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Talvez você ainda não tenha escutado o termo clickbait, mas se andou navegando pela internet nos últimos 10 anos, sem dúvida alguma já foi exposto a esse fenômeno. A tradução do termo clickbait ao idioma de Luís de Camões seria isca de cliques ou caça-clique. De uma forma geral, o clickbait é considerado apenas irritante, mas por vezes pode levar a consequências bastante negativas. De fato o próprio mundo do clickbait não é algo tão bem resolvido quanto parece.
Manchetes clickbait tornaram-se uma tática usada por toda a internet, dos grandes portais de notícias aos mais específicos blogs de pequenas empresas. Mesmo correndo o risco de irritar e ou até mesmo afastar os leitores, o uso do clickbait não diminuiu em nada.
O que é clickbait, por que funciona tão bem e será que você deveria usar esse método? A seguir responderemos tudo, para você decidir o que é melhor para sua marca.
O que é clickbait?
Por definição, clickbait é uma forma de publicidade enganosa na internet. Em geral, aparece na forma de um link que você encontra em um site e normalmente vem acompanhado por um título sensacionalista e fotos igualmente apelativas. Apesar de podermos argumentar que grande parte da internet é assim, o fracasso do clickbait aparece quando você por fim chega na página à qual ele direciona. A qualidade do conteúdo é muito abaixo da média e o artigo muito provavelmente nem vai dar a resposta à questão apresentada no título, ou então vai te dar uma conclusão absolutamente insatisfatória. Talvez não haja um exemplo melhor de clickbait do que a frase “prometer demais e entregar de menos”.
A história do clickbait
Clickbait vem do termo imprensa marrom que se refere principalmente a jornais que têm pouquíssima ou nenhuma preocupação em relação à veracidade ou pesquisa dos fatos, e usam manchetes sensacionalistas para conseguir vender mais jornais. Uma outra forma familiar deste tipo de notícias sensacionalistas vem do jornalismo de tablóide que já existe há muito tempo.
Tanto clickbait como a imprensa marrom e os tablóide usam manchetes, títulos e matérias de conteúdo sensacionalista e até mesmo bizarras, por um só motivo: o sensacionalismo vende. O objetivo final por trás dos anúncios ou artigos de clickbait é gerar receita de propaganda online, o que explica sua onipresença. Você pode considerar o clickbait como as ervas daninhas da internet – não é o fim do mundo, mas é feio e difícil de erradicar.
Por que o clickbait funciona tão bem?
A publicidade costuma mexer com nossos sentimentos e emoções. E é bem eficaz! Em outro artigo do blog, exploramos o marketing de guerrilha, e como é usado para chocar-nos, deixar-nos intrigados ou levar o público a outras emoções como aversão, medo ou culpa, e frequentemente tem uma entrada no mundo real bem elaborada e inteligente. De certa forma, o clickbait é semelhante e também o oposto do marketing de guerrilha.
O clickbait também joga com as emoções, mas de um forma diferente do marketing de guerrilha. As principais manchetes do clickbait têm a intenção de despertar no indivíduo o gatilho do FOMO (o famoso “medo de ficar de fora”, ou dor de cotovelo) e são apresentadas num formato do tipo “você não vai acreditar!”. Com isso, as pessoas vivenciam uma forte sensação de ansiedade, uma das principais razões que nos faz ficar grudados nas redes sociais.
Você viu acima como o clickbait é semelhante ao marketing de guerrilha, mas como pode ser semelhante e ao mesmo tempo oposto? Para entender esta questão, vamos analisar como cada método de marketing é implementado. O marketing de guerrilha está na sua cara e pode ser chocante de imediato, já as manchetes, títulos ou fotos clickbait prometem um choque (ou resposta) que não vem nunca.
O clickbait é estruturado de tal forma que o título essencialmente está te dizendo que há algo que você não sabe, e tudo o que você precisa fazer é clicar para descobrir esta informação. Nesse sentido, o clickbait precisa que a pessoa sinta a necessidade de satisfazer a sua curiosidade. Na realidade, é bem divertido pensar a respeito: o clickbait não seria nada e não funcionaria se nós, seres humanos, não fôssemos criaturas naturalmente indulgentes, crédulas e muito curiosas.
Felizmente, é fácil identificar o clickbait. Se a manchete parece ser boa demais para ser verdade, provavelmente é um caça-clique. Os sinais que indicam um artigo clickbait são bastante óbvios, mas isso definitivamente não evita de nos entregarmos à tentação. Mesmo sabendo que é um clickbait, ainda assim nos submetemos ao caça-clique. Por vezes, o título é bom demais para se deixar passar e dá aquela coceirinha do FOMO.
