados e de tratamento VIP;
  • 41% dos adultos entre 25 e 34 anos apreciam os emails sobre abandono de carrinho de compra.

Além disso, um estudo do MIT, as chances de reengajar com um lead caem em 10% se o follow up for feito mais de uma hora após a primeira interação no site.

Como fazer uma campanha de Remarketing?

Para colocar a sua estratégia de Remarketing em andamento, é preciso primeiramente que seja criado um planejamento, para facilitar o mapeamento das leads que se encontram nos diferentes estágios do processo de compra: conscientização, consideração, compra ou fidelização.

Para isso, o Remarketing utiliza o sistema de listas. Ele é bem semelhante à segmentação do e-mail marketing.

As listas dividem os visitantes do seu site conforme o tipo de ação tomada.

Por exemplo, o email para quem somente pesquisou um produto será diferente do utilizado para quem visualizou o preço, ou inseriu o item no carrinho e abandonou, ou quem efetivamente concluiu a compra.

Aqui vão alguns exemplos de listas relevantes que você pode criar.

  • Quem comprou mais de R$50 ou R$100 ou R$1000;
  • Quem se inscreveu no seu blog;
  • Quem respondeu a uma pesquisa;
  • Quem fez o download de um e-book;

Partindo disso, podem ser criados templates com o conteúdo dos emails para cada um desses grupos.

Sugerimos também que sejam utilizadas ferramentas de automação de email marketing, para auxiliar ajudar a escalar esse processo, além de centralizar as informações obtidas com esse método.

Como integrar Remarketing e Inbound marketing?

Você pode combinar o Remarketing com o inbound marketing para criar uma estratégia de marketing digital muito poderosa. Basicamente, ao invés de se limitar ao envio emails pontuais você poderá também promover conteúdos.

Ao fazer isso, você incentiva seus visitantes a se tornarem assíduos. Essa é uma forma diferente de abordar um dos maiores problemas do inbound marketing: a grande quantidade de visitantes que não retornam para consumir mais conteúdo.

Ou seja, o disparo de emails pode ser combinado com as técnicas de landing page para capturar mais a sua audiência e gerar leads.

Perceba que o uso do Remarketing sozinho foca em acelerar a decisão de compra. Enquanto a combinação dessas estratégias possibilita a criação de mais oportunidades para que o consumidor entre e avance no seu funil de vendas.

E, como já abordamos em outros artigos, esse é um método que possui muitas vantagens. Afinal, você constrói o relacionamento antes mesmo de vender.

Remaketing x Retargeting

Se você chegou até aqui, ainda deve estar se perguntando: se Remarketing tem a ver com os emails que recebo, o que então são esses anúncios que me perseguem pela web?

Bem, esses anúncios estão relacionados a outra estratégia, o Retargeting. Apesar do Remarketing e do Retargeting possuírem nomes parecidos e um objetivo em comum — reengajar visitantes — na prática eles são bem diferentes.

Mas antes de entrarmos em detalhe sobre como de fato o retargeting funciona e como ele se diferencia do tema desse post, nada mais justo que explicar o porquê ocorrem tantas confusões com ambos os termos.

Além de uma questão de sonoridade próxima, O Google tem uma ferramenta própria para retargeting, que é conhecida como Remarketing. Por isso, muitas das vezes os termos são usados como sinônimos.

Parece no mínimo estranho, não é mesmo? Mas apesar do posicionamento do buscador, há um consenso entre especialistas que essas são estratégias bem diferentes entre si.

O que é Retargeting?

O Retargeting é focado na conversão de pessoas já interessadas nas ofertas da sua loja virtual, por exemplo, por meio do uso de anúncios pagos inseridos em locais estratégicos das páginas online.

A palavra Targeting vem do inglês e significa apontar ou mirar. “Retargeting”, portanto, significa mirar de novo no consumidor – porque você direciona a ação para um alvo, ou seja, aquele consumidor, que não comprou da primeira vez.

Quais são as vantagens do Retargeting?

Talvez você esteja achando que o Retargeting é muito similar a uma campanha de ads. Pois então, será que vale a pena investir nessa ação? A resposta é sim. Ela tem vários benefícios em relação a uma campanha comum.

  • O Retargeting é ainda mais focado do que uma campanha de ads.

Ele direciona os anúncios apenas para quem entrou no seu site. Ou seja, um perfil de usuário com elevado potencial de compra. É exatamente por isso que a taxa de conversão do Retargeting tende a ser maior do que a taxa das campanhas de anúncios em geral.

  • Com o Retargeting, a frequência de exibição dos anúncios é muito maior.

Assim, o consumidor que já demonstrou interesse por seu produto uma vez não vai se esquecer da sua oferta. O anúncio aparece várias vezes por dia.

  • No caso de visitantes que abandonaram o carrinho, o retargeting, assim como o Remarketing, pode ser o empurrão que faltava.

Ele ajuda a eliminar a indecisão na finalização da compra. Considere criar anúncios oferecendo frete grátis ou desconto, para os visitantes que estiverem na lista de “carrinho abandonado”.

Bônus: como fazer retargeting?

O retargeting pode parecer uma estratégia muito simples. No entanto, não basta exibir anúncios continuamente para os visitantes do seu site, esperando que eles sejam vencidos pelo cansaço.

Na verdade, se não houver planejamento o seu Retargeting perde o valor. Ele deixa de ser relevante, a taxa de cliques cai, e até a sua posição nas exibições e custo dos anúncios serão prejudicados. Essa é a mesma lógica de uma campanha de ads regular.

Assim como no caso do Remarketing, será necessária a criação de um planejamento. Nesse caso, além das segmentações por meio de contatos, poderão ser feitas também de visitantes, como:

  • Quem visitou seu site (o problema dessa lista é ser muito genérica);
  • Quem visitou mais de cinco páginas do seu site;
  • Quem visitou uma categoria de produtos ou um produto específico do seu site);
  • Quem deixou um comentário no seu conteúdo;
  • Quem clicou no link do seu perfil nas redes sociais.

Depois de criar esse planejamento, é a hora de aplicar a estratégia. Não vamos entrar em muitos detalhes técnicos, mas aqui vai uma explicação simplificada.

O Retargeting funciona através de cookies. Você provavelmente já notou que muitos sites informam aos visitantes sobre a política de privacidade e solicitam a permissão do usuário para coletar cookies.

Estes cookies são uma espécie de “sinalizador”. Eles ficam armazenados no computador do visitante do seu site, vinculados a uma tag inserida no código do seu site. Quando o visitante acessar outros sites, o Google vai identificar o cookie e exibir os anúncios que você determinou ao criar a campanha.

Vale a pena lembrar que o período de Retargeting é, normalmente, de 30 dias. Depois desse prazo, os cookies são apagados e o visitante não vai mais visualizar seus anúncios.

No entanto, você pode mudar o período. Essa configuração precisa estar alinhada com a sua estratégia.

Por exemplo, suponha que você quer criar uma campanha de Retargeting para quem se inscreveu para testar o seu produto grátis por 30 dias. Nesse caso, vale a pena criar uma campanha de 35 dias – já que alguns usuários podem decidir comprar o produto depois que o prazo de teste acabar.

Como fazer retargeting no com Google Ads?

