A ciência por trás de plataformas de altíssima performance. Explore nosso acervo com artigos densos e práticos sobre arquitetura digital, SEO e maximização de vendas.
O Wix é um sistema de gerenciamento que tem dezenas de milhões de
usuários atraídos pelas facilidades oferecidas no processo de construção
de sites.
Para criar um site com o Wix, praticamente não são necessárias habilidades computacionais. Ele funciona por meio de modelos, o que é suficiente para arrastar o conteúdo para as caixas pré-determinadas, para criar um site que pode ser de grande apelo visual.
Oferece ao usuário diversos planos, desde planos gratuitos até o desenvolvimento de sites premium, especializados em criação de E-commerce e ilimitados. Os planos de pagamento podem ser interessantes, mas também têm limitações, em comparação com outras ferramentas.
Com o plano gratuito do Wix, não há nem mesmo um contrato para
contratar uma hospedagem, pois já está incluso; serviço amigável, mas é
complicado na medida em que você não pode usar um domínio personalizado
para o site, mas um subdomínio do WIX, que absorve em grande medida, um
dos fatores mais importantes que identificam a marca.
Não há almoço grátis
Todos nós suspeitamos que não há almoço grátis e, no caso específico,
a Wix se reserva o direito de publicar sua própria publicidade no
“nosso” site, prejudicando assim o valor profissional e os interesses
comerciais do site. A menos que alguém pague, logicamente.
O WIX, de fato, oferece elegância e conforto para aqueles que se
sentem gratos o suficiente com a oportunidade de projetar e fazer upload
facilmente, um site que pode ter um grande apelo visual, mas que é um
elemento completamente insuficiente para um profissional ou um empresa
que quer atrair seguidores e aumentar as vendas.
A parte interessada também pode recorrer aos planos pagos, para
incluir em seu site funções convenientes para sua empresa. Mas a
repercussão e transcendência que o site pode ter está longe do que pode
ser obtido através de outras plataformas, devido ao uso monopolista de
suas próprias aplicações.
O construtor Wix é estrangeiro
É tão estranho, que se o dono do site decidir, um dia, mudar para
outro sistema de gerenciamento de conteúdo, ele tem que deixar fotos,
vídeos, textos e todo o trabalho feito, porque o Wix não inclui
funcionalidades para exporta-lo para outro servidor.
Em outros termos; Se você quer ter um site em uma
plataforma que parece mais conveniente, você tem que começar do zero. É
algo que recomenda o uso de plataformas como o WordPress e assim, quem ainda optar pelo Wix, não deve criar um site com muitas páginas e muitos conteúdos.
Além disso, se os donos do Wix decidirem “fechar as portas”, todos os
sites morrerão com eles … sem direito a protestos ou
reclamações. Embora isso também seja verdade com as empresas de
hospedagem próprias, mas seria mais fácil migrar de uma para outra do
que recriar um site do zero em outra plataforma.
Modelos e conteúdo incorporados
No WIX, a mudança de um template obriga você a adicionar o conteúdo
novamente, ou seja, a mudança de template pressupõe fazer todo o
trabalho novamente. Em outros CMS, como o WordPress, o conteúdo (fotos, vídeos, textos) não é perdido, ao mudar o modelo.
Pouca escalabilidade no Wix
Existem milhares de plugins com recursos que podem ser adicionados a
um website projetado usando um CMS como WordPress ou Joomla, mas a
capacidade de adicionar recursos ao WIX é limitada aos plugins
oferecidos pelo próprio WIX.
O WIX é uma plataforma fechada, enquanto o WordPress e o outro CMS
são de código aberto, o que permite que uma grande comunidade de
usuários colabore e faça módulos dos quais você pode tirar proveito
(embora isso também represente um desafio de segurança. sites
regularmente).
No Wix tem melhorias personalizadas?
O WIX recentemente adicionou funcionalidades para poder “tocar”
certas seções do site, mas elas ainda não são tão flexíveis quanto o CMS
de código aberto, onde você pode simplesmente programar um novo módulo,
se necessário, totalmente ajustado às suas necessidades. Se sua
exigência é muito particular e você considera que isso exigirá um
trabalho personalizado, talvez o WIX não seja a melhor opção.
Em conclusão, se o WIX limita a originalidade /
criatividade , devido à rigidez dos seus modelos; O acesso à tecnologia
de outras empresas (plugins) e o gerenciamento de posicionamento em cada
artigo ou imagem (devido à natureza do código) não é a melhor
ferramenta para criar um site que seja apropriado à dinâmica do momento.
Sendo este o caso, a pergunta a ser feita é: é o seu tempo na
organização mais valioso “programar” seu próprio site ou em tarefas de
gerenciamento e que alguém se encarregar desse trabalho digital?
Olhe ao seu redor, aposto que você consegue ver pelo menos cinco marcas a menos de um metro de distância dos seus olhos. As marcas estão por todo lado, do que vestimos ao que comemos, passando por cada pedacinho de conteúdo que absorvemos durante o dia, tanto inconscientemente como conscientemente. As melhores marcas fazem sua promoção de forma que você sempre se lembre delas, desde um design de logo inteligente até uma frase cativante ou até mesmo um tom específico de azul (sim, estamos falando sobre o Facebook).
Diferente das empresas e organizações ou celebridades e influenciadores, as marcas não precisam ser famosas. Você também é uma marca, mesmo sem querer. Por isso, você precisa assumir o controle do seu personal branding, para evitar que outras pessoas o façam sem você sequer perceber. Basta um amigo te marcar em uma foto pouco profissional nas redes sociais ou alguém descrever o que você em tempo integral, enquanto você fica sentado e deixa as pessoas fazerem uma grande confusão na sua vida. Portanto, não deixe isso acontecer. Assuma você mesmo o seu branding pessoal e notará como se sentirá mais empoderado.
Esteja você se candidatando a um emprego ou mesmo tentando estabelecer seu nome como profissional freelancer, seu branding pessoal importa e muito. É assim que você pode usufruir de todos os seus recursos para alcançar o que deseja. A seguir mostramos como descobrir e alcançar suas motivações e objetivos.
O que é personal branding?
O personal branding pessoal é praticamente um sinônimo da sua reputação. É a imagem da sua vida, que você transmite às pessoas ao seu redor, e o impacto que isso tem tanto na sua carreira como fora dela.
Não importa em que ponto você se encontra na escala profissional – estudante, candidato a um emprego, funcionário, dono de empresa ou profissional freelancer – o personal branding é crucial. Incluindo suas capacidades, qualificações de trabalho, personalidade e tudo mais que faz você ser você mesmo. Sim, é importante como você se veste e fala, mas no mundo de hoje em dia é igualmente importante prestar muita atenção na forma como você aparece na internet.
Desde conhecer seus pontos fortes e descobrir seu foco até criar um site e manter ativas suas redes sociais, mostraremos como estabelecer-se profissionalmente em todo tipo de carreira.
Benefícios do personal branding
Enxergando-se como uma marca pessoal, você pode construir uma história completa em torno da sua identidade, de forma a não ficar “vendendo” a você mesmo e aos seus serviços isoladamente. As pessoas te conhecerão por aquilo que você realmente é, e se interessarão pelo pacote completo. A melhor parte de tudo isso são os benefícios:
Seja “gente como a gente”. Em outras palavras, passe a ser mais “humano” e menos “comercial” ao revelar mais sobre você.
Estabeleça uma identidade. O branding pessoal vai garantir que as pessoas saibam para quê te procurar e que podem contar com você para assuntos específicos.
Consiga mais oportunidades. Com uma marca forte, provavelmente você vai ficar mais exposto a entrevistas, ofertas de emprego, promoções, contatos, clientes, eventos e mais.
Destaque-se. Uma marca permite mostrar as características que te diferenciam dos demais profissionais de sua área de especialização.
Como criar uma marca pessoal:
01. Reúna todas as informações
A. Conheça-se melhor
Há algumas formas diferentes para você avaliar sua própria imagem, tanto pelo seu interior como pela modo que o mundo te percebe:
Conheça seus pontos fortes: Descubra no que você é realmente bom, para tornar-se uma liderança efetiva, se comunicar melhor e alcançar seu empoderamento pessoal. Para isso você pode perguntar a 10 pessoas que te conhecem muito bem, de diferentes lados da sua vida, quais são seus três principais pontos fortes. Em seguida, identifique as respostas mais comuns. Você também pode fazer testes de personalidade como o famoso Myers-Briggs Type Indicator ou o VIA Character Strengths Assessment gratuito.