Clickbait bom x clickbait ruim
Apesar de ser fácil presumir que todos os clickbait são ruins, não é bem assim. Na maior parte, são inofensivos e na pior das hipóteses você acaba decepcionado, com a amarga sensação de que alguns minutos da sua vida foram desperdiçados, e nunca serão devolvidos. Antes de mergulharmos nas diferenças entre o bom e o mau clickbait, talvez seja oportuno redefinir ou pelo menos ter uma outra perspectiva sobre o que é e o que não é um caça-clique, e não há lugar melhor para buscar essa resposta que o site que é o próprio clickbait?
Em 2014, o Buzzfeed publicou um artigo em seu blog afirmando que não usa clickbait e o motivo é convincente. Por definição, o caça-clique é um conteúdo que promete demais e entrega de menos. Tecnicamente falando, este site, que é bem popular, não faz isso. Ele pega o modelo do clickbait, mas garante que entrega o que diz o título. Títulos sensacionalistas? Confere. Informação praticamente inútil? Discutível. Perda de tempo? Você é quem sabe. Divertido de ler? 100%.
A popularidade do site permitiu que ficasse maior e que produzisse conteúdo inquestionavelmente superior a qualquer tipo de caça-clique, ainda que seja possível dizer que está em cima do muro. Entretanto, se há alguma coisa que possa ser chamada de um bom clickbait, seria o estilo do Buzzfeed.
Obviamente que não é só o Buzzfeed que usa este método “meio-clickbait”. Você também verá isso em publicações conceituadas. Desde blogs tecnológicos a sites de filmes, esta é uma tática que é usada em toda a internet. O artigo do ScreenRant sobre os “10 Sustos em filmes de terror que ainda nos chocam e fazem pular na cadeira” é um perfeito exemplo disso.
Uma das formas mais comuns de clickbait encontra-se em algumas das suas publicações de notícias favoritas. Seja um site sobre games, filmes, cultura pop – o que você gostar, é possível rolar até uma seção que tenha um título na linha de “conteúdo patrocinado” ou algo semelhante. Claramente, estes títulos não foram patrocinados e não foram publicados pelo próprio site. Esses artigos também podem ser considerados como “bom” clickbait ou, na pior das hipóteses, como caça-clique “inofensivo”.
Clickbait também não se limita a artigos. Enquanto o verdadeiro clickbait é usado para gerar renda em propaganda online, o método também é usado para atrair a atenção e conseguir cliques em sites de vídeo. Não é difícil encontrar uma imagem de miniatura sensacionalista no YouTube, visando destacar-se do restante.
Se o bom clickbait é algo como uma notícia ou um artigo do Buzzfeed, e um clickbait de padrão básico é apenas absolutamente decepcionante, o que seria um “mau” clickbait? Este é tão fácil de identificar como os outros tipos mencionados acima. Como precaução, fique longe de artigos que afirmam te dar dinheiro ou que requerem que você faça download de um programa. Ainda que possa até ser inofensivo e legítimo, você pode estar se expondo, sob risco de ter seu computador infectado por malware ou ser vítima de ataques de phishing, ou algo ainda mais grave. Pode acreditar, não vale a pena.
O uso do clickbait também pode afetar negativamente seu SEO, prejudicando o posicionamento do seu site nos resultados de buscas. Se no seu título você promete mundos e fundos, e acaba entregando apenas uma pequena parte, o leitor vai rapidamente sair da sua página. Isso pode fazer aumentar sua taxa de rejeição e diminuir o tempo que as pessoas ficam na sua página. Ambas essas opções são ruins para você, e ter demasiado de qualquer uma delas ou de ambas vai fazer a sua página ser jogada lá para baixo nos resultados dos motores de busca.
Será que você deve tentar usar clickbait?
Se funciona para outras pessoas, será que usar clickbait pode também funcionar para você? Certamente há vários fatores em jogo, apesar que a resposta mais fácil provavelmente seria um grande não. O risco de afastar seu público pode ser grande demais, especialmente se você tem uma pequena empresa. A última coisa que você quer é afastar aquelas mesmas pessoas que você está tentando atrair devido a uma bobeira, como usar títulos sensacionalistas e depois não conseguir entregar o que os leitores esperam encontrar.
Se usar clickbait é algo com o qual você pretende se aventurar, a coisa mais importante a fazer é entregar o que seu conteúdo promete. Faça sua resposta ser tão convincente como a questão colocada no seu título para não ter leitores arrependidos de terem chegado ao seu site.
Se realmente deseja optar pelo caminho mais ousado, veja a seguir alguns exemplos que poderiam ter sido usados para este artigo:
Você não vai acreditar nestes fatos chocantes sobre clickbait!