Agora, vamos responder a duas perguntas interessantes. Como o Google promove o Retargeting em outros sites? E, por que um portal de receitas pode exibir propagandas de um site de eletrodomésticos?

Como muitos sabem, o Google é o maior motor de buscas da internet. Por isso, ele pode exibir anúncios em sua própria página de pesquisa – e isso já vai gerar muitos resultados. É o que chamamos de rede de pesquisa.

Porém, o Google também tem vínculo com milhares de sites do mundo todo, que participam do seu programa de afiliados. Esses sites cedem espaço para que sejam colocados os anúncios – em troca, recebem um valor por cada clique. Isso é o que chamamos de rede de display.

Vale a pena destacar que o Google procura posicionar os anúncios em sites que tenham um tema relacionado. É por isso que um site de moda vai exibir anúncios de roupas ou sapatos.

Essa regra vale mais para as campanhas de ads comuns. É uma forma de garantir que o usuário que visualiza o anúncio tem realmente interesse nele, o que aumenta as chances de conversão.

No caso do Retargeting, essa regra vale menos, pois o alvo já é um usuário específico que demonstrou interesse naquele produto.

Na prática, os anúncios da rede de display têm uma vantagem para uma estratégia de marketing. Eles são mais elaborados visualmente, permitindo a criação de banners com diferentes formatos e tamanhos, bem como o uso de imagens e efeitos.

Enquanto isso, o Retargeting na rede de pesquisa tem a vantagem de que o usuário está pesquisando sobre o tema quando o anúncio é exibido. Ou seja, sua pré-disposição a clicar é maior.

Dica: também é possível fazer Retargeting pelo Facebook, por meio de anúncios focados em um público personalizado, o qual é baseado no histórico de tráfego do seu site.

Nesse artigo, você entendeu melhor o que é Remarketing, a diferença entre Retargeting, as técnicas e os benefícios de cada uma dessas estratégias.

MailChimp
Tutoriais

MailChimp: o guia completo para usar essa ferramenta em sua estratégia de email marketing

Como falamos no nosso ultimo artigo o Mailchimp é uma das ferramentas de e-mail marketing mais usadas no mundo. Não é por acaso: ele é bastante simples e tem um ótimo custo-benefício! Mas hoje essa plataforma vai muito além do envio de e-mails. Então, saiba agora o que é Mailchimp e como usar suas principais funcionalidades.

Você já buscou por uma ferramenta de e-mail marketing eficiente, fácil de usar e com bom custo-benefício? Então, você já deve ter se deparado com o Mailchimp!

Essa é uma das plataformas mais populares do mercado. Na pesquisa Tech Trends 2018, por exemplo, o Mailchimp aparece como a ferramenta de e-mail marketing mais adotada pelas agências do Brasil, com 48,5% de share entre 428 entrevistadas.

A popularidade não é à toa. Quem já experimentou as suas funcionalidades sabe como uma estratégia de e-mail marketing, que num primeiro momento pode parecer um bicho de sete cabeças, fica muito mais simples usando a plataforma.

Agora, se você ainda não conhece o Mailchimp, e quer entender melhor como funciona, não se preocupe: neste artigo, vamos mostrar como usar essa ferramenta e as suas vantagens (e algumas desvantagens). Você vai ver como ela pode ser útil para o seu negócio!

O que é o Mailchimp?

O Mailchimp nasceu e é conhecido até hoje como uma ferramenta de e-mail marketing. Suas funcionalidades permitem configurar layouts de e-mails, segmentar listas de contatos, automatizar disparos e integrar com outros serviços.

A ferramenta foi criada em Atlanta (EUA), em 2001, dentro de uma agência de web design. Foi pensada para ser uma alternativa aos softwares caros e complexos de envio de e-mail que existiam até então.

E foi assim, com uma proposta simples, barata e voltada para os pequenos negócios, que a plataforma cresceu, virou independente em 2007 e se consolidou no mercado.

Hoje, porém, ela já não é mais apenas uma ferramenta de e-mail marketing. A partir de 2017, o Mailchimp passou a agregar outros canais, como Instagram, Facebook, Google Ads, páginas de captura e muito mais.

Agora ele se define como uma “All-In-One Marketing Platform for Growing Business”. Ou seja, uma plataforma de marketing completa para negócios em crescimento.

Mas, apesar de ter foco em pequenos negócios, nada impede que empresas maiores tirem proveito do Mailchimp, ok? A ferramenta vale a pena para todo tipo de empresa.

Para que serve a ferramenta?

Embora tenha ampliado os serviços que oferece, quando se fala em Mailchimp, pensa-se logo em e-mail marketing. É inevitável!

A plataforma serve para configurar campanhas de e-mail de uma maneira simples e criativa. Mas ela também serve para criar outros tipos de campanhas de marketing, como landing pages, publicações nas redes sociais e anúncios pagos, além de gerenciar o relacionamento com os clientes com recursos completos de CRM.

O interessante é que, como estão dentro da mesma plataforma, esses serviços podem ser integrados. Assim, eles facilitam a gestão de marketing e melhoram a visualização dos resultados, que revelam o desempenho do marketing de maneira integral.

O Mailchimp tem o propósito de ajudar os pequenos negócios a crescerem. E essa integração do marketing em uma só plataforma é essencial nesse projeto, já que facilita o dia a dia e economiza tempo e dinheiro.

Quais as suas principais funcionalidades?

A guinada de uma ferramenta de e-mail para uma plataforma completa de marketing agregou muitas funcionalidades ao Mailchimp. Hoje, você encontra todos os recursos que precisa para criar uma campanha completa de marketing.

Confira agora quais são os principais recursos (que podem ou não estar disponíveis, conforme o plano escolhido):

  • Ferramenta de CRM;
  • Segmentação de listas de contato;
  • Criação de listas de públicos semelhantes (lookalike);
  • Personalização de e-mails;
  • Automação de envios de e-mail marketing;
  • Testes A/B para e-mail marketing;
  • Criação de formulários de cadastro;
  • Criação de landing pages;
  • Criação de publicações em redes sociais e anúncios na web;
  • Mais de 100 templates para e-mails e landing pages;
  • Editor de imagens para campanhas de marketing;
  • Integração com outras plataformas de marketing e gestão;
  • Relatórios de desempenho;
  • Dicas e insights de otimização das campanhas.

Quanto custa um plano do Mailchimp?

O foco em pequenos negócios transparece nos planos do Mailchimp: existem opções gratuitas e pagas com ótimo custo-benefício. O preço varia conforme o limite de contatos, de envios por mês e as funcionalidades disponíveis.

Esses são os planos atuais da ferramenta, lançados em maio de 2019:

  • Gratuito;
  • Essentials (a partir de U$ 9,99/mês);
  • Standard (a partir de U$ 14,99/mês);
  • Premium (a partir de U$ 299/mês).

No plano gratuito, ideal para iniciantes, você pode ter até 2000 contatos e enviar até 10.000 e-mails por mês (com limite de 2.000 por dia).

Além disso, você tem acesso aos templates e relatórios básicos e pode automatizar e-mails avulsos de boas-vindas, abandono de carrinho, transações, entre outros.

Já nos planos pagos, o preço vai aumentando à medida que o número de contatos e de envios cresce. As funcionalidades também se tornam mais robustas.

