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Quanto custa um site profissional?

Quanto custa um site profissional? Existe alguma tabela de preços para a criação desse tipo de site? Qual o orçamento devo reservar para isso? Estas são provavelmente algumas perguntas feitas por quem precisa criar um site profissional.

Muitas pessoas criam seus próprios sites. Atualmente, existem quase 1,9 bilhão de sites e esse número está crescendo diariamente.

Antigamente um site só era possível de ser desenvolvido por uma pessoa especializada em desenvolvimento web. Uma vez que ter seu próprio site se tornou uma coisa muito comum, é provável que você imagine que seja fácil e simples responder a pergunta de quanto custa um site profissional.  

Acontece que os valores exatos são muito difíceis de encontrar.

O preço de cada site é individual e até subjetivo.

O preço médio para criação de um site profissional varia de acordo com suas funcionalidades e sua localidade. Sites institucionais tendem a ter um custo menor do que sites de vendas online, por exemplo. Para um site institucional de 5 a 10 páginas, em média custa entre R$1.800,00 à R$4.000,00.

Sendo assim, neste artigo vamos:  

  • Determinar quanto custa um site profissional e dar a você algumas opções comuns.
  • Discutir os custos dos diferentes componentes do site em detalhes. Dessa forma, é possível escolher opções de acordo com suas próprias necessidades e orçamento.
  • Identificar qual a melhor alternativa para o seu caso: Wix ou WordPress.

Boa leitura! O que envolve o custo de um site profissional? Como primeiro passo, vamos olhar para tudo aquilo que envolve algum investimento financeiro durante a criação do site. Ou seja, vamos conferir alguns detalhes importantes de quanto custa um site profissional.  

Quanto custa um site profissional?

Quanto custa um site profissional? 1

Embora o preço de um site seja altamente individual e até mesmo subjetivo, como já falamos, algumas coisas são universais em todos os processos de criação de sites e, portanto, determinam o custo deles. Veja abaixo.

1.Tipo de site e número de páginas

Os sites não são iguais. O preço depende muito do tipo de site que você está construindo. Um blog simples é mais fácil de construir do que uma loja virtual. Um site de uma pequena empresa tem menos páginas do que um site de uma grande corporação, por exemplo.

2. Domínio e hospedagem

Toda presença na web precisa de uma residência e um endereço para encontrá-la. Em termos de sites, isso quer dizer um servidor e um endereço de domínio. O custo de um domínio .com.br é de R$40/ano e pode ser comprado no Registro BR. Já o servidor de hospedagem o custo pode variar bastante, a depender da qualidade e da velocidade que ele irá te entregar.

3. Tecnologia básica

Todos os sites são desenvolvidos por linguagens de programação. Isso pode ser puro HTML com folhas de CSS ou arquivos PHP é um sistema de gerenciamento de conteúdo como o WordPress ou Wix, por exemplo. Dependendo da sua escolha, os custos serão diferentes.

4. Componentes adicionais

A tecnologia básica não é tudo. Dependendo da funcionalidade, você pode precisar de plugins adicionais, aplicativos ou serviços de terceiros, muitos dos quais são pagos e custam aproximadamente U$30 por licença.

5. Configuração / Design / Desenvolvimento

Construir um site não é apenas adquirir as peças, elas também precisam ser montadas. Você pode fazer isso sozinho ou contratar alguém. Neste último caso, terá que pagar por isso. E se decidir fazer sozinho, terá que dedicar bastante tempo.

6. Manutenção de Site

Por fim, também é necessário manter o site funcionando. A manutenção contínua também faz parte do plano de custo do seu site.

Aqui estão alguns possíveis cenários onde um custo padrão será necessário para a criação do seu site. Os custos específicos de cada uma das etapas acima, veremos mais adiante, ainda neste artigo.

Quanto custa fazer um site profissional sozinho, com freelancer ou com agência

Agora, veja quanto você investiria para desenvolver um site de 3 formas diferentes: sozinho, contratando um freelancer ou contratando uma agência. Continue lendo!

Opção 1 – Faça tudo sozinho

Quanto custa um site profissional? 2

Fazer sozinho obviamente é a opção mais em conta, pois você não irá colocar no custo as suas horas de trabalho/aprendizado. Dessa forma,  seus custos iniciais seriam registro de domínio (R$40), servidor de hospedagem (uma média de R$150/ano para sites pequenos) e um tema de WordPress (R$240). Ou seja, inicialmente investindo R$430 você conseguirá criar um site.

Para essa opção dar certo, você precisará trocar seu dinheiro por tempo. Terá que dedicar tempo para aprender a utilizar as ferramentas e entender como customizar da maneira adequada o seu site. 

“Mas eu não sei programar”, é possível que esteja pensando.  

Sem problemas!

Hoje em dia, há tecnologia suficiente para permitir a criação de um site sem codificação, como o Wix ou WordPress por exemplo. Sendo assim, é absolutamente possível criar um site sozinho, ou seja, sem a ajuda de ninguém.  

No entanto, fazer tudo sozinho exigirá muito tempo e trabalho. Além disso, também você terá que aprender várias coisas, não terá um suporte adequado, a qualidade não vai ficar profissional, entre outros problemas. Sendo assim, é importante rever essa opção antes de qualquer coisa.

Vantagens de fazer site sozinho

  • Custo mínimo
  • Só depende de você
  • Maior liberdade e autonomia para fazer do seu jeito

Desvantagens de fazer site sozinho

  • Curva de aprendizado grande
  • Não tem ninguém para prestar suporte à você
  • O site pode não ficar com uma aparência profissional
  • O site pode não estar de acordo com algumas boas práticas essenciais
  • Fazer escolhas erradas e perder muito tempo

Opção 2: Contratar um Freelancer

Quanto custa um site profissional? 3

Essa opção é um custo intermediário. Intermediário pois, em geral, os freelancers por ter menos obrigações fiscais e encargos, conseguem fazer orçamentos de site mais enxutos e mais em conta do que uma agência por exemplo. O custo de um site feito por um freelancer vai depender basicamente da experiência desse profissional no mercado.

A média de valores pode ir de R$600 a R$5000 por site. Inclusive pode ser mais do que R$5000, pois, como dissemos, um dos itens que mais afeta na precificação de um site é o tamanho/complexidade do mesmo.

Nesse caso, o custo de um site depende de quem é este profissional freelancer, quanto custa a sua hora de trabalho e quanto tempo seu projeto leva para ser concluído. Um site padrão do WordPress, por exemplo, leva de 25 a 40 horas.  

O problema aqui é que o freelancer, muitas vezes, não possui a experiência que uma agência de criação de sites possui (como veremos abaixo), não tem a capacidade de desenvolver projetos avançados, ou seja, com melhores recursos, entre outras questões. Portanto, apesar de ser uma opção mais em conta, pode não ajudar você a atingir os resultados esperados.  

Vantagens de fazer o site com Freelancer

  • Preço intermediário
  • Menos burocracias
  • Irá fazer o trabalho por você

Desvantagens de fazer o site com Freelancer

  • Pode não ter muita experiência
  • Em geral não tem uma equipe ou uma estrutura para tocar o projeto melhor
  • Menos segurança na contratação – (há muitos casos de clientes que chegam aqui na GSP Sites com experiências bem traumáticos do tipo “o freelancer sumiu com meu dinheiro”)
  • Muitas vezes não consegue cumprir os prazos por ser sozinho

Opção 3: Trabalhar com uma agência

Quanto custa um site profissional? 4

Nessa terceira opção podemos falar com propriedade! Aqui na UpSites, vendemos sites que vão de R$495 até mais de R$10.000.

Por sua vez, trabalhar com uma agência de criação de sites é outra história.

Com essa opção é possível interagir com várias partes responsáveis ​​por diferentes áreas (design, branding, desenvolvimento web, SEO, etc.). Isso é capaz de tornar o processo muito mais profissional e de alta qualidade.  