Dê a atenção a paixões e interesses: Todas as atividades gratificantes da sua vida são tão importantes quanto os seus pontos fortes. Afinal, quando você faz alguma coisa com o coração, é mais provável que o faça com toda a motivação e energia. As outras pessoas, sem sombra de dúvida, percebem isso.
Estabeleça seus valores: Seus valores são tudo aquilo em que você acredita e defende, acima de qualquer outra coisa. Estas são as coisas das quais você não abre mão, pois são o mais importante para seu estilo de vida. Quando seus valores são positivos, as pessoas se sentem mais conectadas com você.
Encontre sua inspiração: Há alguma pessoa pela qual você sente admiração? Pense no que pode fazer para sua marca igualar-se à dessa pessoa. Isso não significa que deve copiá-la, mas seguir seus conselhos. O que a fez ter sucesso? Por que quer aprender com ela? O que é possível aprender com ela? Responda a estas questões de forma honesta e autêntica, levando em consideração a pessoa que você é.
B. Liste as suas experiências de trabalho e de educação
Registre todas as experiências de vida relevantes para sua carreira profissional e seus interesses, desde a sua educação escolar, cursos e treinamentos, até trabalho e passa-tempos. É tudo isso que faz você ser uma pessoa especial.
Além disso, o processo de criação dessa lista ajuda a focar no que falar com as pessoas relevantes de diferentes grupos (trabalho, clientes, etc), além de também servir para atualizar seu currículo, redes sociais, site e outros projetos de conteúdo. Também vai servir como comprovação das suas capacidades e dos seus pontos fortes como mencionamos acima.
C. Coloque o foco no seu objetivo
O que você espera alcançar em um ano? E em cinco anos? E em 10 anos? Ter em mente um foco realista ajuda a estabelecer uma visão clara para a sua marca, que não apenas você compreenderá, mas também todo mundo que está em contato com você. Dessa forma, quando você ou outras pessoas falarem sobre você, o que será mencionado é esta visão – e as pessoas vão se lembrar de você por causa disso.
Se não está seguro de qual é a sua visão, use suas experiências, suas paixões e seus pontos fortes para chegar a alguma conclusão. Também é possível fazer um teste como o IKIGAI.
IKIGAI é um conceito Japonês para encontrar seu propósito ou sua “razão de ser”. Preencha “o que você ama”, “o que o mundo precisa”, “pelo que você pode ser pago” e “em que você é bom”. Em seguida, junte tudo e descubra o seu propósito.
D. Conheça seu público-alvo
Primeiramente, as coisas mais importantes: defina seu público-alvo, que devem ser aquelas pessoas que oferecem oportunidades na sua área de especialização. Seja realista na hora de identificar as pessoas a serem alcançadas (não adianta querer falar com o CEO de uma empresa multinacional, se você está apenas começando). Além disso, deve haver uma quantidade suficiente de pessoas que necessitam do tipo de trabalho que você oferece, para que possa tirar seu sustento tendo essas pessoas como clientes.
Tendo uma ideia de quem é seu público-alvo, chega a hora de entrar em contato. Encontre uma forma de falar com eles e de começar um relacionamento profissional. Planeje antecipadamente o que você vai querer transmitir quando conseguir atrair sua atenção. É preciso saber explicar exatamente como as suas capacidades podem ser benéficas para eles. Este é finalmente o momento de começar a agir para alcançar sua visão, por isso certifique-se de fazer isso com profissionalismo, confiança e de forma carismática.
E. Desenvolva sua história
De posse das informações acima – pontos fortes, paixões, interesses, foco e público-alvo – é possível construir sua própria história. É importante que seja algo que você consiga lembrar e compartilhar inúmeras vezes, de conversas informais ao conteúdo no seu site. No final, isso vai ditar o tom da sua marca pessoal.
02. Tome atitudes
A. Apresente-se de forma profissional
Para estabelecer seu nome como referência em determinada área, tudo gira em torno de tomar atitudes que refletem o que se fala. Em outras palavras, a sua postura, a forma como você fala e como se veste são fatores cruciais, que influenciam a maneira como as outras pessoas te veem. Certifique-se de parecer profissional, amigável e equilibrado, através em todos os aspectos da sua vida, tanto pessoalmente como através da internet.
Uma forma de verificar a sua imagem na internet é procurar por você mesmo no Google. De fato, é recomendado buscar seu nome para ter certeza de que a forma como é mostrado reflete a imagem através da qual você quer ser visto e conhecido. De acordo com as pesquisa, 70% dos recrutadores já dispensaram candidatos com base nas informações encontradas online. Por isso, preste muita atenção a esse fato. Dê uma pesquisada nas suas informações online e exclua fotos, vídeos, artigos e quaisquer tipos de conteúdo que possam ter um impacto negativo no seu personal branding. Você pode fazer isso manualmente nas suas redes sociais, ou usar um software como BrandYourself para limpar as informações indesejadas dos resultados de busca.
De uma forma geral, lembre de que você pode encontrar qualquer tipo de pessoa a qualquer momento. Por isso, você deve parecer sempre uma pessoa apresentável e respeitosa.
B. Construa sua credibilidade
Estabelecer-se profissionalmente através de credibilidade é algo que requer atenção e trabalho constantes. Você precisa estar sempre ativo nos seus círculos de relacionamentos pessoais e profissionais, tanto cara-a-cara quanto na internet. Veja a seguir sugestões de algumas formas de conseguir que as pessoas prestem atenção em você:
Faça seu network em eventos e organizações na sua cidade e na internet.
Treine e oriente profissionais menos experientes no mercado.
Procure um mentor para você mesmo que possa te orientar.
Seja voluntário para participar em eventos relevantes como palestrante convidado.
Trabalhe em projetos colaborativos com outras pessoas da sua área de especialização.
Hospede seus próprios eventos profissionais (happy hour, sessões de perguntas & respostas, séries de palestras, etc.)
Associe-se e participe ativamente de organizações e comunidades.
Quando for escolher no que focar, escolha atividades pelas quais você é apaixonado. Além de você curtir todo o processo, os demais facilmente perceberão sua autenticidade.
03. Apresente sua marca pessoal
A. Crie um site de currículo
Um currículo em papel certamente é uma poderosa folha de papel, cuja função é descrever sua personalidade profissional, experiências, capacidades e realizações. A versão online, no entanto, faz tudo isso e vai além. Criando um site de currículo online você pode adicionar muitos recursos que não poderia fazer no documento de papel. Além disso, você pode personalizar seu site de currículo da forma como mais gostar e manter tudo organizado em um só lugar.
Se você quer elevar seu site a outro patamar, pode criar um blog e adicionar regularmente conteúdo relevante e interessante – vai dar uma importante fortalecida no seu SEO. E se você está querendo conseguir a cobertura da imprensa também pode adicionar um kit de imprensa ao seu site. Não importa o que faça, só tenha em mente que no mundo digital impressionar é mais do que um objetivo, é praticamente uma exigência.
B. Esteja sempre ativo nas redes sociais
As redes sociais são um local importante para fazer a sua promoção e para ampliar seu esforço de construir uma marca pessoas. Essa também é uma estratégia promocional recomendada para direcionar tráfego para seu site. Há muitos locais onde você pode estar presente: LinkedIn, Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Medium, Pinterest e outros.
No entanto, não é necessário estar ativo em todas elas. Como você é uma pessoa só, isso pode se tornar confuso e acabar sendo ineficaz. Comece pelas redes mais populares e relevantes e depois, se tiver tempo, você pode trabalhar com outras redes que sirvam melhor aos seus propósitos e ao seu nicho (plataformas focadas em vídeo, design, etc.)
De uma forma geral, as redes a seguir são as recomendadas para você focar seus esforços:
LinkedIn é sugerido para qualquer marca pessoal, pois essencialmente é um currículo sem limite de páginas. Você também pode se conectar com outros profissionais e empresas, fazer networking em grupos e individualmente, e também compartilhar atualizações.
Facebook é sem dúvida a mais popular das redes sociais. É uma plataforma repleta de oportunidades, desde criar uma página comercial no Facebook até promover campanhas, desde participar de a grupos até uma lista infinita de outras coisas. É como se fosse um volume antigo das Página Amarelas, com um montão de novos recursos. Pense nisso: Quando você quer saber mais informações sobre uma pessoa (qual é a sua aparência, o que faz, quem são seus amigos, etc.) onde você vai procurar? Provavelmente no Facebook.