No plano Essentials, por exemplo, você já pode fazer testes A/B e desfrutar de todos os templates.

No plano Standard, recomendado pela plataforma, é possível automatizar séries de envios, criar anúncios de remarketing e customizar templates. Dá para encontrar um bom pacote conforme as necessidades de cada negócio.

Principais vantagens do Mailchimp

O simpático mascote já entrega uma das vantagens do Mailchimp: a ferramenta é muito amigável, intuitiva e fácil de mexer — mesmo por quem não entende nada de design ou programação.

Outra grande vantagem é oferecer um plano gratuito com boas funcionalidades, que permitem explorar a ferramenta para fazer o negócio crescer ― e, só depois, adquirir uma versão paga.

E mesmo as opções pagas têm um custo-benefício excelente.

Em geral, elas oferecem recursos que só estão disponíveis em planos mais caros em ferramentas concorrentes. Além disso, a taxa de entregabilidade também é bastante satisfatória ― a ferramenta promete 96 a 99% de entrega.

Desvantagens do Mailchimp

Nada é perfeito, e não seria assim também com o Mailchimp. Embora seja uma boa solução para todo tipo de negócio, a plataforma tem as suas limitações.

Uma delas é que a ferramenta é toda em inglês. Para quem não tem conhecimento na língua, é preciso se virar com o Google Translate, mas é provável que isso seja um empecilho no dia a dia.

Outra desvantagem é que o suporte (além de também ser em inglês) só está disponível nos planos pagos. Na opção gratuita, o contratante só tem acesso aos guias e tutoriais e recebe um suporte apenas nos primeiros 30 dias depois do cadastro.

Como usar o Mailchimp

Então, vamos explorar agora as principais funcionalidades do Mailchimp para você entender como ele funciona.

Acompanhe, a seguir, o tutorial.

Criando uma conta no Mailchimp

O primeiro passo para usar o Mailchimp é criar uma conta. Depois de informar os dados e fazer a verificação, você deve escolher o plano e, caso escolha uma opção paga, informar os dados de pagamento.

Configurações Iniciais

Logo após escolher o plano, a plataforma já pergunta algumas informações sobre você. O Mailchimp quer saber sobre o seu negócio, site, endereço e redes sociais.

A partir daqui, você já pode configurar a sua primeira campanha de e-mail marketing.

E, pela imagem logo abaixo, já dá para perceber como o Mailchimp é didático! Basta seguir os passos que ele indica: crie o design do e-mail, adicione seus contatos e faça o envio. Mais adiante, vamos explicar como executar esses passos.

Ainda nas configurações iniciais, é importante já fazer algumas definições. No menu superior, à direita, clique na sua imagem de perfil e depois em Account.

Aqui você pode ver e alterar os dados do seu plano, de contato e pagamento, os usuários habilitados, entre outras informações.

Nesse momento, é importante também definir o fuso horário da sua região e escolher quais plataformas você deseja integrar.

Audiência: como criar uma lista de contatos no Mailchimp?

A lista de contatos é valiosa para uma empresa. Ali estão as pessoas que já compraram, que são potenciais clientes ou já demonstraram algum interesse na marca.

E essas informações são um ativo, uma propriedade da empresa ― diferentemente dos seguidores de uma rede social, por exemplo, que pertencem a uma plataforma.

No Mailchimp, você pode criar listas de contatos (chamadas de Audiences) e, depois, grupos e segmentos a partir dela. No plano gratuito, porém, você só pode ter uma lista. 

Para isso, vá até o menu Audience. Lá estão as opções para começar a sua lista:

  • importar contatos de uma lista externa;
  • sincronizar contatos de outra plataforma (de e-commerce, por exemplo);
  • incluir contatos manualmente;
  • criar um formulário de cadastro;
  • criar uma landing page.

Ao importar contatos, sincronizar com uma ferramenta ou adicionar manualmente, o Mailchimp elimina endereços duplicados para deixar a lista limpa.

Saiba também que a ferramenta não envia um e-mail de confirmação de cadastro para essas pessoas. Então, lembre sempre: você deve ter permissão dos contatos para enviar e-mails a eles. Sem isso, você está praticando spam!

Importação de contatos

Importar contatos é a forma de já começar a lista com dados que você já coletou por outros meios.  Existem três formas de fazer essa importação:

  1. importar contatos por arquivo CSV ou TXT;
  2. copiar e colar contatos de um arquivo XLS ou XLSX;
  3. importar contatos ao integrar serviços como Salesforce ou Zendesk.

Formulários de cadastro

Se você já tem uma lista externa, legal! Mas também é bom fazer a sua lista crescer, não é? Para isso, você pode usar as diversas opções de formulários do Mailchimp, que oferece também várias possibilidades de customização do layout deles.

Para criar os seus formulários, vá ao menu de Audience e clique em Signup Forms. Lá você vai ver as opções de configuração:

  • Form builder: defina os campos e o layout e faça a tradução dos formulários de cadastro, descadastro e atualização do cadastro.
  • Embedded forms: configure os formulários de cadastro e obtenha o código para embutir no seu site e crescer a sua lista.
  • Subscriber pop-up: crie um formulário no formato de pop-up que apareça na tela automaticamente (depois de 5s ou antes de fechar a página, por exemplo).
  • Form integrations: crie formulários em outras plataformas e integre com o Mailchimp.
  • Facebook Form: crie formulários diretamente para a sua página no Facebook.

Landing pages

As landing pages também são uma ferramenta de captura de contatos, já que são estritamente focadas na conversão de visitantes em leads.

Para criar uma landing page no Mailchimp, você deve clicar em Create (ao lado da sua foto de perfil, no menu superior) e depois clicar em Landing Page para começar a configuração.

Grupos, segmentos e tags

Usar uma lista inteira para enviar os mesmos conteúdos tem grandes chances de não dar resultado. Sabe por quê? Nem todos têm os mesmos interesses, perfis e comportamentos.

Então, faz-se necessário dividir essa lista para enviar conteúdos mais relevantes para cada pessoa. Segundo o Mailchimp, campanhas segmentadas podem alcançar até o dobro de cliques! E isso pode ser feito na plataforma por meio dos grupos, segmentos e tags.

Os grupos são um tipo de segmentação por interesse do público. Eles são definidos no formulário de cadastro que você criar. Assim, o próprio usuário decide em qual grupo quer ficar, e o e-mail dele já é direcionado para aquela lista.

Já os segmentos são agrupamentos por características em comum, a partir dos dados de cadastro do usuário.

Localização, gênero e data de cadastro são alguns exemplos. Também é possível fazer cruzamentos entre esses dados e com os grupos e tags para criar segmentos bem específicos.

E as tags são termos para identificar tipos de contatos. Aqui você pode usar qualquer palavra como identificador, como “influenciador”, “ex-cliente” ou “imprensa”, que sirvam de alguma forma para a sua estratégia.

Campanhas: como criar a primeira campanha de e-mail marketing

Vamos ao que mais interessa, então: como criar as campanhas de e-mail no Mailchimp.

Para isso, vá direto ao botão Create, no menu superior da página, ao lado da sua foto de perfil. Lá você vai ver várias opções de criações que pode fazer.

Neste passo a passo, vamos focar no Email: clique nessa opção para começar a configurar sua campanha.