Quando você trabalha com uma agência você terá um time empenhado em fazer um site profissional em todos os aspectos. Desde cuidados simples como o tipo e tamanho de imagem que deve ser utilizado até o trabalho intenso de criação da identidade visual.

Se você está querendo investir no seu negócio, com certeza o melhor caminho é contratar uma agência focada em criação de sites.

É claro que aquela questão de quanto custa um site profissional pode ser bastante diferente aqui. No entanto, tudo deve ser encarado como um investimento.  

Nas agências, o valor por hora de trabalho pode estar entre R$ 100 e R$ 300 ou mais, vai depender do modelo de negócio de cada agência.  

Vantagens de fazer o site com uma agência

  • Expertise para fazer projetos mais complexos
  • Maior poder de criação, aparência profissional
  • Maior agilidade no desenvolvimento
  • Maior segurança na contratação
  • Suporte constante
  • Consultoria digital

Desvantagens de fazer o site com uma agência

  • O investimento costuma ser mais alto

Para ajudá-lo a decidir a melhor opção de contratação para a criação do seu site, na próxima seção deste artigo sobre o velho dilema de quanto custa um site profissional iremos destrinchar ainda mais os custos envolvidos no desenvolvimento de um site.  

Quanto custa um site profissional – Detalhamento dos custos

Domínio e Hospedagem

Domínio e hospedagem estão entre as necessidades básicas de um site. Por esse motivo, eles devem ser o primeiro aspecto a serem incluídos nos curtos. Embora existam muitos tipos de hospedagem, quando se trata de criar seu próprio site, há 3 opções principais: A Hospedagem Compartilhada, a Hospedagem VPS e a Hospedagem Dedicada.

Hospedagem Compartilhada

Este tipo de hospedagem pode ser um boa opção para começar. Entre outros tipos de planos de hospedagem, é o que a maioria das pessoas escolherá. É chamado hospedagem compartilhada porque seus dados (arquivos de sites, bancos de dados, e-mails etc.) são armazenados em um servidor que é compartilhados com outros clientes da empresa de hospedagem. É adequado para site com baixo volume de tráfego.

Para lhe dar uma analogia, a Hospedagem Compartilhada é como andar de ônibus. Você terá que dividir seu espaço no ônibus com outras dezenas de pessoas e sua velocidade para chegar no destino será menor. Pelo fato de ter um preço muito em conta, você acaba sacrificando a segurança, conforto e velocidade do seu site.

Custo médio: R$ 10/mês

DICA: Muitas empresas fazem promoções malucas e conseguem descer o preço para algo em torno de R$3,00 ou R$4,00 por mês. Um exemplo, é a Weblink que costuma ter os melhores preços do mercado e para quem está começando é uma boa opção.

Hospedagem VPS

Quando analisamos a hospedagem compartilhada acima, um dos principais pontos a considerar é que você está compartilhando os principais recursos do servidor, como RAM e CPU. Sendo assim você tem um limite menor que não pode ser ultrapassado o que irá fazer com que seu site fique um pouco lento.

Você também terá uma limitação para configurar algumas coisas do seu servidor (memória do servidor, tamanho máximo de upload, versão do PHP), o que pode afetar sua performance ou mesmo causar alguma incompatibilidade em seu site.

Para a maioria das pessoas, isso não será um problema. Mas se você quiser hospedar um site / loja virtual / blog com mais acessos ou quiser executar uma configuração específica exigida pelo software do seu site, uma Hospedagem VPS definitivamente atenderá às suas necessidades melhor que a Hospedagem Compartilhada.

Com a Hospedagem VPS seus dados são armazenados na nuvem, em vários discos rígidos diferentes em vários servidores físicos. O resultado é que a velocidade do seu site aumenta, a probabilidade dele cair diminui drasticamente, e a capacidade de receber tráfego é muito maior.  

Uma boa analogia para a Hospedagem VPS seria com um táxi. Ela tem mais espaço, menos pessoas dividindo o espaço com você, e você terá maior velocidade e segurança.

Porém, você pode contratar uma VPS gerenciada ou configurar a sua própria VPS. Caso você não tenha conhecimento avançado em infra estrutura e TI, recomendo fortemente que você invista em uma VPS gerenciada. Não é difícil criar um servidor VPS sozinho, porém não tem suporte para te ajudar, o que significa que você pode ter problemas e não conseguir soluciona-los sozinho.

Custo médio de uma VPS: R$25/mês

Custo médio de uma VPS gerenciada: R$50/mês

DICA: A GoInfinite é uma empresa brasileira que gerencia servidores VPS. Tem um excelente suporte e um preço bastante competitivo.

Hospedagem Dedicada

Tal como acontece com a opção VPS, num servidor dedicado você está no controle total, mas desta vez você não compartilha o hardware com ninguém, nem mesmo na nuvem. É o máximo em termos de poder e controle porque você obtém todos os principais recursos do servidor atribuídos apenas ao seu site, como CPU, RAM e espaço em disco.

Voltando à nossa analogia, isso é como possuir sua própria Ferrari. Você pode usá-lo completamente, quando quiser e personalizá-lo da forma que bem entender. Você está 100% no controle e com máxima velocidade.

Se você não tiver um site ou loja virtual muito robusto essa opção não compensa, pois irá ter um investimento alto mensal e provavelmente não irá precisar disso tudo.

Custo médio: A partir de R$450/mês

Custos de domínio

Um servidor não é tudo que você precisa. Seu site também deve estar acessível. Portanto, é necessário ter um nome de domínio.

Muitas soluções hospedadas oferecem um subdomínio gratuito. No entanto, para qualquer tipo de finalidade profissional, você provavelmente desejará seu próprio nome de domínio personalizado. Exemplo: www.suamarca.wixsite.com.br

Os domínios que terminam em .com, .net, .org ou outros domínios padrão, podem custar cerca de R$40 por ano. Já alguns com terminações diferentes são mais caros, na faixa de R$150 / ano. Software / Plataforma  Um site não precisa apenas de casa e endereço, ele também precisa de uma base – a tecnologia que o executa. Alguns anos atrás, isso era simplesmente HTML, CSS e/ou PHP. Sendo assim, se você quisesse um site, precisava criar os arquivos e colocá-los no servidor.

Quanto custa um site profissional: Ferramentas e Tecnologias

Quanto custa um site profissional? 5

Nos dias de hoje, temos outras formas de executar sites, ou seja, sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS) e construtores de sites.

Sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS)

No lado CMS, os mais comuns são o WordPress, Joomla e Drupal. O WordPress é o mais popular, de longe ( 53% do mercado, executando mais de 30% de todos os sites na Internet mundial).

Todos eles têm algo em comum: são pacotes de software de código aberto e, portanto, totalmente gratuitos para uso. Tenha em mente que ainda há alguns custos associados a eles.

Dependendo do tipo de site que precisa, você provavelmente necessitará de alguns complementos pagos, por exemplo, templates de sites profissionais ou plugins para funcionalidades adicionais. Esse é um dos motivos pelos quais a questão de quanto custa um site profissional varia tanto.  

Custo médio para aquisição de um bom template: R$ 240

Custo médio para compra de um bom plugin: R$ 120

Construtores de sites

Outra opção popular para construir seu próprio site é usar um construtor de sites. Esses construtores são soluções hospedadas que permitem que pessoas sem conhecimento técnico criem sites sem codificação.  

Os construtores de sites geralmente cobram mensalmente e oferecem planos diferentes com mais ou menos recursos. Em média, eles custam entre R$15 e R$60 por mês.

Como mencionado, eles também vêm com hospedagem, então você pode subtrair esse custo do total. Um dos exemplos mais famosos é o Wix e o Squarespace, que são plataformas tudo em um. Em geral não são usadas para sites profissionais, por terem algumas limitações principalmente relacionado a posicionamento do site no Google.

Embora quase todos os criadores de sites ofereçam planos gratuitos ou pelo menos testes gratuitos, para obter a mesma quantidade de recursos que um CMS como o WordPress, geralmente é preciso pagar mais por mês.