Instagram é uma rede social em constante crescimento, que funciona como um ponto central da geração millenial, onde você deve focar nos aspectos visuais da sua marca, como imagens e vídeos. Existe também a Instagram Bio que descreve a sua marca em palavras, incluindo a opção de um link para seu site. O Stories do Instagram te permite atualizar seus seguidores sobre a sua vida. E os posts do Instagram são um excelente local para compartilhar conteúdo permanente em seu perfil e seu feed. Inclua nos seus posts hashtags populares do Instagram para alcançar mais seguidores e conseguir um maior engajamento com o seu conteúdo.
Outras redes sociais que você pode levar em consideração são o YouTube (para vídeos), Medium (para artigos), Twitter (para conteúdo de formato curto) e Pinterest (para ideias criativas e design). Quanto ao uso destas redes em prol de seu personal branding, tudo depende das especificidades do seu nicho. Em outras palavras, nem sempre vale a pena estar presente em todas plataformas.
C. Crie um logo
O logo é a representação visual da sua marca. Exatamente como o seu rosto, o logo é um símbolo que todo mundo vai associar a você e ao seu trabalho. Ele pode ser colocado em todos os lugares, do seu site às suas redes sociais, passando por cartões de visita, currículo e muito mais.
D. Tenha um endereço de email personalizado com a sua marca
Infelizmente, estudos indicam que um endereço de email que não transmite profissionalismo é um grande problema para 35% dos empregadores. Quando for se comunicar com clientes, potenciais empregadores, mentores e pessoas a quem orienta, além de outras pessoas na sua vida profissional, o ideal é sempre passar a melhor impressão possível. Para que isso aconteça um endereço de email personalizado é imprescindível.
Você pode facilmente criar um endereço de email personalizado. Basta colocar o domínio do seu site como seu email, por exemplo, contato@joaoconsultoria.com em vez de algo mais genérico ou menos profissional como joaoconsultoria@gmail.com. Pode confiar, essa pequena alteração vai fazer maravilhas pela sua reputação.
Conclusão: a essência do personal branding
Tome uma atitude. Se você não tiver o controle do seu personal branding, outras pessoas acabarão moldando sua imagem por você.
Descubra qual o seu propósito analisando pontos fortes, valores, experiências e público-alvo.
Faça desse propósito uma história memorável, a ser compartilhada onde for possível: redes sociais, seu site, em conversas, etc.
Preste atenção à forma como você se apresenta em todas os momentos da sua vida, tanto cara-a-cara como através da internet.
Construa sua credibilidade associando-se a comunidades e organizações que estejam alinhadas com seu foco ou objetivo.
Crie seus recursos profissionais: site de currículo, logo, endereço comercial e contas da sua marca nas redes sociais.
Se a sua empresa valoriza estar sempre antenada com as mais recentes novidades, então estar atento às tendências nas redes sociais faz parte do trabalho no mundo virtual e de social listening. Não estamos falando apenas de postar regularmente, apesar de que responder às questões e preocupações dos clientes é essencial. No entanto, se você já se vê inundado por Tweets, posts no Facebook, e mensagens no Instagram, já imaginou quantas pessoas estão debatendo sobre sobre a sua empresa ou seu produto por aí sem marcar seu nome?
Há tantas conversas acontecendo nas redes sociais, e muitas que dizem respeito à sua empresa podem passar despercebidas se você não for mencionado ou marcado no próprio post. Se você deixa escapar essas conversas, também deixa escapar oportunidades para ajudar seus clientes ou encontrar potenciais novos clientes. Além disso, essas conversas permitem ter uma ideia de como outras pessoas se sentem em relação à sua empresa. Isso chama-se “social listening” (monitoramento das redes sociais) e é uma tática vital para melhorar a percepção da sua marca.
A seguir vamos mostrar do que trata o “social listening” e como você pode colocar isso em prática no seu próprio negócio.
O que é o social listening?
O social listening é efetivamente o monitoramento de conversas que acontecem nas redes sociais sobre a sua marca, produtos, seus concorrentes ou outras palavras-chave relevantes ao seu mercado. A partir disso, você pode tentar encontrar respostas a essas conversas. Estas respostas podem ser na forma literal de uma resposta a um post nas redes sociais ou um ajuste na sua estratégia de marketing devido a um feedback que você encontrou.
Em uma tradução livre, social listening significa “escutar as redes sociais, e permite que as marcas sejam proativas em conversas sobre elas próprias, melhorando a credibilidade, relevância social e confiança com seu público.
O social listening também permite ver o sentimento das redes sociais, que é a forma como as pessoas percebem a sua marca, avaliando se as respostas recebidas tanto num post particular (normalmente chamado de social mention) ou em algo mais abrangente, por exemplo, a conta como um todo, são positivas, negativas ou neutras. Com esse conhecimento, você pode responder de acordo, alterando a redação, a estratégia de publicidade, o planejamento para redes sociais e outras coisas mais, de forma a aumentar as reações positivas.
Social listening versus monitoramento social
Se você é novato no mundo do gerenciamento das redes sociais do seu negócio, os termos “social listening” e “monitoramento social” podem parecer sinônimos, mas não são. Apesar de ambos terem semelhanças, cada um tem o seu propósito e seus benefícios.
O monitoramento social é o ato de responder a comentários, questões e problemas dos clientes à medida que estes são recebidos. Trata-se de um comportamento reativo, cujo objetivo é levar cliente do ponto A ao ponto B – seja o ponto B um tutorial, um artigo de suporte que ensina a solucionar o problema ou informação como, por exemplo, como entrar em contato com o suporte. Este tipo de interação não só é vital para os clientes, mas também é o mínimo que deve ser oferecido nas redes sociais pela sua marca.
Por outro lado, o social listening é proativo. Ele dá um passo atrás para enxergar o macro do social mention: Como as pessoas falam sobre a sua marca naquelas conversas nas quais você não foi marcado. Para muitas empresas que não fazem social listening, essas conversas estão tão longe quanto a dark web, e esses dados preciosos ficam perdidos no espaço. E não se trata apenas da sua marca. O social listening abrange o mercado por inteiro, possibilitando identificar tendências, manter-se informado sobre a concorrência e deixar os clientes cientes de que você está à disposição deles sempre que precisarem.
Por quê social listening é importante?
Agora que você já sabe a diferença entre monitoramento social e social listening, fica um pouco mais fácil ter uma noção da importância do social listening. Em poucas palavras, ele traz um conhecimento que o monitoramento social sequer pretende oferecer. Isso não quer dizer que essa tática de reação não é importante, mas há algumas coisas que você não consegue ter com o monitoramento, mas consegue com o social listening.
Tática proativa: Tome a iniciativa e crie oportunidades a partir de social mentions, em vez de ficar esperando por elas.
Identificar clientes satisfeitos: Surpreenda e encante clientes satisfeitos com um agradecimento, ou oferecendo ofertas especiais e benefícios.
Encontre clientes insatisfeitos: Tome a iniciativa de contactar aos clientes insatisfeitos antes mesmo de ser procurado, e encaminhe-os para as soluções que eles buscam.
Identifique influenciadores no seu mercado: Identifique perfis nas redes sociais que tenham influência no seu mercado.
Dite as tendências no seu mercado: Prepare posts relevantes e precisos que respondam aos assuntos do momento do seu mercado.
Identifique potenciais clientes: Entre na conversa quando as pessoas estiverem procurando por sugestões do seu mercado.
Ofereça atendimento aos clientes: Ofereça ajuda aos clientes ou lembre-os que você está à disposição para ajudá-los se precisarem.
Evite pesadelos de RP: Resolva qualquer situação potencialmente prejudicial à sua marca antes que cresça e necessita de ações mais drásticas para controlar os danos.
Tenha uma ideia do que as pessoas pensam sobre a sua marca: Sem adicionar uma menção ou marcar você diretamente em um post, as pessoas tendem a falar mais livremente sobre a sua marca, permitindo que você tenha uma ideia de como sua marca é vista. Esse tipo de feedback do consumidor é inestimável.
Social listening em ação
Ainda que hoje estejamos falando mais de escutar, há vezes em que é preciso ver para crer. Podemos mencionar mil maneiras que as empresas encontram de usar o social listening, mas nada funciona tão bem como um exemplo da vida real. Para isso, listamos um caso de sucesso em que uma grande marca analisou os social mentions e decidiu entrar em ação criando conteúdo estratégico para as redes sociais.