A partir daí, você deve definir se quer criar uma campanha regular, automatizada ou somente texto.

Vamos mostrar, então, como criar uma campanha regular, que pode ser usada para enviar newsletters e informativos, por exemplo.

Para quem enviar o e-mail

A primeira definição é para quem enviar o e-mail. Nesse momento, você vai selecionar a lista, o grupo, o segmento ou a tag para quem você quer enviar o e-mail.

Também é possível usar as segmentações pré-definidas da plataforma (assinantes inativos, compradores recentes etc.).

Quem deve enviar o e-mail

Obviamente, quem deve enviar o e-mail é você! Mas o campo “From” pode ser editado a cada envio.

Se você vai enviar um e-mail sobre o desenvolvimento de novos produtos, por exemplo, o e-mail por ser enviado pelo Gerente de Produto.

Pense em algo que torne o envio mais pessoal e faça o público clicar para abrir a mensagem.

Como escolher o título do e-mail

O título do e-mail é um campo essencial para ter uma boa taxa de abertura. Então, crie um título que seja informativo, de acordo com o que o leitor vai encontrar ao abrir o e-mail, mas que também seja persuasivo e criativo.

Afinal, a intenção é convencê-lo a clicar!

Como escolher o modelo de e-mail

Então, é hora de dar corpo ao seu e-mail! Para isso, o Mailchimp disponibiliza vários layouts customizáveis e temas pré-prontos para você se basear, além de permitir criar o seu próprio design do zero (apenas no plano Standard).

Para criar o design do e-mail, a ferramenta é bem simples. Ela se baseia no drag and drop, ou seja, basta arrastar os elementos (textos, imagens, botões, ícones de redes sociais etc.) para dentro do e-mail e organizá-los.

De maneira simples, você constrói o visual que quiser.

Como enviar a campanha de e-mail marketing

Depois, na hora de disparar a campanha, não pense que basta enviar. Você ainda precisa revisar se as informações e o layout estão corretos — depois de enviar, não dá para voltar atrás!

Antes, ainda, você pode configurar um e-mail de teste, que se recomenda que seja enviado para diferentes serviços (Gmail, Hotmail, Outlook) para ver como se comportam.

Depois disso, você pode clicar em Send ou ainda agendar o disparo para um dia e horário específicos.

Pronto! A sua campanha já está a caminho dos destinatários.

Automação: como criar uma campanha automatizada

Criar campanhas automatizadas traz um ganho de tempo no seu dia a dia e aumenta as possibilidades de interação com a sua lista.

Afinal, você não precisa configurar um e-mail todos os dias para cada destinatário que fizer aniversário, por exemplo.

Nos planos pagos, é possível automatizar os envios de uma série de e-mails para a nutrição de leads. No plano gratuito, porém, você só pode automatizar e-mails avulsos.

Veja algumas possibilidades interessantes:

  • mensagem de boas-vindas para quem se cadastra na lista;
  • mensagem de feliz aniversário;
  • e-mail personalizado para contatos identificados com uma tag;
  • atualizações do blog;
  • retargeting para usuários que visualizaram algum produto do e-commerce;
  • retargeting de carrinho abandonado;
  • pedido de avaliação de um produto que o usuário recém comprou.

Para cada uma dessas opções, você tem diferentes configurações. Por exemplo: você pode dizer que quer enviar o e-mail de boas-vindas imediatamente, 1h, 6h ou até um dia depois do cadastro.

Relatórios: como saber o desempenho das campanhas

Quer saber se o que você enviou deu retorno? O Mailchimp oferece uma série de relatórios com as principais métricas do e-mail marketing, como taxa de abertura, cliques, conversões e descadastros, além dos detalhes de quem viu, abriu e clicou nas suas mensagens.

Os relatórios também trazem dados da performance das landing pages e das publicações nas redes sociais.

Para visualizá-los, vá até o menu principal e clique em Reports. No plano gratuito, os relatórios são mais básicos, mas nos planos pagos eles trazem mais detalhamento, além de permitir comparativos.

Principais integrações que podem ser feitas com o Mailchimp

O Mailchimp pode ser integrado com várias ferramentas de marketing e gestão. Por mais que uma plataforma seja completa, talvez você já use softwares que gosta ou eles podem trazer alguma funcionalidade que a outra não oferece ou não tem tão desenvolvida.

Então, a importância da integração está em aumentar a eficiência do marketing: você agrega mais inteligência de dados e recursos para as suas campanhas, além de facilitar a troca de informações entre as plataformas.

Agora, então, conheça as principais integrações possíveis com o Mailchimp:

  • Canva (edição de imagens): envie os seus criativos diretamente ao Mailchimp.
  • Cyfe (dashboards): visualize relatórios completos incluindo as campanhas do Mailchimp.
  • Eventbrite (gestão de eventos): integra os participantes de um evento com as suas listas de contato.
  • Hootsuite (gestão de redes sociais): entenda o desempenho das suas campanhas nas redes sociais e integre dados das listas de e-mail com os seguidores.
  • Magento (e-commerce): integre os dados do seu e-commerce com as campanhas no Mailchimp.
  • Olark (chat online): adicione contatos do chat às suas listas do Mailchimp.
  • Pipedrive (gestão de leads): envie contatos e segmentos para o Mailchimp.
  • Salesforce (CRM): integre dados, contatos e listas entre as plataformas.
  • Typeform (formulários online): integre as respostas dos formulários às suas listas do Mailchimp.
  • Unbounce (landing pages): envie os contatos coletados nas páginas de captura para o Mailchimp.
  • WooCommerce (e-commerce): sincronize os dados da sua loja virtual e crie campanhas segmentadas para os clientes.

Dúvidas mais comuns no uso da ferramenta e como resolvê-las

Gostou de conhecer o Mailchimp? Ficou com alguma dúvida? Vamos ver se as questões abaixo respondem o que você quer saber.

O que é hard bounce e soft bounce?

A rejeição de um e-mail pelo servidor é chamada de “bounce”. Nos relatórios das campanhas na sua conta do Mailchimp, você pode ver dois tipos de classificação para o bounce:

  • Hard bounce: indica um motivo permanente para o e-mail não ter sido entregue, como um contato inexistente ou com erro de digitação. O Mailchimp elimina automaticamente os contatos hard bounce dos futuros envios.
  • Soft bounce: indica um motivo temporário para a rejeição, como caixa de entrada cheia ou servidor offline. O Mailchimp elimina da lista de contatos os e-mails que são classificados como soft bounce por 7 vezes, sem atividade do usuário.

Neste link, o Mailchimp explica tudo sobre soft e hard bounce.

O que acontece quando estoura a cota de contatos de um plano?

Os planos do Mailchimp têm limites de contatos e de envios por mês. A qualquer momento, você pode acessar a sua conta (em Account) e clicar em Upgrade Account para modificar o seu plano.

Caso você exceda os limites inesperadamente, a plataforma não vai interromper o serviço ― você apenas receberá uma cobrança adicional na fatura.

Para o mês seguinte, então, você pode fazer o upgrade do plano ou readequar o tamanho da sua audiência ou a quantidade de envios.

Aqui você pode saber tudo sobre a mudança de planos.

Quantos usuários uma conta pode ter?