Custos de design e desenvolvimento

Depois de decidir em qual sistema executar seu site e onde hospedá-lo, é hora de juntar tudo. Para o design e desenvolvimento, o custo depende principalmente de quanto trabalho você pode fazer sozinho versus quanto pode pagar a outras pessoas ou empresas para fazê-lo.  

Esse é outro fator que influencia na questão de quanto custa um site profissional.  

Custo de manutenção

Uma vez que seu site esteja pronto e online, é necessário lidar com a manutenção. Mesmo que isso geralmente não chegue perto dos custos da primeira instalação, ainda é algo a ser considerado. O custo pode ser de forma pontual – pagar quando der problemas – ou pagar de forma mensal para alguém cuidar do seu site de maneira regular. 

Aqui na UpSites, vendemos um Plano de Cuidados com o Site, que já contempla tudo que você vai precisar:

  • Servidor de hospedagem
  • Contas de email
  • Atualização semanal do site
  • Segurança do site
  • Certificado digital de segurança
  • Backups diários
  • Suporte especializado
  • Vídeos de treinamento para gerenciar o site

Tudo isso junto cobramos R$129,90 por mês. Claro, não é o preço mais em conta do mercado, porém você terá a segurança e a comodidade de deixar o site nas mãos deu ma empresa séria e de qualidade.

Atualizações

O software está sempre evoluindo com novos recursos, melhorias de código, etc. Em plataformas de criação de sites, essa não é uma preocupação. Já com sistemas como o wordpress, é necessário sempre atualizá-lo.

Segurança

Uma vez que o site esteja online, é necessário mantê-lo seguro. Isso significa backups e outras medidas de segurança.

Certificado de segurança digital (SSL)

Sabe aquele cadeado verde que você vê em alguns sites ao lado da barra de endereço? Pois bem, esse é o certificado digital de segurança (SSL), que é um item para melhorar a segurança do seu site e também já é um pré-requisito exigido pelo Google. Você pode optar por usar um SSL grátis ou contratar um SSL pago em seu servidor de hospedagem, que terá um custo médio anual de R$500. 

Quanto custa um site profissional: Custos do Marketing

Quando seu site está online, você precisa também divulgar e prospectar, para que ele comece a fazer dinheiro. Isso traz tarefas adicionais e / ou custos adicionais:

Marketing de conteúdo

Se você quer vender seu site, criar um blog é uma das melhores maneiras de fazer isso. O WordPress é uma excelente opção para isso. Você pode criar artigos por conta própria ou contratar um redator.

SEO

Search engine optimization, também conhecido como SEO não é necessário apenas para lançar o site. Se o seu site está mudando muito (por exemplo, por causa de postagens semanais no blog), e você deseja ser encontrado no Google, também será necessário atualizar os conteúdos para um bom posicionamento no mecanismo de busca. E como não poderia ser diferente, isso também tem um custo.

Custo médio para a criação de conteúdo: R$50 por artigo

Custo médio para a otimização do conteúdo para SEO: A partir de R$700/mês

Conclusão 

Sendo assim, podemos concluir que para a maioria dos usuários que quer um site realmente profissional o WordPress é provavelmente a melhor solução.

Quanto custa um site profissional então?

A resposta certa para a questão de quanto custa um site profissional é que depende de muitos fatores!

Você pode somar os valores médios que apontamos ao longo deste artigo de chegar as suas conclusões. Tudo dependerá das suas preferências, necessidades e orçamento. Dependerá de quanto você está disposto a investir e o que irá terceirizar para uma agência de criação de sites.  

A menos que você tenha bastante tempo livre para dedicar a aprender tudo que é necessário para fazer sozinho, e mais, colocar tudo isso em prática, nosso conselho é optar por um site desenvolvido no WordPress por uma boa agência de criação de sites e hospedado num servidor VPS.

Delegar atividades e funções que você não domina é o comportamento mais empreendedor que pode ter. Com isso, você consegue focar com tranquilidade na gestão e no crescimento do seu negócio e deixa o desenvolvimento de site com quem entende. Se você parar para fazer um site profissional, caso não seja um web designer ou desenvolvedor web, provavelmente o resultado não será bom.

Além disso, o WordPress tem, de longe, o maior ecossistema de todas as opções. Consequentemente, existem soluções para quase tudo o que você precisar por lá. O WordPress também é incrivelmente flexível e não há praticamente nada que não seja possível fazer com ele.

Mais importante, tudo o que é construído com o WordPress é completamente seu. Você tem controle total sobre o que está acontecendo com seu site e possui todo o conteúdo. Além do mais, pode fazer o que quiser com o seu site, inclusive transferi-lo para outra empresa de hospedagem.

Portanto, agora que já sabe em média quanto custa um site profissional e que o WordPress pode ser sua melhor opção, por que não investir em um? Entre em contato conosco, e nós faremos questão de te mostrar quando seu site profissional irá custar.

Web Designer
Web DesignCriação de Sites

Web Designer X Desenvolvedor Web: saiba as diferenças

É fácil para as pessoas olharem para os sites hoje e pensarem: “Qualquer um pode criar isso”. Graças a sistemas de gerenciamento de conteúdo como o WordPress, além de temas e plugins pré-codificados, algumas pessoas podem.

Mas o fato é que isso exige uma combinação de fortes habilidades de codificação e design inteligente para criar um site que as pessoas desejam visitar, comprar, assinar e assim por diante

Isso torna os web designers e desenvolvedores web indispensáveis ​​atualmente.

Se você está pensando em criar sites para ganhar a vida, é importante descobrir qual dessas funções você deseja fazer. Isso facilitará muito mais o direcionamento de sua carreira, treinamento e posicionamento.

Por exemplo:

  • Você prefere escrever um código que resulte em uma funcionalidade de alto desempenho e recursos inovadores que tornam os sites interativos?
  • Ou você prefere criar caminhos bonitos e fáceis de usar que levem o público-alvo diretamente para a solução que eles procuram?

Esses são os tipos de coisas que você precisa considerar ao avaliar as opções.

Hoje, examinaremos as principais diferenças entre um web designer e desenvolvedor web e forneceremos respostas para as perguntas comuns sobre o que cada um faz.

Qual é a diferença entre web designers e desenvolvedores web?

É fácil misturar web designers e desenvolvedores. Ambos ajudam a criar sites, mas estão envolvidos em áreas muito diferentes.

Simplificando:

  • Os web designers decidem a aparência geral de um site.
  • Os desenvolvedores web transformam essa visão em um site totalmente funcional.

Os desenvolvedores constroem a estrutura principal de um site usando linguagens de codificação, enquanto os designers são mais criativos visualmente e focados no usuário. Os desenvolvedores usam seus conhecimentos de programação para dar vida à visão criativa do designer. Pense nos desenvolvedores como trabalhadores da construção civil e nos web designers como arquitetos – ambos os conjuntos de habilidades necessárias, mas diferentes.

O que os desenvolvedores web fazem?

Os desenvolvedores web usam todos os elementos que foram criados – a estrutura do site, modelos de projeto e protótipos, além da cópia – e transformam isso em código.

Embora os desenvolvedores web geralmente não realizem qualquer trabalho de design, eles geralmente colaboram estreitamente com os web designers durante todo o processo.

Essa colaboração pode começar no início do processo de web design, colocando o desenvolvedor na posição de consultor. 

Depois que um web designer conceitua como eles querem que um site pareça e funcione, o desenvolvedor avalia se o que eles imaginaram pode ou não ser programado técnica e economicamente.

Os desenvolvedores web e web designers também colaboram mais tarde quando os designers entregam os projetos aprovados pelo cliente para serem codificados.

O que os Web Designers fazem?

Como os desenvolvedores web, os web designers não têm uma tarefa ou área específica de um site pelo qual são responsáveis.