Publicamos um artigo sobre clickbait. Consegue adivinhar o que aconteceu em seguida?
Esse é o artigo sobre clickbait mais incrível que você já leu!
Olhe ao seu redor, aposto que você consegue ver pelo menos cinco marcas a menos de um metro de distância dos seus olhos. As marcas estão por todo lado, do que vestimos ao que comemos, passando por cada pedacinho de conteúdo que absorvemos durante o dia, tanto inconscientemente como conscientemente. As melhores marcas fazem sua promoção de forma que você sempre se lembre delas, desde um design de logo inteligente até uma frase cativante ou até mesmo um tom específico de azul (sim, estamos falando sobre o Facebook).
Diferente das empresas e organizações ou celebridades e influenciadores, as marcas não precisam ser famosas. Você também é uma marca, mesmo sem querer. Por isso, você precisa assumir o controle do seu personal branding, para evitar que outras pessoas o façam sem você sequer perceber. Basta um amigo te marcar em uma foto pouco profissional nas redes sociais ou alguém descrever o que você em tempo integral, enquanto você fica sentado e deixa as pessoas fazerem uma grande confusão na sua vida. Portanto, não deixe isso acontecer. Assuma você mesmo o seu branding pessoal e notará como se sentirá mais empoderado.
Esteja você se candidatando a um emprego ou mesmo tentando estabelecer seu nome como profissional freelancer, seu branding pessoal importa e muito. É assim que você pode usufruir de todos os seus recursos para alcançar o que deseja. A seguir mostramos como descobrir e alcançar suas motivações e objetivos.
O que é personal branding?
O personal branding pessoal é praticamente um sinônimo da sua reputação. É a imagem da sua vida, que você transmite às pessoas ao seu redor, e o impacto que isso tem tanto na sua carreira como fora dela.
Não importa em que ponto você se encontra na escala profissional – estudante, candidato a um emprego, funcionário, dono de empresa ou profissional freelancer – o personal branding é crucial. Incluindo suas capacidades, qualificações de trabalho, personalidade e tudo mais que faz você ser você mesmo. Sim, é importante como você se veste e fala, mas no mundo de hoje em dia é igualmente importante prestar muita atenção na forma como você aparece na internet.
Desde conhecer seus pontos fortes e descobrir seu foco até criar um site e manter ativas suas redes sociais, mostraremos como estabelecer-se profissionalmente em todo tipo de carreira.
Benefícios do personal branding
Enxergando-se como uma marca pessoal, você pode construir uma história completa em torno da sua identidade, de forma a não ficar “vendendo” a você mesmo e aos seus serviços isoladamente. As pessoas te conhecerão por aquilo que você realmente é, e se interessarão pelo pacote completo. A melhor parte de tudo isso são os benefícios:
Seja “gente como a gente”. Em outras palavras, passe a ser mais “humano” e menos “comercial” ao revelar mais sobre você.
Estabeleça uma identidade. O branding pessoal vai garantir que as pessoas saibam para quê te procurar e que podem contar com você para assuntos específicos.
Consiga mais oportunidades. Com uma marca forte, provavelmente você vai ficar mais exposto a entrevistas, ofertas de emprego, promoções, contatos, clientes, eventos e mais.
Destaque-se. Uma marca permite mostrar as características que te diferenciam dos demais profissionais de sua área de especialização.
Como criar uma marca pessoal:
01. Reúna todas as informações
A. Conheça-se melhor
Há algumas formas diferentes para você avaliar sua própria imagem, tanto pelo seu interior como pela modo que o mundo te percebe:
Conheça seus pontos fortes: Descubra no que você é realmente bom, para tornar-se uma liderança efetiva, se comunicar melhor e alcançar seu empoderamento pessoal. Para isso você pode perguntar a 10 pessoas que te conhecem muito bem, de diferentes lados da sua vida, quais são seus três principais pontos fortes. Em seguida, identifique as respostas mais comuns. Você também pode fazer testes de personalidade como o famoso Myers-Briggs Type Indicator ou o VIA Character Strengths Assessment gratuito.
Dê a atenção a paixões e interesses: Todas as atividades gratificantes da sua vida são tão importantes quanto os seus pontos fortes. Afinal, quando você faz alguma coisa com o coração, é mais provável que o faça com toda a motivação e energia. As outras pessoas, sem sombra de dúvida, percebem isso.
Estabeleça seus valores: Seus valores são tudo aquilo em que você acredita e defende, acima de qualquer outra coisa. Estas são as coisas das quais você não abre mão, pois são o mais importante para seu estilo de vida. Quando seus valores são positivos, as pessoas se sentem mais conectadas com você.