Há vezes em que basta mostrar que você está atento. A Netflix provou isso de uma forma fantástica. Eles receberam diversas reclamações nas redes sociais de usuários que caíam no sono enquanto assistiam a alguma coisa e aí acordavam tantos episódios depois que acabavam assistindo a spoilers. Eles decidiram reagir da forma mais hilária: fizeram meias. Mas não quaisquer meias – meias com um sistema embutido que detecta o sono e pausa a Netflix se você cochilar.
Cair no sono enquanto assiste Netflix não é nem de longe o problema da Netflix. Mesmo assim, as meias que eles criaram foram uma resposta aos social mentions dos seus usuários. É muito divertido, e pode-se dizer que vai além de ser apenas inteligente. E o melhor de tudo é que as meias ganharam um prêmio no Shorty Awards por Uso Mais Criativo da Tecnologia.
Ferramentas de social listening
Depois de ler sobre as oportunidades que pode aproveitar com o social listening, temos certeza de que você está muito entusiasmado para começar a experimentar. Não seria correto deixar você começar sem primeiro mostrar as ferramentas que facilitam muito todo esse processo.
Hootsuite Insights: O Hootsuite Insights não apenas oferece um rico conjunto de ferramentas especificamente direcionadas para o monitorar os social mentions, como também inclui uma análise do sentimento do conteúdo das redes sociais, além de tendências e relatórios detalhados sobre o desempenho.
Brandwatch: Esta é uma ferramenta do tipo “faz tudo”, que talvez seja exagerada para muitas pequenas empresas. Mesmo assim, a Brandwatch oferece um fantástico conjunto de ferramentas para coisas como análise da concorrência, gerenciamento da marca, marketing de influência e muito, muito mais.
Awario: Se você está procurando por um conjunto avançado de ferramentas de social listening, o Awario pode ajudar. Ele se especializa em monitoramento das redes sociais, “social selling”, social listening para equipes, agências e para marketing de influência.
Audiense: Se você está buscando entender seu público mais profundamente, o Audiense Insights definitivamente deve estar na sua lista de candidatos. Esteja você procurando compreender seu público ou querendo desenvolvê-lo mais ainda, o Audiense te ajuda a chegar lá.
Sprout Social: Dizer que o Sprout Social oferece um elaborado conjunto de soluções seria um eufemismo, pois é muito mais do que isso. Seja para monitoramento social, atendimento ao cliente ou dados e análises (incluindo o social listening), seria muito difícil não recomendá-lo. Começar com o Sprout Social pode ser uma ideia inteligente se você planeja buscar mais soluções para gerenciamento das redes sociais depois que passar a dominar o social listening.
Uma das coisas mais difíceis que uma pequena empresa pode ter que fazer é ficar cara a cara com seu público-alvo e conseguir reter sua atenção sem ser imediatamente dispensada. A forma como as pessoas respondem aos anúncios hoje em dia é bem diferente do que já foi no passado, o que torna tudo muito mais difícil para quem está apenas começando.
Isso se deve a diversos fatores: o número de anúncios mostrados, os truques do marketing aos já nos acostumamos, e a total falta de originalidade. Devido ao número de anúncios mostrados e à crescente familiaridade com os truques do marketing, está ficando cada vez mais difícil conseguir atrair a atenção dos consumidores – sendo especialmente difícil para aqueles que estão apenas começando no ramo dos negócios. Esteja você lutando para alcançar seu público de forma efetiva, ou tentando ficar à frente da concorrência, talvez seja uma boa ideia pensar em marketing de influência.
Marketing de influência é uma colaboração entre você e alguém que seu público segue nas redes sociais, e cuja opinião respeita. Na verdade, vai muito além disso, mas a seguir vamos apresentar o básico e mostrar como utilizar essa forma popular de marketing.
Quem é considerado um influenciador?
Essa parece ser a pergunta que todos se fazem hoje em dia. Pode até parecer que qualquer pessoa que habitualmente tira uma foto com uma cara sorridente compartilhando seu café-da-manhã de domingo é um influenciador, mas isso simplesmente não é verdade. Outro erro comum é fácil pressupor que qualquer pessoa com um número bem grande de seguidores nas redes sociais é um influenciador, o que tecnicamente também não é correto, ainda que um grande público faça parte do mundo dos influenciadores.
Um influenciador é alguém que efetivamente pode influenciar a decisão de compra das pessoas. Influenciadores em geral são pessoas com grande conhecimento e credibilidade em um nicho de mercado, e ativamente engajados com seus membros. Vejamos, por exemplo, a maquiadora Nikkie De Jager (@NIKKIETUTORIALS). Ela compartilha valiosas técnicas e trabalhos impressionantes, o que já lhe rendeu mais de 12 milhões de seguidores no Instagram.
O que torna essas estrelas das redes sociais mais eficientes é terem constituído a si mesmos como marcas – e o fato de que seus seguidores os consideram marcas autênticas e confiáveis. Dessa forma, quando promovem outras marcas, é muito provável que seus seguidores confiem nas suas recomendações.
Os influencers também se esforçam muito para aprender e para se especializar em um assunto em particular. É esse tipo de especialização que os projeta muito além de meros garotos-propaganda tradicionais. Ao invés disso, os influenciadores construíram-se como marcas independentes e facilmente identificáveis. Em função disso, eles usam essa plataforma para promover outras marcas alinhadas com seus valores e suas perspectivas.
De certa forma, eles são seus próprios vendedores, e é assim mesmo que deve ser. Conhecer determinado assunto não vai levar a nada, a não ser que você resolva mostrá-lo para o mundo.
Tipos de influenciadores
Assim como há diferentes públicos para os quais anunciar, há também diferentes tipos de influenciadores com os quais se associar, cada um com sua especialidade e seu mercado.
Os influencers podem ser celebridades, jornalistas e repórteres, blogueiros e vlogueiros, e criadores de conteúdo de outros tipos. Cada estilo tem seu próprio público, é expert no seu campo, e o tamanho e natureza de cada um devem ser levados em consideração quando você for procurar um influenciador com quem trabalhar em uma campanha.
Se você ainda está apenas começando a trabalhar com o marketing de influência, ou está tentando entrar em um nicho extremamente específico, pode ser válido dar uma olhada nos micro influenciadores. Diferente dos influenciadores típicos, os “micro” tendem a ser “gente como a gente”, pessoas normais que têm um conhecimento sobre determinado assunto pouco popular, mas que têm seus próprios seguidores fiéis. Estes influencers podem ser considerados mais confiáveis do que perfis mais conhecidos.
O número de seguidores necessários para alguém ser categorizado como micro influenciador é altamente discutível. Alguns falam em menos de 2.000 seguidores, enquanto outros dizem que é necessário um mínimo de 3.000, e outros ainda sugerem de 1.000 a 10.000 ou de 1.000 a 100.000 seguidores. Independente da ordem de grandeza que você considera ideal, os micro influenciadores são uma prova que não é necessário um contrato milionário para realmente conseguir alcançar seu público.
Apenas saiba que, quando você escolhe alguém no espectro inferior dos influenciadores, a atmosfera que está buscando para a sua campanha é de uma “pessoa normal” falando para “pessoas normais” – aquele conceito de “gente como a gente”, que mencionado acima. À medida que vai subindo nesse espectro, é mais provável que vá trabalhar com experts do mercado, executivos e celebridades.
O que é marketing de influência?
Agora que você já sabe o que é um influenciador e já conhece alguns dos tipos de influenciadores, é mais fácil definir o que é realmente o marketing de influência, também conhecido por seu nome original em inglês: influencer marketing.
O marketing de influência usa campanhas de colaboração entre o influenciador e a marca. O influenciador usa o seu alcance para aumentar a consciência da marca ou de um produto específico entre seus seguidores, que preferencialmente representam uma fatia da população similar ao público-alvo da empresa patrocinadora. Criar campanhas com influencer pode ser ótimo para a expansão do público, para a geração de leads, aumento das vendas, engajamento e fidelização.
As campanhas de marketing de influência são criadas para refletir o estilo de ambas as partes. O atrativo da campanha para o público deve funcionar para ambos os lados, tanto para os seguidores do influenciador que não estão familiarizados com a marca como para os seguidores da marca que possivelmente não estão familiarizados com o influenciador. Dito isso, é o alcance do influenciador e do seu público que normalmente fazem a diferença.