Sim, os web designers têm a tarefa de projetar interfaces digitais que são atraentes e eficazes para levar os visitantes a tomarem uma determinada ação, chamada de conversão (comprar, se cadastrar, assinar, ler etc).

No entanto, grande parte do processo de web design é focado em pesquisa de referência, testes e validações. Portanto, não basta apenas saber como escolher uma paleta de cores esteticamente agradável para criar um belo layout.

Os web designers precisam ser capazes de projetar experiências personalizadas que atendam às necessidades e motivações dos usuários finais. Eles também precisam equilibrar isso com a compreensão de como suas decisões de design afetam a codificação de um site.

Isso geralmente significa passar por um extenso processo de pesquisa e planejamento antes de se comprometer com o design final de um site.

Antes de iniciar a criação de um layout, um web designer deve separar um tempo bom para fazer uma pesquisa de referências.

Crie um documento de inspiração com links para sites que você adora ou marque-os como favoritos. O Pinterest é um ótimo lugar para encontrar um ótimo design de site – você pode encontrar e fixar ilustrações, capas de livros, pôsteres, blogs e outros tipos de design para se referir. 

Os web designers usam o termo “mood board” para essas coleções. Mood boards são um recurso para organizar um quadro de referências visuais e elementos que compõe o trabalho.

  • Awwwards sempre tem trabalhos novos e criativos e uma variedade de coleções temáticas 
  • Behance é uma compilação fantástica de trabalhos variados de web design
  • O Dribbble se concentra em designers individuais, fornecendo um fórum para obter feedback e se comunicar com outras pessoas sobre seu trabalho

Existem tipos diferentes de Web Designers e Desenvolvedores?

Assim como existem diferentes tipos de pessoas e empresas que precisam de sites, existem diferentes tipos de desenvolvedores e web designers para construí-los.

Que tipo de desenvolvedores web existem?

Desenvolvedores de back-end

  • Usam linguagens de programação avançadas como PHP, Java e SQL
  • Responsável por codificar o banco de dados e o servidor
  • Lidar com toda a funcionalidade complexa em um site
  • Responsável pelo teste e depuração

Desenvolvedores Front-end

  • Código com idiomas como CSS, HTML e JavaScript
  • Responsável pela codificação do próprio site
  • Crie todas as funcionalidades e recursos voltados para o usuário
  • Pode se especializar no desenvolvimento de CMS (por exemplo, WordPress)

Desenvolvedores full-stack

  • Código com linguagens de programação básicas e avançadas
  • Responsável por codificar tudo: front-end e back-end de um site

Que tipo de Web Designers existem?

Um web designer faz com que seu site tenha uma boa aparência . Eles se concentram no estilo e na sensação geral da página, usando software como o Photoshop, Adobe XD ou Figma para personalizar os elementos visuais do site. Eles também usam códigos como HTML e CSS (Cascading Style Sheets) para criar seus designs.

Dentre os web designers temos também algumas especialidades:

Designer de experiência do usuário (UX)

O trabalho de um web designer de UX é manter os visitantes conectados. 

Eles sabem exatamente como criar um site que irá agradar seu público-alvo específico porque realizaram uma pesquisa minuciosa sobre os elementos e necessidades dos usuários, sem mencionar toneladas de testes de protótipo e reestruturação do site.

Basta pensar que, se as pessoas gostarem de usar seu site, elas provavelmente revisitarão ou recomendarão. Portanto, você já pode ver como isso pode ajudar a aumentar sua base de usuários.

Designer de interface do usuário (UI)

Um web designer de interface do usuário ajuda a melhorar a maneira como os usuários interagem com elementos, ou a interface, em seu site. Isso é feito traduzindo ideias e valores complexos de marca em um site agradável e fácil de navegar.

Como isso difere do UX? É sutil, realmente. 

No nível mais básico, a interface do usuário (UI) é composta por todos os elementos que permitem que alguém interaja com um produto ou serviço. UX, por outro lado, é o que o indivíduo que interage com esse produto ou serviço tira de toda a experiência.

O UX está focado na jornada do usuário para resolver um problema,  interface do usuário (UI) está focada na aparência e no funcionamento das superfícies de um produto.

Para resumir: UX abrange todas as experiências que uma pessoa tem com um produto ou serviço, enquanto a interface do usuário é específica para os meios pelos quais as pessoas interagem com um produto ou serviço.

Designer visual

Um designer visual é uma mistura de UX e UI. O trabalho deles é não apenas melhorar a jornada do usuário usando suas habilidades criativas e de codificação, mas também resolver problemas de design. Eles também ajudam a conceituar o estilo ou o tom de voz exclusivo de uma marca.

Em essência, eles são um mestre em todos os negócios de web design e seus papéis específicos podem variar bastante, dependendo do que você deseja.

Quais habilidades os web designers e desenvolvedores web devem ter?

Embora existam responsabilidades comuns aos web designers e desenvolvedores, seus conjuntos de habilidades específicas para o trabalho diferem bastante:

Quais habilidades os desenvolvedores web precisam?

Os desenvolvedores web possuem o lado técnico de um site, o que significa que eles precisam ter domínio sobre programação.

Como já mencionamos, no entanto, existem diferentes partes de um site que os desenvolvedores podem ser responsáveis ​​pela programação. 

Por esse motivo, a lista de habilidades a seguir não se aplica a todos que desejam se tornar um desenvolvedor web.

Certifique-se de descobrir em qual faixa deseja seguir, para poder dominar o conjunto certo de habilidades:

HTML

Uma linguagem de marcação básica que permite aos desenvolvedores criar estilos de texto para navegadores da web (front-end).

CSS

Uma linguagem básica da folha de estilo que permite aos desenvolvedores formatar os elementos em uma página da web (front-end).

Javascript

Uma linguagem de script básica que permite aos desenvolvedores transformar uma página estática em algo interativo (front-end).

PHP

Uma linguagem de programação avançada do lado do servidor com a qual os desenvolvedores trabalham por meio de uma interface de linha de comando (CLI) para codificar o núcleo de um site (back-end).

Pré-processadores CSS como SASS ou LESS

Uma ferramenta que torna a codificação com CSS mais eficiente.

Estruturas JavaScript como jQuery

Uma ferramenta que simplifica o que os desenvolvedores precisam fazer para executar o código JavaScript.

Bibliotecas CSS e JavaScript

Recursos pré-codificados que os desenvolvedores podem usar para economizar tempo escrevendo todos os componentes ou interações do zero.

Git

Uma plataforma de controle de versão que facilita para os desenvolvedores trabalhar e gerenciar várias iterações de um site.

Além das habilidades de programação, os desenvolvedores web também se devem ter como habilidades complementares:

  • Bom gerenciamento de projetos e tempo
  • Web design responsivo
  • Otimização para mecanismos de pesquisa (SEO)
  • Solução de problemas (especialmente útil para depuração)
  • Habilidades de comunicação e colaboração

Quais habilidades os web designers precisam?

Web designers possuem tudo o que tem a ver com a interface de um site. Dito isto, seus conjuntos de habilidades precisam ir além dos conceitos básicos de design ou da teoria das cores.

Branding

É o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público.

Teoria da cor

Não basta que as paletas de cores sejam esteticamente agradáveis. As cores significam coisas diferentes psicológica e culturalmente e isso deve ser levado em consideração.

Layout / formato

À medida que as telas diminuem, o layout de um site precisa se adequar e isso se torna um fator importante no processo de design.

Mapeamento de jornada do usuário

Os web designers precisam ser capazes de visualizar o caminho que os usuários seguirão para construir uma interface que faça sentido (design de UI / UX).

Desenvolvimento de funis

Isso tem tudo a ver com a intenção do usuário e entender como diferentes mentalidades levam os usuários a executar ações diferentes. O design deve levar em consideração esses diferentes funis (design da interface do usuário / UX).

Design de emoção

A empatia desempenha um papel importante no processo de web design – para designers de todos os tipos. Sem ele, você criará a persona errada.

Design responsivo

É importante considerar como suas escolhas de design afetam os usuários em diferentes dispositivos e navegadores.