O Mailchimp chama de “seats” o número disponível de usuários individuais que podem acessar uma conta. Esse número e os diferentes níveis de acesso variam conforme o plano escolhido.

No plano gratuito, somente um usuário (Owner) é permitido. No plano Essentials e Standard, são permitidos 3 e 5 usuários, respectivamente. Já o plano Premium permite usuários ilimitados.

Neste link, você pode ver como gerenciar os usuários e níveis de permissão.

Dica bônus para a sua estratégia de e-mail marketing

A morte do e-mail marketing já foi decretada várias vezes. Isso aconteceu principalmente pelas práticas de spam, que mancham a imagem da ferramenta, mas também pelo surgimento de outros canais de comunicação, como redes sociais, WhatsApp e Messenger.

Porém, entra ano, sai ano, e o e-mail marketing continua forte nas estratégias. Como pode isso?

O e-mail marketing continua sendo uma poderosa ferramenta para as estratégias de marketing digital quando é usado como um canal de relacionamento.

Não é para disparar mensagens massificadas, nem enviar e-mails a quem nunca autorizou. Dessa forma, você apenas prejudica a imagem da sua marca, ganha descadastros e perde a confiança dos servidores de e-mail.

Como o Mailchimp quer ver o seu negócio crescer, a plataforma está sempre empenhada em evitar a prática de spam entre os seus usuários.

Além de criar conteúdos instrutivos, o Mailchimp fica de olho em quem tem uma taxa de rejeição alta ― você pode até ser punido por isso.

Então, construa uma lista de e-mails apenas com contatos que tenham autorizado envios. Jamais compre listas prontas, que vêm com muitos e-mails inexistentes ou não autorizados.

Também não assuma que as pessoas querem receber suas mensagens só porque já são clientes ou parceiros. Você precisa da permissão expressa delas para isso!

Enfim, esperamos que esse tutorial tenha ajudado! Agora que você já sabe o que é Mailchimp, como funciona e quais são as boas práticas, comece a explorar essa ferramenta. Seja no plano gratuito, seja nas versões pagas, você vai encontrar uma opção adequada para as suas necessidades e o seu bolso.

SEO Sem Dinheiro
SEO

Como Fazer SEO Sem Dinheiro, Para Sites Pequenos e com Poucas Visitas

Ouço o tempo todo: “Meu website é muito pequeno para fazer SEO” ou “Como irei fazer SEO sem dinheiro para meu site”

Entendo perfeitamente esse pensamento. Se ninguém visita o seu site, por que perder tempo com SEO?

Na verdade, tem um motivo. Você deveria fazer SEO especialmente se ninguém visita o seu site.

Sei que parece bobagem, mas me escute um pouco. O objetivo do SEO é tornar o seu site mais visível. Sem o SEO, sua visibilidade não aumenta.

Na verdade, um pouco de SEO pode significar a diferença entre ter 0 visitas e colher leads quentes para o seu site.

Eu acredito que fazer SEO é vital para todo site, inclusive para o seu. Mesmo que você literalmente não tenha visita alguma em um dia normal, existem técnicas de SEO que você pode usar para mudar isso.

O SEO tem um papel importante no meu plano de marketing, e é uma das primeiras coisas que recomendo às pessoas.

Se você tem um site pequeno que ninguém visita, dedique um tempo para aprender como fazer SEO. Os resultados podem te surpreender.

Não precisa ser uma coisa difícil ou demorada. A seguir, veja como fazer SEO em um site sem tráfego.

Crie uma estratégia de conteúdo

Vou começar este artigo com uma técnica que exige tempo, mas vale muito a pena.

Estou falando sobre criar uma estratégia de conteúdo.

A maior parte dos sites pequenos hesita em criar uma estratégia de conteúdo, porque pensam que dá muito trabalho. Não me entenda mal – exige trabalho, sim. Mas você não precisa escrever um milhão de blog posts para ter sucesso.

Primeiro, vamos falar sobre por que você deve pensar em criar uma estratégia de conteúdo.

As pessoas querem respostas. No mundo atual, o discurso é desvalorizado pelo excesso. Portanto, as pessoas buscam respostas com autoridade para suas dúvidas.

Blogs como Backlinko e Copyblogger não cresceram porque publicaram muito conteúdo. Eles cresceram porque publicaram muito conteúdo com autoridade.

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Foram artigos com autoridade como esses que deram fama a eles.

Há uma lição importante a ser aprendida com o Backlinko e o Copyblogger. Se você puder oferecer respostas específicas para as dúvidas mais urgentes do público, você se tornará relevante.

Os números comprovam isso. Empresas que utilizam marketing de conteúdo experimentam taxas de conversão seis vezes maiores do que os concorrentes que não utilizam marketing de conteúdo. Parece uma solução mágica, e pode ser isso mesmo.

Veja como criar uma estratégia de conteúdo que funcione para você.

Primeiro, não se sobrecarregue de tarefas. Você não precisa criar um blog, configurar uma série de 10 e-mails automáticos e apresentar um webinar semanal ao mesmo tempo.

Na verdade, é muito melhor concentrar seus esforços em um tipo de conteúdo por vez.

Recomendo começar com um blog.  É um jeito superfácil de começar uma estratégia de conteúdo, além de ser uma das melhores técnicas em relação ao custo-benefício.

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Este infográfico é da AdEspresso.

Se você quer criar um blog, pesquise por palavras-chave de cauda longa. Isso é o processo normal de implementação de palavras-chave, mas em alta velocidade. É algo que você tem que fazer para criar um blog.

Planeje-se com antecedência e estipule como meta um ou dois blog posts por semana. (Escreva com antecedência também. Assim, você sempre terá um conteúdo de reserva.)

Segundo, cumpra o seu cronograma. Se o seu objetivo é publicar dois posts por semana, publique dois posts por semana. Faça o possível para manter o ritmo.

Terceiro, amplie para diferentes tipos de conteúdo. Quando já estiver acostumado com o seu tipo de conteúdo inicial, experimente criar em outro tipo.

O segredo é estabelecer rotinas produtivas para a sua estratégia de conteúdo. Pegue o ritmo do blog (ou do tipo de conteúdo a sua escolha) e continue com ele.

Por fim, compartilhe o seu conteúdo! Todo mundo conhece o termo  “marketing de conteúdo,” mas a maioria só se concentra na parte do “conteúdo”.

Muitos sites têm uma imensa quantidade de conteúdo útil que nunca é compartilhado. O resultado é que eles não recebem muito tráfego ou visibilidade nos motores de busca.

Mesmo as melhores estratégias com palavras-chave de cauda longa são inúteis sem marketing de conteúdo.

Recomendo que você compartilhe o seu conteúdo nas principais redes sociais, como Facebook e Twitter. Mas você deve também considerar redes sociais menores e sites de nicho.

O Quora é um ótimo lugar para compartilhar e reutilizar o seu conteúdo:

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O Medium também:

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Em resumo, é assim que se constrói uma estratégia de conteúdo. Se quiser aprender passo a passo, confira o  Guia Avançado de Marketing de Conteúdo.

Cultive uma audiência

Muita gente faz isso do jeito errado.

Durante décadas, o marketing foi um meio de mão única. Publicitários criavam anúncios para a televisão ou jornais impressos. Lançavam campanhas enormes, de alcance global, pensadas para uma única via de consumo.