Encontre sua inspiração: Há alguma pessoa pela qual você sente admiração? Pense no que pode fazer para sua marca igualar-se à dessa pessoa. Isso não significa que deve copiá-la, mas seguir seus conselhos. O que a fez ter sucesso? Por que quer aprender com ela? O que é possível aprender com ela? Responda a estas questões de forma honesta e autêntica, levando em consideração a pessoa que você é.
B. Liste as suas experiências de trabalho e de educação
Registre todas as experiências de vida relevantes para sua carreira profissional e seus interesses, desde a sua educação escolar, cursos e treinamentos, até trabalho e passa-tempos. É tudo isso que faz você ser uma pessoa especial.
Além disso, o processo de criação dessa lista ajuda a focar no que falar com as pessoas relevantes de diferentes grupos (trabalho, clientes, etc), além de também servir para atualizar seu currículo, redes sociais, site e outros projetos de conteúdo. Também vai servir como comprovação das suas capacidades e dos seus pontos fortes como mencionamos acima.
C. Coloque o foco no seu objetivo
O que você espera alcançar em um ano? E em cinco anos? E em 10 anos? Ter em mente um foco realista ajuda a estabelecer uma visão clara para a sua marca, que não apenas você compreenderá, mas também todo mundo que está em contato com você. Dessa forma, quando você ou outras pessoas falarem sobre você, o que será mencionado é esta visão – e as pessoas vão se lembrar de você por causa disso.
Se não está seguro de qual é a sua visão, use suas experiências, suas paixões e seus pontos fortes para chegar a alguma conclusão. Também é possível fazer um teste como o IKIGAI.
IKIGAI é um conceito Japonês para encontrar seu propósito ou sua “razão de ser”. Preencha “o que você ama”, “o que o mundo precisa”, “pelo que você pode ser pago” e “em que você é bom”. Em seguida, junte tudo e descubra o seu propósito.
D. Conheça seu público-alvo
Primeiramente, as coisas mais importantes: defina seu público-alvo, que devem ser aquelas pessoas que oferecem oportunidades na sua área de especialização. Seja realista na hora de identificar as pessoas a serem alcançadas (não adianta querer falar com o CEO de uma empresa multinacional, se você está apenas começando). Além disso, deve haver uma quantidade suficiente de pessoas que necessitam do tipo de trabalho que você oferece, para que possa tirar seu sustento tendo essas pessoas como clientes.
Tendo uma ideia de quem é seu público-alvo, chega a hora de entrar em contato. Encontre uma forma de falar com eles e de começar um relacionamento profissional. Planeje antecipadamente o que você vai querer transmitir quando conseguir atrair sua atenção. É preciso saber explicar exatamente como as suas capacidades podem ser benéficas para eles. Este é finalmente o momento de começar a agir para alcançar sua visão, por isso certifique-se de fazer isso com profissionalismo, confiança e de forma carismática.
E. Desenvolva sua história
De posse das informações acima – pontos fortes, paixões, interesses, foco e público-alvo – é possível construir sua própria história. É importante que seja algo que você consiga lembrar e compartilhar inúmeras vezes, de conversas informais ao conteúdo no seu site. No final, isso vai ditar o tom da sua marca pessoal.
02. Tome atitudes
A. Apresente-se de forma profissional
Para estabelecer seu nome como referência em determinada área, tudo gira em torno de tomar atitudes que refletem o que se fala. Em outras palavras, a sua postura, a forma como você fala e como se veste são fatores cruciais, que influenciam a maneira como as outras pessoas te veem. Certifique-se de parecer profissional, amigável e equilibrado, através em todos os aspectos da sua vida, tanto pessoalmente como através da internet.
Uma forma de verificar a sua imagem na internet é procurar por você mesmo no Google. De fato, é recomendado buscar seu nome para ter certeza de que a forma como é mostrado reflete a imagem através da qual você quer ser visto e conhecido. De acordo com as pesquisa, 70% dos recrutadores já dispensaram candidatos com base nas informações encontradas online. Por isso, preste muita atenção a esse fato. Dê uma pesquisada nas suas informações online e exclua fotos, vídeos, artigos e quaisquer tipos de conteúdo que possam ter um impacto negativo no seu personal branding. Você pode fazer isso manualmente nas suas redes sociais, ou usar um software como BrandYourself para limpar as informações indesejadas dos resultados de busca.
De uma forma geral, lembre de que você pode encontrar qualquer tipo de pessoa a qualquer momento. Por isso, você deve parecer sempre uma pessoa apresentável e respeitosa.