Design de interação

Este segmento se concentra em como aumentar a clicabilidade e o envolvimento com os principais elementos de um site.

Além disso, é importante que os web designers tenham habilidades complementares como:

  • Bom gerenciamento de projetos e tempo
  • Práticas recomendadas de acessibilidade da Web
  • Codificação HTML e CSS
  • Motor de Otimização de Busca
  • Otimização da taxa de conversão
  • Comunicação com o cliente
  • Colaboração em equipe

Quais ferramentas os designers e desenvolvedores usam?

Como os desenvolvedores web e web designers se concentram em partes completamente diferentes de um site, não há muita sobreposição em termos das ferramentas que eles usam.

Que tipo de ferramentas os desenvolvedores web usam?

Além de poder manipular linguagens de codificação, os desenvolvedores web devem dominar as seguintes ferramentas:

Ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)

Plataforma de controle de versão

Ferramentas para desenvolvedores de navegadores

Sistema de gerenciamento de conteúdo

Ferramentas de análise e teste de sites

Que tipo de ferramentas os designers da Web usam?

Software e ferramentas para web design

Bancos de imagens

Ferramentas de otimização de imagem (compactação / redimensionamento)

Você precisa de um web designer ou desenvolvedor web?

Agora você conhece as diferenças entre um designer e desenvolvedor. Isso é importante, pois saber quando contratar cada um facilitará muito a sua vida relacionada ao site. Para uma rápida visão geral sobre quando escolher cada um, dê uma olhada na nossa tabela abaixo.

ProjetoDe quem você precisa?
Projetar um novo layout de siteWeb designer
Criar um novo formulário de contatoDesenvolvedor Web
Criar um aplicativo para celularDesenvolvedor Web
Conceitualizar a nova marca do siteWeb designer
Corrigir problemas de servidor / hospedagemDesenvolvedor Web
Editar fotos e vídeosWeb designer

Como mencionamos, nem sempre você irá precisar apenas de um ou de outro. Por exemplo, criar um site a partir do zero requer um desenvolvedor web e um web designer. Afinal, você irá precisar tanto da parte visual como da parte funcional do site.

O uso de uma agência web pode ser realmente útil se, como a maioria das pessoas, você não tiver tempo para criar seu próprio site enquanto gerencia seu negócio. Ou, se você precisar de um site com funcionalidade avançada, uma agência cheia de especialistas é uma ótima solução.

Quanto custa um web designer vs desenvolvedor web?

Um web designer freelancer geralmente custa entre R$ 40,00 e R$90,00/h, enquanto a contratação de um desenvolvedor web freelancer normalmente custa entre R$60,00 e R$ 120/h. Uma agência de web design de tamanho médio (que fornece os dois lados da construção do site) custará entre R$120,00 e R$240,00/h para um site básico.

Para contratar um site one page – que é um dos modelos mais simples – com uma agência de criação de sites,você terá que investir em torno de R$900,00 à R$2.000,00 para projetar um site do zero e totalmente personalizado.

Web Designer X Desenvolvedor Web: Conclusão

Agora você deve ter um conhecimento mais desenvolvido de web design, mas vamos recapitular rapidamente o que aprendemos.

A diferença entre um desenvolvedor web e um web designer é maior do que você pensa. Um web designer traz a ideia de uma marca para a realidade na tela e sabe exatamente o que o público específico irá gostar. Um desenvolvedor web cria a estrutura principal do site, usando linguagens de codificação para criar sites lógicos e programáticos.

No entanto, assim como mostarda e ketchup em um cachorro-quente, às vezes você precisa de ambos para obter a melhor experiência . Ao criar um site a partir do nada, você precisa de um desenvolvedor web para construir a base e de web designers para fazer com que pareça e sinta da maneira que você e – mais importante – seus usuários desejam.

Materialize
Criação de Sites

Materialize: O que é e para que serve este framework?

Todos que participam de um curso de Front-End acabam conhecendo o Bootstrap, um dos frameworks mais conhecidos e usados. Mas existe uma alternativa poderosa, com recursos bem interessantes: o Materialize.

Nesse guia vamos trazer as principais informações sobre esse framework. Descubra o que ele é, para que serve e muito mais. Vamos falar sobre as suas origens, como ele pode ser usado e quais as suas principais características. 

Material Design

Antes de falarmos especificamente sobre o Materialize, é importante conhecer o projeto em que ele está inserido, que se chama Material Design. 

Ele foi criado e também projetado pela Google. Podemos dizer que o Material Design corresponde uma linguagem de design que mistura os princípios clássicos do design com a inovação e tecnologia. 

O principal objetivo da gigante Google é desenvolver um sistema de design que possibilite uma experiência unificada do usuário em todos os seus produtos, no contexto de qualquer plataforma. 

Dessa forma, trata-se de uma proposta ousada, mas que está rendendo bons resultados até o momento. separamos abaixo alguns dos princípios desse projeto:

Princípios 

  • Material é a metáfora

Essa metáfora do material serve para definir a relação existente entre espaço e movimento. A ideia dessa metáfora é que a tecnologia deve ser inspirada no papel e na tinta. Além disso, deve ser utilizada para facilitar a criatividade e a inovação. 

Dessa forma, as superfícies e arestas são elementos que fornecem pistas visuais familiares que permitem aos usuários entender rapidamente a tecnologia além do mundo físico.

  • Negrito, gráfico, intencional

Esse princípio diz que elementos e componentes como grades, tipografia, cor e imagem são mais do que apenas visualmente agradáveis. Eles também criam um senso de hierarquia, significado e foco. 

  • Movimento fornece significado

De acordo com esse princípio, o movimento é o que permite ao usuário traçar um paralelo entre o que ele visualiza na tela e o que visualiza vida real. 

Dessa forma, ao fornecer feedback e familiaridade, permite que o usuário se aprofunde de forma completa na tecnologia desconhecida. 

Você conhece o Materialize?

Um dos frameworks mais famosos entre os desenvolvedores Front-End, e também um dos mais solicitados, atualmente, como pré-requisito para quase todas as vagas de emprego nesta área é o Bootstrap.

Trata-se de uma opção interessante ao Bootstrap: um framework muito usado e bastante útil para agilizar o desenvolvimento de sites e sistemas web e mobile. Mas, e o Materialize, você conhece?

Saiba agora o que é Materialize, para que serve e como começar a utilizar este, que é um dos grandes aliados dos programadores.

O que é Materialize?

“Materialize é um framework Front-End que resolve os mesmos problemas, mas, claro, com suas próprias características. Ele surgiu através de um projeto desenvolvido pela Google e é inspirado no Material Design (design utilizado no sistema operacional para smartphones Android desde a versão 5.0).”

Agora vamos falar sobre o conceito de Materialize. No site oficial é possível encontrar um pequeno resumo conceitual: Uma estrutura de front-end responsiva moderna, baseada em design de materiais.

Dessa forma, podemos dizer que o Materialize nada mais é do que um framework, que pode ser usado para tornar o desenvolvimento de sites e sistemas online muito mais dinâmico e fácil.

É considerado por muitos uma alternativa ao tradicional Bootstrap, um dos frameworks mais conhecidos. 

Depois, este design acabou virando padrão para todos os serviços Google. Quem usa estes serviços, logo vai notar…

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Diferenciais do Materialize

Com seus componentes bem semelhantes aos de seu amigo Bootstrap, ele apresenta opções com design mais leve. Isto faz com que seu projeto fique visualmente mais agradável.

Além disto, com ele, você deixa seu projeto responsivo. E a importância de se ter um design responsivo em pleno ano de 2017 não precisa nem ser discutida, não é mesmo?

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A sua documentação é vasta e de fácil entendimento, com uma curva de aprendizagem bem pequena. Como podemos ver na imagem abaixo, há no site oficial do Materialize vários exemplos de como aplicar o Materialize.

Lá, você também aprende como aplicar cada um dos componentes em seu projeto, facilitando bastante a sua vida como programador.