Mas não é mais assim que funciona.

Marketing é interação. As marcas interagem com os consumidores nas redes sociais, e muitos blogueiros de renome participam das seções de comentários.

Já sei o que você está pensando: “O que isso tem a ver com fazer SEO?”

Surpreendentemente, tem tudo a ver com fazer SEO.

Vamos dar uma olhada em alguns dos principais objetivos do SEO:

  • Atrair tráfego
  • Gerar leads
  • Construir autoridade

Para mim, esses são os três objetivos finais ao se fazer SEO.

Se você conseguir criar uma audiência que confie em você, esses três objetivos se tornam muito mais fáceis de atingir.

Se as pessoas confiam em você, elas visitam o seu site com frequência e compartilham o seu conteúdo. Muitos visitantes vão se tornar clientes. E, automaticamente, vão pensar no seu site como um local de autoridade.

Não precisa brigar pela atenção do seu público. Em vez disso, sua audiência vai aumentar através da confiança.

Criar uma audiência é algo que você tem que acertar logo no início. Se você conseguir um público inicial (mesmo que seja pequeno) que confie em você, há grandes chances de o sucesso aumentar.

Vamos falar um pouco sobre como criar um público do zero.

Muitos sites tentam criar público antes mesmo de saber quem é esse público.

Outros exageram e tentam agradar a todos. Como o Seth Godin diz,

“Muitas marcas, organizações e indivíduos que fracassam, caem no erro de tentar ser tudo ao mesmo tempo para tentar agradar a todos, e acabam atingindo ninguém.”

Como equilibrar isso? Resposta: analise o demográfico e os psicográfico. É preciso saber quem é o seu público e o que eles querem.

Você pode mensurar esses dois dados usando o Google Analytics (GA). Na aba de Relatórios,  navegue pela aba da esquerda e acesse  Audiência > Demográfico > Visão Geral.

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Você verá esta tela:

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Você pode ter uma ideia da faixa etária dos seus leitores, além da proporção entre os sexos.

Mas nem todo mundo sabe que você também pode fazer uma pesquisa psicográfica no GA.

Na barra lateral esquerda, acesse  Audiência > Interesses > Visão Geral.

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Você verá uma tela assim:

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Aqui você poderá ter uma ideia dos interesses do seu público.

A seção de Categorias de Afinidade mostra os tópicos que interessam aos seus visitantes ( por exemplo, tecnologia, culinária, etc.).

A seção Segmentos In-Market ajuda a analisar em que etapa da jornada de compra os seus usuários estão. Pessoas nessa categoria estão mais prontas para comprar.

Finalmente, a seção Outras Categorias oferece uma visão ainda mais específica dos seus usuários, dando uma ideia melhor do que eles gostam exatamente  (por exemplo,  culinária do Leste da Ásia).

Lembre-se que isso é só o topo do iceberg em relação da análise demográfica e, principalmente, da análise psicográfica. Se você quer conhecer o seu público de verdade, tem muito mais que você pode fazer.

Quando já tiver entendido quem é o seu público e o que eles querem, você precisa segmentá-los e atraí-los para o seu site.

Muitos sites têm dificuldade em atrair esse tráfego inicial. Mas mesmo depois de fazer isso, você tem que convencer esses visitantes a permanecerem.

Para fazer tudo isso, você precisa de uma boa proposta de valor. Que benefício você vai oferecer aos seus leitores? Por que eles deveriam ficar, permanecer?

Normalmente, você oferece esse valor com sua estratégia de conteúdo, e constrói o público durante esse processo.

Duas das minhas estratégias favoritas para construção de audiência são guest posting e publicidade paga. Quando você conhece o seu público e sabe o que eles querem, isso se torna muito mais fácil.

O mais importante é utilizar uma abordagem pessoal com o seu público.

Você quer ser lembrado pelo seu valor. Se você dedicar tempo para oferecer a ajuda mais personalizada possível, seus leitores vão confiar em você como autoridade.

Se você conseguir uma público pequeno, mas fiel logo de cara, então está no caminho certo. É o primeiro passo para construir uma público muito mais longo, mais à frente.

Otimize seu site para dispositivos mobile

Muita gente acha que fazer uma versão mobile do site e fazer uma versão compatível com dispositivos mobile é a mesma coisa. (Não é.)

Otimizar de verdade um site para dispositivos móveis é muito mais do que apenas criar uma versão mobile. É preciso fazer muitas mudanças.

Para se aprofundar nesse tópico, recomendo conferir este artigo sobre erros mobile, para verificar se você está cometendo algum.

Eis algumas dicas de alto nível, para ter em mente.

“Crie um design para o dedo gordo”, como diz a Moz.  É sempre irritante quando um site mobile é tão pequeno que você acaba clicando nos botões errados.

Embora os dispositivos mobile estejam ficando maiores, ainda é bom levar em conta o tamanho na hora de otimizar o seu site para mobile.

Não use pop-ups (ou intersticiais). OGoogle está reprimindo muitos intersticiais. São pop-ups que exigem que você clique no X para fechar.

Recomendo que você evite isso e não use pop-ups. Use outras formas para captar e-mails. O SumoMe usa gatilhos de cliques para capturar e-mails mobile. São pop-ups que só aparecem quando o usuário clica em um determinado lugar.

Veja um exemplo de interstisicial que o Google desaprova:

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Agora, você precisa testar o seu site.

Você pode usar a ferramenta de SEO Mobile da Varvy para testar se a sua página vai bem no mobile.

A página oferece até um guia de otimização para mobile, para te ajudar a deixar o seu site ainda melhor.

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É um ótimo recurso, e eu recomendo bastante se você estiver interessado em dar um gás no seu SEO mobile.

Conclusão

Você não precisa ter um site enorme para aproveitar alguns dos melhores benefícios do SEO. Comece com o que você tem, e vá subindo de nível.

O SEO ajuda os sites a crescer do mesmo jeito que a água ajuda as plantas a crescer. É uma necessidade fundamental que você precisa atender logo cedo. Ou então, o seu site pode morrer. (Vixe!)

Se você não sabe como fazer SEO, essa é a sua chance de começar logo. Vamos fazer de 2017 o ano em que você começou a fazer SEO pra valer.

Trabalhe com essas três ideias, e garanto que você vai ver resultados quase imediatamente.

Você já teve que fazer SEO para um site sem tráfego?Como foi a experiência?

Google
SEO

Conselho do Google para Sobreviver a Mudanças de Algoritmo

Caso você tenha deixado passar, o Google acabou de publicar conselhos para profissionais de SEO sobre como se sair bem nas mudanças de algoritmo deles.

O que a maioria das pessoas não sabe é que o Google não produz meia dúzia de mudanças de algoritmo por ano.

Eles produzem muito mais.

Só para te dar uma ideia da frequência com a qual o Google muda, eles tivera 3.200 mudanças de algoritmo em apenas 1 ano.

Você leu certo, 3.200 mudanças.

É muita coisa!

Então em vez de focar em uma atualização de algoritmo sobre a qual você tenha lido, você precisa focar em tornar seu site compatível com o objetivo fundamental do Google.

Primeiro, eu vou falar sobre o conselho que eles estão falando para a gente seguir… E depois eu vou destrinchar o que ele realmente significa.