No geral, o marketing de influência pode ajudar a divulgar novidades sobre a sua marca ou produto com a ajuda de uma figura conhecida, que tem influência no seu mercado. Exatamente como qualquer outra ferramenta importante para o seu negócio, o marketing de influência é uma outra forma de dialogar com seu público-alvo.
O marketing de influência em números
Se você ainda está em cima do muro, sem saber se deve ou não dar uma chance ao marketing de influência, veja essas estatísticas para ter a noção do tamanho deste potencial.
Às vezes, menos é mais: Estudos mostram que os micro influenciadores tendem a ter mais engajamento do que as celebridades.
Um mercado que não perde força: Estima-se que o mercado de influenciadores alcançará de 5 a 10 bilhões de dólares em 2020.
Aprovado por marqueteiros: 89% dos marqueteiros dizem que o retorno do investimento (ROI) no marketing de influência é tão bom quanto, ou melhor do que, outros métodos.
Porém encontrar a pessoa certa é difícil: 61% dos marqueteiros dizem que seu principal desafio no marketing de influência é encontrar o melhor influencer para as campanhas.
Como encontrar influenciadores
Tendo em mente a última estatística acima, é importante que você invista um bom tempo procurando o influenciador certo para a sua campanha. Você precisará ter certeza de que seus objetivos, público e expectativas estão alinhados do princípio ao fim – mas isso é só para quando você encontrar o melhor influenciador. Primeiramente, como encontrar o melhor parceiro? Experimente as fontes a seguir:
Blogs e publicações online
Se está procurando um especialista em um assunto, um bom começo é encontrar um redator ou repórter no seu mercado. Se já tem alguém em mente, certifique-se de pesquisar mais a fundo, lendo um pouco do conteúdo que essa pessoa já tenha publicado.
Redes sociais
Esse deve ser o caminho mais óbvio. Mesmo se você não está procurando especificamente um influenciador que faça sucesso nas redes sociais, ainda assim há uma grande chance do seu candidato ter muitos seguidores em alguma plataforma. Desta forma, é possível ver como ele interage com o público.
Seu próprio público pode ser uma excelente fonte para encontrar um influenciador nas redes sociais. Fique de olho em contas que são mencionadas continuamente, que sejam marcadas em muitos posts ou que tenham seus posts compartilhados frequentemente.
Ainda está procurando um influenciador nas redes sociais? Bem, por que não usa a busca? Ela é sua amiga e você deve poder encontrar tanto conteúdo relevante como pessoas fazendo buscas por palavras-chave e hashtags pertinentes ao seu mercado.
Motores de busca
Por falar em busca, você já tentou o Google? Pode até parecer meio bobo, mas fazer a busca por um influenciador junto ao nome do seu mercado (‘o mercado do seu negócio’ + ‘influenciador’, por exemplo: estética bucal influenciador) na caixa de buscas pode trazer resultados interessantes. Mesmo que o resultado direcione para uma das outras ferramentas, onde poderá encontrar um influenciador, dificilmente vai errar usando o motor de busca mais popular do mundo. Obviamente você vai precisar pesquisar mais sobre o seu influenciador para se certificar que está alinhado com seus valores e é a pessoa adequada de uma forma geral.
Software online para influenciadores
Com o crescimento contínuo do marketing de influência, não é nenhuma surpresa encontrar serviços especializados para encontrar influenciadores. Um dos sites mais populares que existem por aí para isso é o BuzzSumo. É possível encontrar influenciadores por tópico ou por localização, e analisá-los em termos alcance, influência e engajamento.
Firmas de marketing de influência
Se você tem o orçamento e não tem tempo, contratar uma agência é uma alternativa. Talvez dessa forma você não aprenda tanto sobre o processo como se fizesse tudo por conta própria, mas as agências podem ajudar a alcançar seus objetivos. Desde identificar influenciadores até administrar seu network, passando por criar uma estratégia social completa, eles cuidam de tudo.
Exemplos de marketing de influência
H&M
A H&M é uma das marcas de moda mais conhecidas do mundo. Sua presença global ajuda a explicar seu impressionante alcance nas redes sociais, como por exemplo, seus 32 milhões de seguidores no Instagram. E há um motivo para isso: um olhar rápido na conta oficial @hm no Instagram também encontra uma vitrine muito bem concebida. A marca também tem uma grande familiaridade com o marketing de influência. As campanhas já incluíram @lauratobon, @sicerelyjules e @elavelden.
Uber
O serviço de transporte Uber criou a série #NaCaraDoGol, onde jogadores de futebol do passado e do presente viajam com motoristas do aplicativo e batem um papo divertido e emocionante.
“O que é que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos rosa, mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem” divagava a Julieta de Shakespeare. De fato, o delicado perfume das flores não vem de seu nome. E na hora de criar um site, da mesma forma como na colheita das rosas, um nome ou nesse caso um nome de domínio próprio para seu site, nunca pode transformar por completo o conteúdo das páginas. No entanto, os domínios têm um papel crucial na credibilidade e na força da marca de um site, podendo até afetar o posicionamento do site nos resultados de busca.
Escolher um domínio é uma parte importante da sua presença online por três razões:
1. Dá um ar de profissionalismo: Funcionando como o seu endereço comercial online, um domínio personalizado e bem escolhido contribui para o profissionalismo e o reconhecimento do seu site, fazendo sua empresa parecer mais séria e bem estabelecida.
2. Facilita para que seu site seja encontrado: Escolher um bom domínio para seu site pode torná-lo mais facilmente lembrado, ajudando aos potenciais clientes a encontrá-lo com mínimo esforço. Um domínio adequado à sua empresa e facilmente lembrado significa mais olhos vendo sua página na web.
3. Dá uma alavancada no seu SEO: Por fim, pela perspectiva do SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Motores de Busca no idioma de Camões), seu domínio pode ter um papel importante. Apesar de haver muitos fatores envolvidos no SEO do seu site, o domínio deve ser mais um elemento a ser levado em consideração.
O que é um domínio?
Um domínio, ou nome de domínio, é seu endereço exclusivo na internet, composto pelo nome do seu site e sufixo (ou extensão). Isso não deve ser confundido com um URL, que é um endereço mais específico na web, direcionando para uma única página de um site.
Agora que já esclarecemos o que é um nome de domínio, veja a seguir como escolher o domínio perfeito para seu site. Suas principais características devem ser:
Ser conciso
Ser fácil de digitar e de pronunciar
Ater-se apenas às letras alfabéticas
Mencionar sua marca
Incluir palavras-chave, caso necessário
Realçar suas raízes locais
Evitar problemas jurídicos
Escolher a extensão certa para o domínio
Verificar a disponibilidade nas redes sociais
Planejar tudo antecipadamente
01. Ser Conciso
Tecnicamente falando, nomes de domínio podem se estender por até 63 caracteres. Entretanto, não recomendamos registrar um domínio desse tamanho, pois seria cansativo, difícil de digitar e quase impossível de lembrar. Por isso, certifique-se de ter um nome de domínio curto.
O ideal para um domínio é ter um tamanho entre 3 a 12 caracteres. Se o nome que você tinha em mente for maior do que isso, pense se é possível encurtá-lo ou adotar uma alternativa completamente diferente.
02. Ser fácil de digitar e de pronunciar
Você não vai querer que seus potenciais visitantes esquentem a cabeça com detalhes ortográficos para chegar à sua página. Por esse motivo, procure um nome de domínio que seja fácil de falar e de digitar. É melhor evitar palavras que as pessoas tendem a escrever errado, ou qualquer nome que requer olhar mais de uma vez antes de conseguir pronunciar.
Peça a alguns amigos para testar o domínio que você escolheu, e veja se eles acertam de primeira. Se surgir qualquer dificuldade, é melhor partir para um nome diferente.
Caso você esteja planejando usar seu próprio nome como domínio, mas seu sobrenome não tenho uma ortografia intuitiva, procure alternativas para contornar essa situação. Uma possibilidade é usar uma combinação do seu primeiro nome e do seu nome do meio, caso tenha. Outra possibilidade é combinar seu primeiro nome com sua especialidade (como “cozinhandocommateus”).
Uma outra boa prática é afastar-se dos modismo, e escrever todas as palavras por extenso. Por exemplo, use “você” em vez de “vc” e cuidado com palavras que podem ser soletradas de diversas formas.