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Como Começar a Utilizar o Materialize?

Para quem ainda não sabe como instalar e começar a usar o Materialize, basta:

  1. Baixar

O framework Materialize está disponível em duas formas diferentes. Você pode selecionar qual versão deseja, dependendo da sua preferência e conhecimento. 

Para começar a usar o Materialize, tudo o que você precisa fazer é baixar uma das opções disponíveis, entre elas:

  • Materializar

Esta é a versão padrão que acompanha os arquivos CSS e JavaScript minificados e não minificados. Esta opção requer pouca ou nenhuma configuração. Use isso se você não estiver familiarizado com o Sass.

  • Sass

Esta versão contém os arquivos SCSS de origem. Ao escolher esta versão, você terá mais controle sobre quais componentes incluir. Você precisará de um compilador Sass se escolher esta opção.

  1. Configuração
  • Estrutura do Projeto

Após o download, extraia os arquivos para o diretório em que seu site está localizado. Seu diretório será algo parecido com isto.

  • Configuração HTML

Em seguida, basta vincular os arquivos corretamente na sua página da web. Geralmente, é aconselhável importar arquivos javascript no final do corpo para reduzir o tempo de carregamento da página.

  • Modelos

Para facilitar o trabalho, o Materialize conta com alguns modelos. Esses modelos foram pensados para que você possa começar facilmente a projetar seu site com um tempo mínimo de configuração.

  • Opções de terceiros

Existem algumas opções criadas pela comunidade para você incluir facilmente o Materialize no seu projeto. No entanto, essas opções de terceiros não foram testadas, podendo estar desatualizadas.

A partir daí, é só usar a criatividade e abusar dos recursos oferecidos. Claro, para facilitar, você pode usar também os exemplos listados no site como inspiração!

Para os iniciantes, é interessante também entender bem o funcionamento das grids, para que você consiga montar um site responsivo bem estruturado para os diversos tamanhos de telas que temos hoje.

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Qual framework usar?

Agora você pode estar se perguntando qual framework é o melhor para o seu projeto. Essa não é uma pergunta fácil, tendo em vista que cada uma das opções disponíveis conta com suas próprias vantagens e desvantagens.

Mesmo profissionais que já usam o Bootstrap podem gostar do Materialize. São duas opções interessantes, que podem ser aplicadas com facilidade a um projeto. No entanto, quem já está acostumado com um pode optar por não testar o outro. 

Mas existem aqueles que gostam de experimentar novas ferramentas, para desenvolver novas habilidades e adquirir mais conhecimento. Para essas pessoas, pode ser uma ótima ideia experimentar o Materialize, mesmo já usando o Bootstrap.

Por que Utilizar o Materialize?

Neste momento, você deve estar se perguntando: “Ah, mas eu já uso o Bootstrap. Estou bem tranquilo aqui aplicando-o em meus projetos. Por que eu iria começar agora a utilizar este framework?”.

Uma boa resposta para isto pode ser uma outra pergunta: Por que não usá-lo? Por que não aproveitar a oportunidade de aprender uma nova ferramenta?

Este artigo não tem o objetivo de comparar a eficiência dos dois frameworks, até porque ambos cumprem muito bem o que prometem. O nosso objetivo aqui é te apresentar uma bela alternativa ao Bootstrap, para que você tenha outra opção à sua disposição. E é você quem decide se vai dar uma chance ao Materialize ou não!

Conclusão

Neste guia falamos sobre o framework Materialize, explicando o que ele é, como ele pode ser usado, como funciona e muito mais. Como você pode ver, é uma boa opção para aqueles que querem ir além do Bootstrap e testar algo novo.

Apesar disso, não é fácil determinar qual dos dois é melhor ou mais recomendado. Na verdade, cada um deles será mais agradável para determinado grupo de pessoas. 

De qualquer forma, são opções interessantes, que ajudam muito no desenvolvimento de projetos diversos. Vale a pena conhecer mais a respeito e se atualizar.

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SEO

O que você precisa saber sobre a nova atualização do Google: Mobile-First Index 2021

A otimização de mecanismos de pesquisa ou SEO é uma área do marketing em constante mudança. Com frequência somos informados sobre um novo algoritmo lançado pelo Google para oferecer aos usuários o melhor conteúdo da internet, um deles é o mobile-first index. 

Isso exige ficar sempre atento e alterar muitas de suas estratégias de SEO para lidar com as mudanças. Mas nem sempre é fácil estar atualizado sobre as tendências do Google. Ansioso por produzir resultados relevantes, o mecanismo de busca aprimora constantemente sua tecnologia e conta com inteligência artificial para dar suporte aos resultados. 

A otimização de mecanismos de pesquisa desempenha um papel vital em atrair consumidores para o seu site. O SEO pode ajudar a aumentar a visibilidade online do nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa. 

É um componente indispensável na criação da presença digital. Tem muito valor na entrega de conteúdo. Quando usado estrategicamente, pode ajudar as empresas a direcionar o tráfego orgânico, otimizar a experiência do usuário e aumentar a receita. 

Mobile-First

Para alcançar bons resultados com SEO, é preciso pensar a web como uma experiência móvel. Desde 2019, o Google trata a versão mobile de um site como a versão primária e a versão para desktop como a versão secundária. Portanto, você precisa estar sempre pensando na abordagem mobile-first.

Isso faz sentido por que atualmente cerca de 2 bilhões de pessoas acessam a internet apenas por meio de seus smartphones. Em 2025, poderemos ver quase três quartos dos usuários acessando a web exclusivamente por meio de dispositivos móveis.

Graças à onipresença de smartphones e tablets, o Google usará apenas a versão móvel do conteúdo para indexação e classificação a partir de maio. Mas antes de examinarmos algumas das práticas recomendadas para a indexação que prioriza os dispositivos móveis, é bom esclarecer qualquer possível confusão sobre a atualização e o que ela significa. 

A indexação que prioriza o celular é atualmente o padrão, e tem sido por um tempo. Qualquer site que seja novo na Internet ou na Pesquisa Google desde 1º de julho de 2019, usa principalmente a versão móvel do site para indexação.

A atualização significa que o Google usará a versão móvel de um site para indexação e classificação, em vez da versão para desktop. 

Não existe outra escolha. Como proprietário de um site, é impossível cancelar a atualização. O objetivo do Google é mover todos os sites para a indexação que prioriza os dispositivos móveis, e cabe a você se preparar e cumprir.

“Tudo que você quer que seja indexado, deve estar no mobile”. John Mueller (Google). 

As práticas recomendadas de indexação que priorizam o celular

Agora que você tem um melhor entendimento da indexação que prioriza os dispositivos móveis e o que ela envolve, vamos discutir algumas das práticas recomendadas para implementar e garantir uma navegação tranquila:

Aposte no Web Design Responsivo

Se ainda não o fez, é hora de se juntar aos 70 por cento dos sites otimizados para celular. Você pode conseguir isso com web design responsivo. Um site responsivo garante que os usuários sempre vejam uma versão otimizada do site, independentemente do dispositivo ou tamanho da tela.

Um site responsivo é benéfico pela sua flexibilidade – o design responsivo significa que os proprietários de sites não precisam criar várias versões de seus sites para se adequar a dispositivos diferentes.

Se você já tem um site responsivo, a indexação que prioriza o celular não deve ter um efeito significativo no desempenho nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa (SERPs).

Se você está no estágio de ainda construir o design responsivo do seu site, as ferramentas de web design podem ajudá-lo. Na verdade, o Google afirmou que os sites responsivos que usam o serviço dinâmico corretamente não precisam fazer nenhuma alteração.

Certifique-se que o Googlebot pode acessar seu site mobile

Googlebot é o software rastreador da web do Google e precisa ser capaz de acessar e processar seu conteúdo. Permita que o Googlebot examine os recursos do seu site e certifique-se de que seu site para celular tenha URLs diferentes do seu site para desktop. 