O conselho do Google para profissionais de SEO

Como na maioria dos seus anúncios, o Google tende a ser vago. Mas, claro, eles disseram que deve-se, sim, focar em conteúdo.

E o mais interessante foi que eles deram uma lista de perguntas que você deve fazer em relação ao seu conteúdo novo e ao já existente.

Mas, como eu disse, elas são vagas… Então eu decidi fazer uma coisa um pouco original. Ao lado de cada pergunta oferecida pelo Google (em preto), você vai ver minhas ideias sobre o que eu acho que o Google está tentando te dizer (em laranja).

Aqui vai:

Perguntas sobre conteúdo e qualidade

  • O conteúdo oferece informações, relatos, pesquisas ou análises originais? – Embora o Google não penalize por conteúdo duplicado, eles estão atrás de conteúdo novo e fresco. Com mais de um bilhão de blogs na Internet, existe muito conteúdo repetidos por aí atualmente.
  • O conteúdo oferece uma descrição substancial, completa ou detalhada do assunto? – Quando um usuário faz uma busca, o Google quer dar a ele o que ele está buscando com o menor trabalho possível. Eles não querem fazer o usuário entrar em vários sites para obter uma resposta. Páginas precisas e que respondam todas a busca do usuário integralmente têm mais chance de ranquear. Ou seja, se você escrever conteúdo raso, provavelmente não vai ser satisfatório para o usuário, o que significa que você talvez não ranqueie tão alto quanto gostaria. 
  • O conteúdo oferece uma análise ou informações instigantes e pouco óbvias? – Seu conteúdo tem mais a oferecer do que fazem seus concorrentes? Vá um passo além oferecendo análises adicionas ou chegando às suas próprias conclusões usando dados adicionais que podem ser úteis para o leitor.
  • Se o conteúdo se baseia em outras fontes, ele evita simplesmente copiar ou reescrever essas fontes, fornecendo valor extra e originalidade? – Não saia copiando e colando o conteúdo de alguém e depois deixe um link para essa pessoa para gerar algumas linhas de comentário. Se você vai fazer referência ao conteúdo de outra pessoa, garanta que as conclusões são suas e que a maior parte do texto na página é original e útil. 
  • O título oferece um resumo descritivo e útil do conteúdo? – 8 em cada 10 pessoas leem um título e só 2 em cada 10 pessoas clicam para ler o resto. Seus títulos não só precisam ser atraentes, mas também devem resumir o conteúdo. Não foque apenas em palavras-chaves ou clickbait, foque na experiência do usuário com seus títulos.
  • O título evita ser exagerado ou chocante? – O Google sabe se você está usando clickbait, porque isso costuma gerar uma taxa alta de abandono. Se eles veem que as pessoas voltam para os resultados das SERP, significa que o seu conteúdo não estava à altura e você usou clickbait para enganar os usuários. 
  • Esse é o tipo de página que você salvaria nos favoritos, compartilharia com um amigo ou recomendaria? – Como disse uma vez Eric Schmidt, ex-CEO do Google, marcas são a solução. O Google prefere ranquear marcas, então não priorize SEO. Foque primeiro no seu usuário. Faça-o gostar do seu conteúdo, seu produto e seu serviço.
  • Você esperaria ver esse conteúdo publicado ou referenciado em uma revista impressa, enciclopédia ou livro? – Se você acha que seu conteúdo é tão bom que você estaria disposto a imprimi-lo e pendurá-lo na sua parede, você fez um ótimo trabalho. Se você está só criando conteúdo por criar, as pessoas vão sacar. 

Perguntas sobre expertise

  • O conteúdo fornece informações de maneira que te faça confiar nelas, como por exemplo, fontes confiáveis, provas da expertise envolvida, histórico do autor ou do site que está publicando, como links para uma página do autor ou uma página Sobre de um site? – A melhor maneira de se posicionar como especialista é usar dados e citar suas fontes. Além disso, se você vai ser um especialista, não deixe de colocar seu nome na página e um link para a sua bio.
  • Se você pesquisou o site ao produzir o conteúdo, você sairia com a impressão de que ele é confiável ou reconhecido como uma autoridade no assunto? – Comparado à concorrência, como você é visto? Se você é mais respeitado e mais popular, isso mostra que você é potencialmente um especialista. Você deve trabalhar nas suas consultas de marca, o que vai te ajudar a ganhar mais visibilidade.
  • O conteúdo é escrito por um especialista ou entusiasta que demonstra domínio sobre o assunto? – Você está enganando ou você é de fato um especialista no assunto? Claro, eu posso pesquisar a legislação e escrever um conteúdo sobre ela, mas eu não sou advogado e isso ficaria óbvio. Escreva sobre o que você sabe, e, se você não sabe, vá aprender bem antes de escrever sobre. 
  • O conteúdo está livre de erros factuais facilmente verificáveis? – Criar fake news vai te prejudicar. Não espalhe informação falsa na internet. Se você escrever alguns textos com informações falsas e o Google identificar, isso pode prejudicar seu site inteiro.
  • Você ficaria confortável em confiar nesse conteúdo para questões relativas ao seu dinheiro ou à sua vida? – Se alguém fizer uma busca no Google e chegar no se site, o que vai acontecer se essa pessoa ler seu conteúdo? Se ela seguir para outro site e continuar pesquisando, significa que ela não confia o suficiente no seu site. Não só é importante para você criar conteúdo de qualidade, mas você também precisa mostrar ao leitor por que você é uma fonte de credibilidade e por que ele deve prestar atenção e você em vez de outra pessoa no espaço. 

Perguntas de apresentação e produção

  • O conteúdo está sem erros de ortografia ou estilo? – Procure eventuais erros de gramática e ortografia no seu conteúdo. Depois de fazer isso, confira se o seu conteúdo é de fácil leitura. Por exemplo, ter uma fonte neon em um fundo branco é claro que dificulta a leitura.
  • O conteúdo foi bem produzido ou aparenta desleixo? – Gaste tempo conferindo se o conteúdo que você está publicando é bem feito. Desde gráficos e vídeos personalizados até imagens e podcasts, tenha certeza de que a experiência geral é boa. Escrever conteúdo de qualidade não basta, uma vez que todo mundo está fazendo isso atualmente. 
  • O conteúdo é produzido em massa ou terceirizado para um número grande de criadores, ou espalhado por uma rede grande de sites, de forma que sites ou páginas individuais não obtenham a atenção ou cuidado necessários? – O Google quer que as páginas, de forma individual, respondam integralmente às perguntas dos usuários. Se alguém procura uma resposta e você linka para vários outros sites para explicar sua resposta, você não está criando a melhor experiência. Foque em criar uma experiência incrível, não só a nível do site, mas também a nível de página individual. 
  • O conteúdo tem uma quantidade excessiva de anúncios que distraem do conteúdo principal ou interferem nele? – Seu site precisa carregar rápido. Anúncios diminuem a velocidade dos sites e podem acabar com a experiência do usuário. Monetizar não deve ser o foco principal do seu site. Ele deve ser informar e ajudar os visitantes.
  • O conteúdo é bem exibido em dispositivos móveis? – Aproximadamente 60% das buscas no Google são feitas em dispositivos móveis. Seu conteúdo precisa ser otimizado para celular e tablet.