03. Ater-se apenas às letras alfabéticas
Ao contrário da senha do seu email, seu nome de domínio não pode ser uma sequência de caracteres que só faz sentido para você. Portanto, evite usar caracteres especiais como hífens e números. Números e hífens são muito confusos e mais difíceis de lembrar e de digitar. Números podem deixar as pessoas pensando se é para usar o próprio algarismo ou para soletrar (é para usar 10 ou escrever dez?).
Hífens, por outro lado, são fáceis de deixar escapar ou de colocar no lugar errado ao digitar, e não são facilmente acessíveis de imediato na maioria dos teclados dos smartphones. Portanto, o melhor é excluí-los totalmente do seu domínio.
04. Mencionar sua marca
Uma excelente identidade de marca é composta de diferentes elementos, que se juntam para contar uma história coesa. Seu nome de domínio deve estar alinhado com o restante dos seus ativos de marketing, como seu logo e com a voz e o tom da marca, para que fale a mesma linguagem e transmita a mesma mensagem.
Seu nome de domínio pode ser o mesmo que seu nome comercial, ou uma variação dele, ou ainda o seu nome comercial com uma palavra-chave adicionada (como está descrito abaixo). Se você ainda não escolheu o nome da empresa, invista um tempo pensando em um nome que seja atraente e transmita o espírito da sua marca. Você pode inventar novas palavras que tenham um som simples e agradável (como Wix e Google), procurar no dicionário termos com algum significado ou até fazer uma sessão de brainstorm com outras pessoas, para fazer suas ideias fluírem melhor.
05. Incluir palavras-chave, caso necessário
Através de práticas de SEO, você pode melhorar suas chances de aparecer no Google quando as pessoas buscarem por uma empresa como a sua. Uma excelente dica de SEO é incluir uma palavra-chave relevante no seu nome de domínio. Isso pode ajudar tanto os visitantes do seu site quanto os robôs dos motores de busca a associarem seu site com o seu principal campo de especialização e, dessa forma, ajudar o site a ter um melhor posicionamento para esse tópico.
Apesar de ser uma prática benéfica, é preciso usar palavras-chave com moderação, e apenas quando encaixam-se no seu nome de domínio de forma bem natural. Se não for assim, é melhor não forçar a barra, pois um domínio exageradamente otimizado pode passar a ideia de spam. Em outras palavras, a estratégia de SEO em nomes de domínio é valiosa, mas não é obrigatória.
Não deixe de incluir a palavra-chave no domínio se o resultado final for elegante e memorável. Se você é dono de um restaurante de peixe em Búzios, o domínio para seu site de restaurante podia ser restaurantepescadobuzios.com.br. No caso de você estar criando seu site pessoal de fotografia, adicionar a palavra “fotografia” ao seu nome pode ser um toque a mais – por exemplo: josesilvafotografia.com.br.
06. Realçar suas raízes locais
Se a sua empresa opera apenas em um país específico, dar um destaque à sua localização no domínio pode ajudar a atrair mais tráfego através do SEO local. A sua localização pode ser incorporada ao nome de domínio como a sua extensão ao invés de só “.com” que é mais comum. Por exemplo, o site de uma loja de patins do Brasil pode ter como nome de domínio lojadepatins.com.br.
07. Evitar problemas jurídicos
Antes de comprar o domínio, certifique-se de que não está infringindo nada em relação à concorrência. Pesquise os bancos de dados de marcas registradas e de direitos autorais, além das marcas dos concorrentes. Adotar um nome de domínio que já foi adotado por outras marcas, mesmo que indiretamente (que tenha sido usado de outra forma que não no domínio propriamente dito), pode gerar confusão nos clientes e possivelmente também questões jurídicas. Portanto, vale a pena investir um tempo para tomar uma decisão informada, baseada em bastante pesquisa.
08. Escolher a extensão certa para o domínio
A extensão do seu domínio é o sufixo ao final do seu nome de domínio, também conhecida como TLD – Top Level Domain em inglês – ou Domínio de Topo em português. Apesar do “.com” ser certamente a extensão mais comum, há muitas outras opções que podem servir a diferentes necessidades nos diversos sites.
Essas extensões servem ao propósito de explicar melhor do que trata o site. Por exemplo, “.org” significa que o site pertence a uma organização sem fins lucrativos. Entretanto, as extensões também podem ser uma excelente alternativa, caso a sua ideia para o nome de domínio já esteja sendo usada na versão “.com”.
Há muitas extensões de domínio disponíveis que vão desde o mais excêntrico (como “.guru”) até o mais explicativo (como “.tv”). Veja a seguir apenas algumas das principais extensões de domínio com a respectiva explicação:
.com: abreviação de “comercial”, é uma extensão de domínio amplamente difundida, e é quase um sinônimo de “internet”. É a mais confiada e a mais bem conhecida das extensões e, na dúvida, costuma ser a melhor opção. A extensão “.com” é associada com empresas que têm fins lucrativos.
.org: abreviação de “organização”, é uma extensão de domínio que muito frequentemente é usada para organizações sem fins lucrativos. Por exemplo: wikipedia.org.
.net: refere-se literalmente à própria internet e é uma extensão usada geralmente por negócios online, startups e aplicativos ou serviços de alta tecnologia. Por exemplo: netcombo.net.
.info: esta extensão é uma abreviação de “informação” e geralmente é usada para sites informativos ou educacionais.
.me: uma extensão altamente adequada para sites de currículo, blogs, portfólios e sites pessoais.
Extensões locais: como mencionado anteriormente, este tipo de extensão mostra a sua localização física e pode até dar uma alavancada no seu SEO. Alguns exemplos incluem “.br” para o Brasil e “.pt.” para Portugal.
09. Verificar a disponibilidade nas redes sociais
O nome de domínio deve ser consistente com todos os seus elementos de branding. Isso inclui seu branding para as redes sociais e qualquer outro local onde sua marca apareça na internet. Manter o mesmo nome em todos os canais contribui para uma experiência de usuário mais tranquila, e para uma presença online mais forte, que transmite uma sensação de familiaridade e confiança.
Por esse motivo, certifique-se de que seu nome de domínio também está disponível como nome de usuário em diferentes redes sociais antes de adquiri-lo.
10. Planejar tudo antecipadamente
Este passo não é obrigatório, mas se você visualiza um futuro de crescimento para sua marca, talvez seja bom planejá-lo desde o início. Compre diversas variações do seu nome de domínio para garantir que fiquem nas suas mãos e protegê-las dos concorrentes. Isto significa diferentes extensões de domínio (tanto o “.com” quanto o “.co” por exemplo) ou opções semelhantes do mesmo nome (por exemplo, com e sem o artigo definido no início – padaria.com e apadaria.com). Isto é bastante útil, pois é possível conectar vários domínios ao mesmo site.
Além disso, certifique-se de que o domínio escolhido não impossibilitará sua empresa de expandir mais adiante. Por exemplo, se o seu salão no momento oferece serviços de manicure e pedicure, mas você almeja um dia entrar também com serviços de cabeleireiro e tratamentos de beleza – verifique se o seu nome de domínio é abrangente para também englobar seus futuros empreendimentos.
Como registrar um nome de domínio
É provável que, a esta altura, você já saiba qual domínio gostaria de usar para seu site. Certifique-se de comprar seu domínio de um registrador de domínios autorizado. Um registrador credenciado vai lidar com o ICANN (o órgão internacional responsável pelos domínios a nível mundial) em seu nome, de forma a proteger seu nome de domínio e garantir que ele continue sendo seu e de mais ninguém durante todo o tempo que você o tenha registrado.
Se você está curioso para saber quanto custa um nome de domínio, note que os preços podem variar em função dos mais diversos fatores, como a extensão do domínio e os termos que você selecionou (como registrar um domínio por um período mais longo de tempo).
Combinando a hospedagem de site e o registro de domínio, planos como estes proporcionam uma solução tudo-em-um para as empresas, onde você pode construir seu site, registrar e conectar seu domínio, tudo sem mais problemas, além de também poder desfrutar de muitas outras ferramentas profissionais online, tudo sob um único teto.
Existem diversos truques de Psicologia para Vender Mais, não há nenhuma fórmula mágica, nem receita de bolo para forçar as pessoas a comprar seus produtos. Você pode lançar uma promoção, renovar o design da sua loja virtual ou anunciar o que quiser da sua empresa, mas há um limite até onde você pode ir para vender mais. Na maioria das vezes, o sucesso de uma loja ou marca específica é o resultado de uma combinação de fatores e técnicas de vendas, e não apenas um.