Além disso, lembre-se de verificar se uma diretiva disallow pode estar bloqueando a URL. Para garantir que seu site seja classificado, você precisa usar metatags de robô idênticas em seus sites para celular e desktop. 

Diferentes metatags de robô podem fazer com que o Google falhe em rastrear e indexar sua página quando seu site estiver habilitado para indexação mobile-first.

Mantenha seu site idêntico em todas as versões para desktop e celular

Os usuários não devem ser penalizados por usar um tablet ou smartphone em vez do desktop. Seu site para desktop deve ter exatamente o mesmo conteúdo que seu site para celular. Se o seu site móvel atualmente tem menos conteúdo ou diferente, você deve atualizá-lo.

Finalmente, certifique-se de não usar o “carregamento lento” para o conteúdo principal. O carregamento lento é uma técnica de otimização que adia o carregamento de conteúdo que não seja visível nem crítico. 

Lembre-se de que o Googlebot se recusará a carregar conteúdo que exija o carregamento de qualquer interação do usuário, como digitar ou clicar.

Enquanto você compara o seu conteúdo nas duas versões do seu site, dê uma caprichada no conteúdo. Mantenha seus títulos consistentes e certifique-se de que sejam esteticamente atraentes na versão móvel do seu site.

Preste atenção ao conteúdo visual

Quaisquer imagens ou vídeos na versão móvel do seu site têm sua própria lista de práticas recomendadas a serem seguidas. Quando se trata de imagens, você precisa fornecer ao usuário imagens de alta qualidade em um formato compatível. 

Certifique-se de incluir apenas imagens que tenham alta resolução suficiente e não pareçam muito pequenas quando visualizadas em uma tela menor.

Para imagens e vídeos, tente não usar URLs que mudam quando uma página carrega as imagens porque, se as URLs mudarem continuamente, o Google não conseguirá processar e indexar suas imagens corretamente.

Quanto ao conteúdo de vídeo, ele precisa ser facilmente encontrado em um dispositivo móvel e deve ser colocado em um formato compatível e com tags relevantes. 

Evite colocar um vídeo muito abaixo na página, forçando os usuários a rolar indefinidamente. A prática recomendada para dados estruturados também se aplica aqui: mantenha os dados idênticos nas versões para celular e desktop do seu site. 

Velocidade de carregamento (Core Web Vitals)

Com a chegada do Google Page Experience e dos Core Web Vitals, as novas principais métricas da web, a velocidade de carregamento de um conteúdo elevou-se a um novo patamar de importância.

Além de oferecer uma experiência de navegação muito mais complexa, esse aspecto do seu site também é importante para que ele possa simplesmente ser visualizado por dispositivos mobile, uma vez que as tecnologias de internet móvel não possuem a mesma velocidade que a banda larga utilizada por computadores desktop. 

Dica: para saber como o seu site está avaliado nas três novas métricas, chamadas de Largest Contentful Paint, First Input Delay e Cumulative Layout Shift, basta acessar a ferramenta do Google: PageSpeed Insights.

Mantenha o conteúdo importante

Geralmente, existem algumas diferenças entre a aparência de um site no celular e no desktop. Isso porque é mais difícil mostrar tudo de um site para computador no celular devido aos tamanhos de tela menores. 

Não há espaço para coisas como barras laterais ou grandes menus, então os sites para mobile geralmente excluem ou ocultam partes do conteúdo presente em sites para computadores. 

O conteúdo do seu site para celular não precisa ser idêntico ao conteúdo do seu site para desktop, mas qualquer conteúdo importante deve estar presente no celular. Excluir coisas como opt-ins de e-mail não será um grande negócio do ponto de vista de SEO, mas excluir coisas puramente porque alguém achou que era muito tempo para dispositivos móveis pode ter um impacto negativo.

Anteriormente, se o conteúdo não fosse mostrado no celular por padrão, contaria menos do que o conteúdo visível. Isso mudou com a indexação que prioriza o celular, e agora você tem mais opções de design, como conteúdo com guias. 

O Google não dá mais descontos a conteúdo oculto para melhorar a experiência do usuário.

Conclusão

Importante destacar que se você ainda não começou a adaptar o seu site às novas exigências do maior buscador do mundo, é melhor se apressar, porque a mudança ocorrerá em apenas dois meses, a partir de maio de 2021. 

A indexação que prioriza o mobile parece complicada, especialmente para quem não tem muito conhecimento do assunto, mas a realidade é que se você já está oferecendo uma experiência incrível para dispositivos móveis e garantiu que terá o mesmo conteúdo entre computadores e dispositivos móveis, você tem pouco com o que se preocupar. 

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SEO

Dicas de SEO para quem produz conteúdo sobre ferramentas

A venda de ferramentas sempre foi muito mais forte no varejo físico, já que são itens comumente comprados para suprir uma necessidade emergencial. Porém, com o crescimento do comércio online impulsionado pela pandemia, aliado à maior procura por reformas e reparos, este segmento também se fortaleceu no digital.

Com a grande concorrência, é fundamental estabelecer estratégias de SEO certeiras para conseguir destaque na internet. Veja algumas de nossas dicas de SEO:

Pesquise e analise as tendências

Para conseguir definir palavras chave de maior sucesso para a sua loja, é essencial analisar quais são as tendências de compra da atualidade. Existem diversas formas de fazer isso:

O Google Shopping oferece uma plataforma que mostra quais produtos tiveram aumento repentino nas buscas durante a semana.

O Mercado Livre Tendências também mostra quais são os itens mais procurados do site, em uma pesquisa que pode ser dividida por segmentos

O Google Trends ajuda muito quem quer descobrir se determinado produto está em alta nas pesquisas

Por exemplo: quem se atenta ao Google Trends, pode perceber que o amperímetro, ferramenta utilizada para medir correntes elétricas, bateu recordes de buscas no ano passado, com picos expressivos em junho, julho, outubro e novembro. Assim, é possível criar conteúdos com foco neste produto específico e atrair mais visitantes.

Dê atenção às imagens

Todos sabem a importância das imagens no comércio online. No mundo das ferramentas, uma boa foto pode evidenciar a qualidade do produto. No entanto, para o SEO, a função da imagem vai além. Você deve preencher as tags com textos que descrevem as figuras, constituindo mais uma forma de seu site ser encontrado nos buscadores.

Crie conteúdo útil para os clientes

Muitos brasileiros passaram a se aventurar no mundo das reformas e reparos durante a pandemia. Por isso, as buscas por ajuda virtual também estão altas. Uma ótima estratégia é se aproveitar do momento e criar textos que sejam úteis para este novo público, com dicas sobre o uso dos produtos.

Por isso, se a sua loja virtual não possui nenhum blog, é essencial criá-lo o mais rápido possível. Junte esta dica com a primeira e crie artigos sobre as ferramentas que estão em alta, sempre com links que direcionam para os itens que estão à venda em seu site. Assim, você poderá converter visitantes em clientes.

O blog também fará com que as pessoas passem mais tempo em seu site, já que a leitura exige maior atenção do que nos casos em que um internauta entra apenas para conferir um preço. Isso fará com que a inteligência artificial do Google considere o seu site mais relevante, o que consequentemente eleva o posicionamento no buscador.

Aumentar Suas Vendas
Vendas OnlineCriação de Sites

Como um Site Profissional Pode Aumentar Suas Vendas

Com o avanço das redes sociais como ferramenta de negócios, para aumentar suas vendas, muitas empresas resumem sua presença digital a esses canais.

Justificativas para isso não faltam: para muitos empreendedores, ter um site profissional ainda parece muito caro, complicado ou desnecessário.

Mas, na prática, todas essas ideias estão erradas. Contar com o próprio endereço na web é mais importante do que se imagina, e pode ser determinante no sucesso de um negócio.

Por outro lado, usar apenas recursos de terceiros para construir toda a sua estratégia de Marketing Digital pode parecer boa ideia, mas deve custar caro a médio e longo prazo.