Perguntas comparativas

  • O conteúdo oferece valor substancial quando comparado a outras páginas nos resultados de busca? – Se você está tentando ranquear para uma palavra-chave, olhe para as 10 principais páginas que compõem a página 1 atualmente e tenha certeza de que seu conteúdo é melhor e mais preciso do que aquele que ranqueia atualmente. Se você não criar algo de qualidade superior, não tem por que o Google colocar seu site acima dos concorrentes.
  • O conteúdo parece estar atendendo aos interesses genuínos dos visitantes ou parece existir simplesmente por alguém tentando ver o que ranqueia bem nos mecanismos de busca? – Não escreva conteúdo para mecanismos de busca. Escreva para seres humanos primeiro, uma vez que o objetivo do Google é satisfazer pessoas. Mesmo que no curto prazo isso signifique que você não vai ranquear tão alto. Vai chegar um momento em que o Google vai perceber isso e seu conteúdo vai ranquear mais alto com o tempo, desde que você esteja focando no usuário final. 

Conclusão

Tem mais algumas coisas que o Google mencionou, como suas diretrizes de qualidade, mas tem uma coisa realmente importante que foi mencionada:

Também é importante entender que mecanismos de busca como o Google não entendem o conteúdo da forma que os seres humanos entendem. O que ocorre é que buscamos sinais que podemos perceber sobre o conteúdo e entender como eles se relacionam à forma como os seres humanos avaliam a relevância.

O Google quer agradar você, não a sua versão que é um profissional de marketing ou um empreendedor, mas a sua versão que usa o Google diariamente.

Quando você faz uma busca no Google você fica feliz com os resultados?

Se não ficar, você não vai dizer para o Google com as suas palavras, porque não existe um jeito fácil de fazer isso. É por isso que eles veem os sinais, como taxas de cliques ou quantas pessoas clicam o botão voltar, para voltar ao Google e clicar no próximo resultado.

Em vez de focar em SEO, o verdadeiro truque para deslanchar é focar no usuário.

Vá além e faça o que for melhor para eles, mesmo se você achar que vai prejudicar seus rankings no curto prazo. Porque, no longo prazo, o Google vai entender e você vai ranquear melhor se de fato estiver colocando o usuário em primeiro lugar e se saindo melhor do que seus concorrentes.

E aí, o que você achou dos conselhos do Google para profissionais de SEO?

atrair alunos para escola de inglês
Marketing DigitalCriação de Sites

Dicas de como atrair alunos para escola de inglês

Aprender um novo idioma é algo fundamental, aprender inglês, então, tornou-se básico. Seja para buscar um emprego seja para entender melhor tudo o que nos rodeia vale lembrar que os aparelhos tecnológicos, em sua maioria, vêm em língua estrangeira.

A língua inglesa é uma das mais requisitadas pelas pessoas. Isso porque é considerada global e universal, de forma que onde quer que você esteja, pode buscar um contato em inglês. Ter esse idioma em seu currículo já é algo obrigatório.

Aproveitando essa demanda, cresce o número de escolas de idiomas que ensinam os alunos a escrever, falar e entender línguas como o inglês. Se você está nesse mercado e quer saber como atrair alunos para escola de inglês, fique ligado nas dicas desse texto!

Importância da divulgação

Qualquer estabelecimento para se manter ativo precisa de clientela. Isso não é diferente com os cursos de inglês e as escolas de idiomas em geral. Diante desse cenário, o que fazer para atrair e fidelizar pessoas, como fazer para ter mais alunos?

O primeiro passo é se fazer ser visto. Propaganda é a alma do negócio. E com a internet e as redes sociais ficou muito mais fácil fazer um trabalho de divulgação.

Portanto, uma das maneiras de como atrair alunos para escola de inglês é investindo no marketing digital. Muitos alunos buscam na internet informações sobre as escolas de idiomas antes de se matricularem, então quanto mais informação você promover sobre o seu curso, maiores serão as chances de ser procurado.

Dá uma olhada na quantidade de pesquisa para este segmento:

Dicas de como atrair alunos para escola de inglês 1
Dicas de como atrair alunos para escola de inglês 2

Dicas de captação

Uma das tarefas mais complicadas ao desenvolver um negócio é como conseguir captar os clientes. Aqui não basta apenas fazer propaganda, mostrar o seu trabalho. Captar uma pessoa é fazê-la ter a confiança no produto oferecido por você para que, dentre muitas opções, o cliente escolha pelo seu serviço.

Dessa forma, para que você consiga saber como atrair alunos para escola de inglês, separamos quatro dicas fundamentais que vão desde estratégias de marketing digital até a criação e desenvolvimento de um melhor relacionamento online com os potenciais clientes. Confira!

– Seja diferente: parece clichê dizer que é preciso ter um diferencial, mas não deixa de ser um fato. Em meio aos mercados cada vez mais competitivos, no qual surgem todos os dias empresas trabalhando em os mesmos ramos, só vão sobreviver aquelas que souberem sair do “mais do mesmo”. Isso acontece através de um trabalho diferenciado. E como fazer o público saber isso? Aí vamos voltar à questão da divulgação. Deixe claro o que a sua escola de idiomas faz para se diferenciar em relação às outras. O que você apresenta que as outras não apresentam? Por que o aluno deve se matricular no seu curso e não no outro? Investir naquilo que você faz de diferente ajuda e muito a captar as pessoas, pois elas gostam de ser surpreendidas. Fique atento a esse fato;

– Esteja ativo na internet: em um mundo cujo digital se torna muito valioso e até mais válido que o físico, estar ligado em tudo que rola na internet é essencial. Ter redes sociais para a escola de idiomas e fazer publicações constante nelas é fundamental. Um aluno, com certeza, ao pesquisar sobre onde pode aprender um idioma como o inglês irá verificar todos os perfis e se encontrar algo desatualizado perceberá que você não está se importando muito com esse setor, algo tão fundamental. Seja ativo, atualize sempre a página, desenvolva contato, passe informações. Tudo isso é muito importante;

– Tenha um website: a melhor maneira de divulgar seu trabalho na internet ainda é tendo seu próprio site. Muitos acham que pela expansão das redes sociais, apenas elas dão conta do recado, mas não é bem assim. Um site integrado com as redes sociais é o ideal. Com seu site você poderá informar os valores dos cursos, as opções disponíveis, os professores, metodologias e muitas outras informações;

– Comunique com eficiência: a dica mais importante a ser dada é que para você fazer o negócio funcionar é preciso saber se comunicar. De nada adianta ter uma página na internet, redes sociais e até mesmo fazer propagandas, se não houver uma boa comunicação. Aqui queremos dizer que você deve falar com clareza, passar as informações corretas e de forma objetiva, responder às dúvidas e sempre atender bem aos clientes. Um chat de atendimento online é uma boa opção.

Pode parecer complicado inicialmente, mas ao estudar essas dicas e segui-las ficará muito mais fácil saber como atrair alunos para escola de inglês. Invista sempre em qualidade e os bons resultados vão chegar para o seu negócio.

As dicas lhe foram úteis? Use o espaço dos comentários para deixar a sua opinião e compartilhe experiências e métodos do que você vem fazendo para captar alunos!

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