O mais importante para vender mais e melhor é ter consciência de que somos todos humanos, e que temos a tendência a responder da mesma forma a certos estímulos, sob a perspectiva da psicologia. Se soubermos compreender e tirar proveito do funcionamento do cérebro, podemos aprender alguns pequenos truques para que os consumidores considerem seus produtos irresistíveis.
Quer saber como vender mais? A seguir vamos mostrar 10 dicas da psicologia de vendas para convencer potenciais clientes e alcançar seus objetivos.
01. Mantenha o foco no cliente
Marc Wayshak, estrategista de vendas e autor de bestsellers diz que potenciais clientes, ao interagir com um vendedor, perguntam a si mesmos as seguintes duas questões:
Será que essa conversa vale o meu tempo?
A solução desse vendedor vai me ajudar a resolver um problema importante?
Como dono de uma empresa, você sabe tudo sobre seus produtos e/ou serviços. Isso é um fato indiscutível. No entanto, seus clientes em potencial não querem necessariamente saber tudo nos mínimos detalhes. Na realidade, uma das principais técnicas de vendas é fazer o cliente sentir que está no centro das atenções, e o produto é apenas seu complemento. Feche essa venda mostrando como seu serviço pode facilitar a vida deles e destaque seu conhecimento, mas sem apelar para aquele já conhecido “papo de vendedor”.
As pessoas são egocêntricas, e querem saber o que vão lucrar com o negócio. E se não for explicitamente demonstrado ou, pior ainda, ficar sem resposta, você já perdeu a venda. Ao contrário, se você ficar mais tempo focado em melhorar a vida dos seus consumidores, vai parecer mais como uma conversa e menos como um discurso de vendas – e os clientes vão gostar.
02. Escassez vende
Não há nada como acessar sites de eCommerce e lojas virtuais apenas “olhar a vitrine digital” e acabar encontrando alguma coisa que você realmente quer. Você acaba percebendo que sequer precisa desse produto na sua vida, e acaba desistindo. E é aí que você vê: só restam três unidades no estoque. Seu desejo de ter o produto dispara, mesmo se não conseguiu encontrar uma necessidade. Diversos “e se” ridículos inundam a sua mente à medida que você se convence que comprar esse produto no momento é a coisa mais inteligente e prática a fazer.
Pronto! A escassez te pegou. Essa técnica de vendas é uma constante em muitas lojas virtuais para vender mais. Mostrar o número de itens no estoque, especialmente quando o número é bem baixo, cria uma sensação de urgência e necessidade de agir rápido.
O Dr. Robert Cialdini, autor de As Armas da Persuasão, faz da escassez um dos sete principais princípios da persuasão e diz que as pessoas sentem-se incapazes de resistir ao produto que cuja disponibilidade está escassa:“É fácil perceber que estão usando a escassez para nos pressionar, mas é difícil resistir. Parte do problema é a reação típica à escassez que limita a nossa capacidade de raciocínio. Quando vemos algo que queremos ficar menos disponível, uma agitação física toma conta de nós”.
Quando uma gigante do varejo online, como a Amazon, mostra “vendendo rapidamente” ou “restam poucas peças no estoque”, podemos achar que “poucos” pode querer dizer 75 itens. Agora quando diz explicitamente que só restam 2 peças de um item no estoque, pode despertar a ansiedade por haver a possibilidade de não conseguir adquirir o produto. Vêm instantaneamente à mente questões como quando o estoque será reposto e, se for um item muito popular, a rapidez com que sai, para justificar a opção de comprar imediatamente. A escassez pode induzir à ação, pois ela é o gatilho para o sentimento de “dor de cotovelo” (em inglês, FOMO – Fear Of Missing Out) apesar da técnica de vendas mais recomendada para obter esse efeito ser diferente.
Escassez não se refere apenas à quantidade limitada, mas também ao limite de tempo. Podemos afirmar que escassez é a forma abreviada de dizer “tempo limitado” ou “itens sazonais”. No Starbucks, os cafés “favoritos da estação” só estão disponíveis durante alguns meses por ano. As pessoas que adoram essas bebidas sabem que só podem apreciá-los por um breve período de tempo.
03. Apele para as emoções
Se você realmente quer fazer as pessoas se lembrarem de alguma coisa, jogue com as suas emoções. Seja para conseguir lágrimas de alegria, risadas histéricas ou momentos comoventes, esta é uma tática que vai muito longe. Estudos indicam que as emoções são a parte central de praticamente qualquer decisão tomada pelo ser humano, incluindo seu comportamento quando faz compras. E os marqueteiros já usam os sentimentos há um bom tempo para vender mais.
Quando se trata de publicidade, o que importa é ser lembrado. Hoje em dia, tantos anúncios são despejados diante dos olhos dos consumidores, que elas praticamente criaram uma proteção mental ao redor do cérebro para conseguir ignorá-los. Isso provoca todo um desafio para o marqueteiro, mas se conseguir atraí-los com a emoção, pode vencer essa barreira mental e diminuir a resistência para vender mais e melhor.
O ser humano é motivado pelas emoções e um anúncio que consiga usá-las de forma eficiente pode fazer o público sentir-se abraçado, único e é mais esperto que os demais. Esse tipo de motivação por parte dos consumidores é um excelente uso da psicologia de vendas em prol de sua marca. Emoções positivas promovem uma conexão.
Mas nem tudo são flores. Muitos anúncios foram criados para chocar o usuário e atrair sua atenção. Estes anúncios, frequentemente memoráveis, por vezes chegam a ser inesquecíveis, sejam pelo bem ou pelo mal. Alguns dos melhores anúncios desse tipo podem ser encontrados no marketing de guerrilha e requerem atenção como nenhum outro. Tenha cuidado ao apostar em emoções negativas, uma vez que elas podem facilmente produzir um efeito contrário.
Estudo de caso: Em busca do amor (no Google)
As grandes empresas sabem como mexer com as emoções. Dê uma olhada nesse anúncio do Google.
O anúncio é simples, para que todos possam entendê-lo, e é contado usando o próprio produto do Google, ou seja: seu motor de busca. Um estudante de intercâmbio se apaixona por uma menina em Paris. As questões que ele digita no seu navegador incluem como dizer “você é muito bonita” que por sua vez leva a buscas por mais voos, trabalho e igrejas em Paris. A última busca termina com uma nota emocionante: “como montar um berço”.
O vídeo funciona muito bem, pois a maioria dos usuários considera que o motor de busca do Google é apenas um meio de informação, e nada mais. Mesmo assim, o produto está em segundo plano, e você começa a seguir a história de duas pessoas que se apaixonam, se casam e têm um filho. Como o público do Google é praticamente todo mundo, a história e o tom de emoção são universais, e a marca consegue fazê-lo na medida certa em todos os sentidos.
04. É melhor mostrar do que falar
Seu produto ou serviço é certamente a resposta a um problema do cliente. Em vez de contar para o consumidor como você é incrível, a psicologia de vendas recomenda que mostre isso a eles. Seja através de uma demonstração ao vivo, de vídeos no YouTube ou de algum outro formato, demonstrar como você pode resolver suas questões mais urgentes vai repercutir bem com seus clientes. Psicologicamente falando, permite a quem assiste enxergar-se usando o produto na sua vida diária (ou quando necessário) e isso fala muito mais alto do que qualquer anúncio que diga que o seu produto vai preencher um vazio.
O consumidor conseguir ver seu produto em ação gera uma repercussão maior do que ver o produto em uma caixa com um rótulo dizendo “funciona”! Para entender como vender mais, é preciso lembrar-se de que as ações falam mais alto que as palavras.
Experimente você mesmo
Se é preciso ver para crer, então experimentar é essencial. Para atrair mais ainda o consumidor, deixe os clientes experimentarem o produto pessoalmente sempre que houver uma oportunidade. Se você oferece um produto concreto, deixe que eles o toquem e o sintam. A expressão “experimente antes de comprar” serve tanto para o comprador em busca da compra mais inteligente quanto para o vendedor interessado em vender mais e melhor. Uma sensação de posse é criada à medida que o consumidor vai conseguindo construir um relacionamento verdadeiro com o funcionamento do produto, ainda que não tenha a obrigação de comprá-lo.