Veja tudo que precisa saber para implementar um site profissional e transformar as vendas da sua empresa.

5 motivos para investir em um site profissional

Já vimos quais são as principais razões dadas pelos empreendedores que adiam ou relutam em criar um site. Agora é hora de provar porque elas não são boas o suficiente.

Veja 5 motivos claros para deixar o medo de lado e investir o quanto antes no desenvolvimento de um website profissional para o seu negócio:

1. É seu canal exclusivo na internet

As redes sociais são ambientes compartilhados, o que significa que todo tipo de publicação batalha a cada segundo pela atenção da sua persona.

Para uma empresa, isso representa dividir o espaço com concorrentes diretos, memes de todos os tipos, notícias do dia a dia e atualizações de status dos amigos e familiares dos clientes em potencial.

Por outro lado, o site é seu canal exclusivo para convencer e se comunicar com os possíveis clientes. É como se as redes sociais fossem clubes e o site fosse a sua casa.

2. Você tem controle sobre a mensagem

Outro motivo para ter um site e não se limitar às redes sociais e outros canais terceirizados tem a ver com o controle da mensagem que os visitantes verão.

Qualquer site terceirizado segue um modelo padronizado, igual para todas as empresas que o utilizam. Em um site próprio dá para personalizar o layout, o conteúdo e as opções de contato.

3. Fortalece a sua marca

Você conhece alguma marca de grande sucesso que não tenha seu próprio site? Até empreendedores e empresas que baseiam todo seu modelo de negócio nas redes sociais investem em um endereço próprio.

O motivo é a força que isso traz para a marca. Quanto mais conhecida uma empresa fica, mais as pessoas vão procurar por ela no Google.

Os clientes sentem muito mais confiança quando a página de busca mostra um site, e não apenas um perfil no Facebook ou Instagram.

4. Funciona melhor a longo prazo

Nos últimos anos, ficou evidente como a mudança nas regras e algoritmos das redes sociais podem afetar profundamente a estratégia de uma empresa na web.

Catálogos de empresas também podem mudar as regras de funcionamento ou até fechar as operações. A longo prazo, a opção mais segura é mesmo desenvolver um site próprio.

Além de durar quanto tempo você quiser, qualquer mudança de funcionamento será decidida internamente para o próprio bem da empresa, sem regras abusivas ou aumento de custos.

5. Melhora suas vendas

Se há pessoas procurando no Google pelos produtos ou serviços que a sua empresa oferece, é porque há chance de ganhar mais dinheiro com uma boa presença online.

E não há nada como um site para aproveitar esse interesse e atrair as pessoas certas, que tem intenção de compra e o perfil ideal de cliente que o seu negócio precisa.

4 maneiras de usar um site corporativo para aumentar as vendas

Se você pensou “Mas meu negócio é local, não vendo pela internet”, saiba que ter uma loja virtual não é a única forma de usar sua página para vender mais.

Há várias formas de fazer isso, e mesmo empresas locais, ou com produtos altamente segmentados, podem se beneficiar muito de ter o próprio endereço online.

Veja 4 maneiras, diretas e indiretas, de vender mais por meio de um site corporativo:

1. Geração de leads

Um dos grandes problemas de marketing e vendas em empresas de todos os tamanhos é gerar a quantidade necessária de leads para bater as metas.

Um bom site, principalmente quando alinhado a um blog de qualidade, pode se tornar uma verdadeira máquina de geração de leads.

A principal forma de fazer isso é por produzir conteúdo de qualidade, que ajuda os visitantes a entender melhor o que a empresa faz e enxergar valor prático nisso.

2. Compras diretas

A forma mais direta de aumentar as vendas é, sem dúvida, criar uma loja virtual. Nunca foi tão fácil criar e escalar uma operação de vendas de forma digital.

Empresas de todos os segmentos vendem seus produtos e serviços, mesmo os mais técnicos e específicos. Naturalmente, se essa for a sua escolha, terá de pensar em vários aspectos além da criação e manutenção do site em si.

3. Pedidos de orçamento

O meio-termo entre vender online e gerar leads por meio de conteúdo é colocar no seu site uma página ou formulário na qual os visitantes podem pedir um orçamento ou avaliação de um consultor.

Essa prática é muito comum e se encaixa bem no processo comercial de muitos negócios, que decidem adotar uma abordagem direta, mas preferem não iniciar uma operação 100% digital como e-commerce.

4. Fechamento de parcerias

Por fim, há uma forma indireta de aumentar suas vendas por meio de um site: usá-lo como porta de entrada para fechar parcerias estratégicas com outras empresas.

Suas páginas podem servir como vitrine para que outros entrem em contato, ou pode ser seu cartão de visitas quando abordar outro empreendedor. O leque de possibilidades para isso é enorme, e pode ir desde escrever um guest post no blog de outra empresa até promover um evento juntos.

Como melhorar o desempenho do seu site com um blog corporativo

Mesmo o melhor site é incapaz de gerar tráfego e dar resultados sem algum esforço adicional. E não existe forma melhor de atrair visitantes, gerar leads e convertê-los em clientes do que por meio de um blog.

Segundo a Content Trends, 73% das empresas participantes investem em marketing de conteúdo, e apontam uma clara relação entre usar blogs e gerar visitas e leads.

Dá para dizer, sem medo, que um bom blog, com conteúdo relevante e atualizado de forma constante, é o maior aliado do seu site na criação de uma presença online forte e lucrativa.

4 elementos vitais para transformar seu site numa máquina de vendas

Se você já teve um site e não viu resultados, ou conhece alguém que teve uma experiência negativa com a própria página web, pode ser que desconfie quando ouve falar que um site pode aumentar as vendas.

Infelizmente, não é raro ver empresas que até investem por um tempo no próprio site sem os resultados esperados. Não existe apenas um motivo para isso acontecer.

Mas se você der atenção especial aos elementos abaixo, seu site tem tudo para se tornar uma verdadeira máquina de vendas:

1. Conteúdo

Seu site pode ter todos os outros elementos desta lista, mas vai falhar se não oferecer conteúdo relevante para o público-alvo. O que está incluído nisso?

Em primeiro lugar, cada página deve mostrar sua proposta de valor de forma clara e objetiva. Além disso, a linguagem tem de ser fácil de entender e gerar conteúdo para o público.

O conteúdo não se resume a texto, mas inclui todo tipo de imagem, vídeo e outros recursos gráficos usados para informar e convencer os visitantes.

2. Chamadas à ação

Chamadas à ação são convites que estimulam as pessoas que estão na página a realizar alguma ação que ajuda o seu processo comercial como, por exemplo, botões do tipo “compre agora” ou “baixe o material grátis”.

As chamadas à ação precisam ser diretas, dinâmicas e ter bom contraste com o resto da página. Assim, botões de cores vivas e frases persuasivas fazem grande diferença na taxa de conversão.

3. Otimização para sites de busca

Há muitos fatores que fazem grande diferença em como o Google encara e classifica os sites que aparecem nos primeiros resultados de busca. Uma forma de otimizar seu site para atender a estes critérios é usando o SEO On Page.

Páginas leves, que carregam em menos tempo, boas práticas de organização de código e uma série de outras ações podem causar grande impacto.

4. Design responsivo

O design responsivo, quando um site se adapta a qualquer tamanho de tela, também entra nos critérios do Google, mas não é só por isso que você deve considerá-lo prioridade.

Se trata de oferecer uma boa experiência de navegação aos usuários, que usam cada vez mais seus dispositivos móveis para navegar na internet e até fazer compras online.

Contar com um site profissional é um ótimo investimento, desde que ele seja feito por parceiros confiáveis, dê atenção aos elementos certos e seja atualizado regularmente. As empresas que fazem isso já têm colhido excelentes resultados. Agora é a sua vez.

Outro aspecto essencial para o bom desempenho de um site é a sua segurança.

Vamos montar seu site ou sua loja virtual? Então nos envie uma mensagem e saiba como.

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