05. Use a prova social para validar seu produto
Se uma pessoa não sabe como reagir a uma certa situação, a tendência é ver como outras pessoas lidam com ela. O mesmo acontece com a decisão de compra: quando um cliente está procurando por um item específico, mas não sabe o que escolher, ele olha para outras pessoas que possam ajudá-lo a tomar a decisão. Isso é conhecido como prova social, um termo inventado por Robert Cialdini, professor de marketing e psicologia.
Para colocar isso em prática, atrair mais clientes e vender mais, dê o respaldo que seu produto e sua marca necessitam com depoimentos de outros consumidores satisfeitos. É mais do que provável que seus potenciais clientes estejam pesquisando produtos similares, e as análises são uma forma excelente de saber como é usar esse produto na vida real. Facilite a vida dos clientes e mostre-lhes a prova social que eles procuram. Além disso, é facílimo adicionar depoimentos de clientes em seu site.
Esse tipo de prova social reforça nas mentes dos compradores o conceito de que eles têm a ideia certa. Esse é um indicativo de que estão comprando um produto que já foi aprovado por muitas outras pessoas e portanto é uma aposta segura. Precisa de mais exemplos para convencer-se de como vender mais usando prova social? Veja como a seção dos Mais Vendidos da Amazon permite ver o que as outras pessoas pensam a respeito dos principais produtos disponíveis. Apesar dessa ser uma excelente forma para as pessoas verem as críticas e terem uma ideia em relação à busca por produtos, as pessoas têm uma tendência a gostar do que os outros gostam. Adicionar à sua loja virtual uma página ou coletânea dos mais vendidos pode adicionar aquela “forcinha” que o consumidor necessita para tomar a decisão final.
06. Provoque “dor de cotovelo”
As pessoas adoram um bom negócio e valorizam seu suado dinheirinho. Isso é um fato. Para estimular uma ação instantânea, muitas empresas fazem promoções relâmpago que só estarão disponíveis por algumas horas ou pouquíssimos dias. Essa técnica de vendas dispara uma reação em seus clientes fiéis e potenciais consumidores – se há um momento certo para comprar, esse momento é agora.
E o que a emoção e a psicologia de vendas têm a ver com isso? Naturalmente, o medo e o receio são emoções – e estão entre as mais fortes. Os marqueteiros canalizam o receio para criar uma sensação de urgência no processo de compra e conseguir vender mais. Nos últimos anos começamos a chamar de FOMO (do inglês Fear Of Missing Out) ou “medo de ficar de fora”, o apego às redes sociais e nosso receio de deixar escapar as novidades mais quentes. No idioma de Camões, trata-se da boa e velha “dor de cotovelo”.
Para vender mais aplicando esse sentimento ao seu negócio, crie nos clientes uma sensação de receio de que possam perder essa promoção se não tomarem uma atitude imediatamente – de que eles não podem mais esperar.
Como vender mais usando FOMO?
Dê sempre um prazo final ao criar uma promoção.
Tenha ofertas sazonais ou com limite de tempo determinado.
Ofereça um incentivo do tipo “Os primeiros # consumidores recebem um presente gratuito”.
Mostre uma prova social com críticas ou análises de clientes e de especialistas para confirmar que eles não podem ficar de fora.
07. Faça “inimigos”
Em seu livro Como influenciar a mente do consumidor, Roger Dooley detalha que por vezes alinhar a sua marca contra uma outra pode ter um efeito positivo. Pense nos anúncios da Apple estrelados por Justin Long e John Hodgman, que foram muito populares nos Estados Unidos no início dos anos 2000. Seu conceito era “Mac versus PC”. É claro que os anúncios eram sobre a rivalidade entre dois sistemas operacionais, mas focavam nos consumidores e nos tipos de pessoas que os usavam. O usuário de Apple era descolado como o Justin Long, cheio de atitude e bastante relaxado, enquanto o do Windows, representado por John Hodgman, era um homem de negócios meio nerd e tenso. Os anúncios tentavam definir as pessoas que usavam cada um dos sistemas operacionais, sendo o usuário da Apple de uma forma muito melhor, obviamente.
Quando se trata dos dois principais sistemas operacionais de computador no mundo, é fácil encontrar o seu adversário. Porém, se você está em um mercado com centenas de concorrentes, pode ser uma tarefa bem mais difícil.
Você precisa “conhecer o inimigo” e encontrar seu diferencial. Encontre uma diferença grande o suficiente para causar sentimentos contrários e invista na divulgação desse elemento para vender mais. Não se trata, na realidade, de ter um adversário, mas de ter um público que concorda com a sua rivalidade. Exatamente como fez a Apple, seu público pode se conectar, através da sua marca, com outros indivíduos que pensam de forma semelhante, e construir uma verdadeira comunidade. Quem não gostar do seu adversário também pode se aliar à sua marca simplesmente para posicionar-se contra a adversária. Se você nunca tinha pensando em como vender mais seguindo os conselhos de Sun Tzu, lembre-se de que o segundo sentimento da Arte da Guerra é “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”.
Ao definir um adversário, você mostra ao seu público quem você não é, ajudando-os a ver se estão alinhados com o que você é. As pessoas têm um desejo de sentir que pertencem a algo maior e escolher um lado. Um adversário pode ajudar para que isso aconteça.
08. Fuja do que já é conhecido
O cérebro tenta antecipar palavras mesmo antes delas serem totalmente faladas. Esse é um dos principais exemplos de como nosso cérebro está sempre em atividade. Mesmo enquanto você lê esse blog ou escuta alguém falando, seu cérebro está tentando prever a próxima palavra que será falada ou digitada. Dessa forma, quando algo familiar é ligeiramente alterado, as pessoas podem se surpreender e isso será mais facilmente lembrado.
Exemplos:
Pague dois leve cinco.
Empurrar com o pé.
Chorar sobre o leite de coco derramado.
Esta é uma técnica que pode ser usada em sua publicidade ou slogan de forma a colocar sua marca na mente dos seus consumidores. Para vender mais, mostre que você é diferente com um roteiro que foge do conhecido e do familiar.
09. Letras miúdas em negrito
Nada irrita mais as pessoas do que uma oferta ou promoção cheia de burocracia e letras miúdas. Se você quer construir uma base fiel de consumidores, seja honesto. Se há restrições, certifique-se que elas sejam facilmente divulgadas e esclarecidas sem precisar que os clientes tenham muito trabalho para saber quais são. Construir uma base de confiança é a resposta para quem se questiona como vender mais e melhor, para consumidores que retornam. Pode levar tempo, mas em última análise vale todo o investimento. Ser o mais transparente possível em todos os aspectos do seu negócio é o caminho direto para chegar lá.
Por exemplo, se você tem termos específicos aos quais os clientes devem aderir de forma a se qualificarem para alguma coisa, certifique-se que isso está bem claro e visível. Digamos que você esteja anunciando uma promoção do tipo “Compre um e leve dois” em qualquer compra a partir de R$200,00. Se você não divulgar repetidamente a faixa de preço para a qual vale a promoção, ou pior, não anunciar essa restrição, pode induzir o cliente ao erro e perder sua confiança e lealdade. Se você não é correto com seus clientes por que eles pensariam em ser corretos com você?
10. Controle a ansiedade
Marc Wayshak sugere que você deixe de lado as firulas e o entusiasmo ao falar com seus consumidores. Se parecer que está abordando agressivamente seus potenciais compradores, você está fazendo tudo errado – muito errado. Se tudo o que transparece para seu consumidor é empolgação e barulho, provavelmente ele não vai entender a mensagem e não vai nem considerar comprar o que você tem a oferecer.
Elimine tudo que for excessivo e exagerado, e não siga por esse caminho porque não é legal. Não há técnica de vendas que possa substituir uma postura consciente e direta. Fazendo isso você se livra de uma barreira entre você e seu consumidor.
Apesar de não haver nada de errado em ter orgulho do seu negócio, entusiasmo exagerado pode parecer falso. Junte isso ao fato de que o ser humano se torna naturalmente resistente à persuasão no momento em que a percebe – um comportamento conhecido na psicologia como “reatância”, ou uma motivação desagradável que surge quando as pessoas experimentam uma ameaça ou a perda da sua liberdade de comportamento. Como marqueteiro ou dono de empresa, você precisa ajudá-los a superar este sentimento. Ter uma abordagem mais tranquila e tendo uma mensagem mais suave é uma forma de fazer essa mudança ser mais aceitável para vender mais.