B. Construa sua credibilidade
Estabelecer-se profissionalmente através de credibilidade é algo que requer atenção e trabalho constantes. Você precisa estar sempre ativo nos seus círculos de relacionamentos pessoais e profissionais, tanto cara-a-cara quanto na internet. Veja a seguir sugestões de algumas formas de conseguir que as pessoas prestem atenção em você:
Faça seu network em eventos e organizações na sua cidade e na internet.
Treine e oriente profissionais menos experientes no mercado.
Procure um mentor para você mesmo que possa te orientar.
Seja voluntário para participar em eventos relevantes como palestrante convidado.
Trabalhe em projetos colaborativos com outras pessoas da sua área de especialização.
Hospede seus próprios eventos profissionais (happy hour, sessões de perguntas & respostas, séries de palestras, etc.)
Associe-se e participe ativamente de organizações e comunidades.
Quando for escolher no que focar, escolha atividades pelas quais você é apaixonado. Além de você curtir todo o processo, os demais facilmente perceberão sua autenticidade.
03. Apresente sua marca pessoal
A. Crie um site de currículo
Um currículo em papel certamente é uma poderosa folha de papel, cuja função é descrever sua personalidade profissional, experiências, capacidades e realizações. A versão online, no entanto, faz tudo isso e vai além. Criando um site de currículo online você pode adicionar muitos recursos que não poderia fazer no documento de papel. Além disso, você pode personalizar seu site de currículo da forma como mais gostar e manter tudo organizado em um só lugar.
Se você quer elevar seu site a outro patamar, pode criar um blog e adicionar regularmente conteúdo relevante e interessante – vai dar uma importante fortalecida no seu SEO. E se você está querendo conseguir a cobertura da imprensa também pode adicionar um kit de imprensa ao seu site. Não importa o que faça, só tenha em mente que no mundo digital impressionar é mais do que um objetivo, é praticamente uma exigência.
B. Esteja sempre ativo nas redes sociais
As redes sociais são um local importante para fazer a sua promoção e para ampliar seu esforço de construir uma marca pessoas. Essa também é uma estratégia promocional recomendada para direcionar tráfego para seu site. Há muitos locais onde você pode estar presente: LinkedIn, Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Medium, Pinterest e outros.
No entanto, não é necessário estar ativo em todas elas. Como você é uma pessoa só, isso pode se tornar confuso e acabar sendo ineficaz. Comece pelas redes mais populares e relevantes e depois, se tiver tempo, você pode trabalhar com outras redes que sirvam melhor aos seus propósitos e ao seu nicho (plataformas focadas em vídeo, design, etc.)
De uma forma geral, as redes a seguir são as recomendadas para você focar seus esforços:
LinkedIn é sugerido para qualquer marca pessoal, pois essencialmente é um currículo sem limite de páginas. Você também pode se conectar com outros profissionais e empresas, fazer networking em grupos e individualmente, e também compartilhar atualizações.
Facebook é sem dúvida a mais popular das redes sociais. É uma plataforma repleta de oportunidades, desde criar uma página comercial no Facebook até promover campanhas, desde participar de a grupos até uma lista infinita de outras coisas. É como se fosse um volume antigo das Página Amarelas, com um montão de novos recursos. Pense nisso: Quando você quer saber mais informações sobre uma pessoa (qual é a sua aparência, o que faz, quem são seus amigos, etc.) onde você vai procurar? Provavelmente no Facebook.
Instagram é uma rede social em constante crescimento, que funciona como um ponto central da geração millenial, onde você deve focar nos aspectos visuais da sua marca, como imagens e vídeos. Existe também a Instagram Bio que descreve a sua marca em palavras, incluindo a opção de um link para seu site. O Stories do Instagram te permite atualizar seus seguidores sobre a sua vida. E os posts do Instagram são um excelente local para compartilhar conteúdo permanente em seu perfil e seu feed. Inclua nos seus posts hashtags populares do Instagram para alcançar mais seguidores e conseguir um maior engajamento com o seu conteúdo.
Outras redes sociais que você pode levar em consideração são o YouTube (para vídeos), Medium (para artigos), Twitter (para conteúdo de formato curto) e Pinterest (para ideias criativas e design). Quanto ao uso destas redes em prol de seu personal branding, tudo depende das especificidades do seu nicho. Em outras palavras, nem sempre vale a pena estar presente em todas plataformas.
C. Crie um logo
O logo é a representação visual da sua marca. Exatamente como o seu rosto, o logo é um símbolo que todo mundo vai associar a você e ao seu trabalho. Ele pode ser colocado em todos os lugares, do seu site às suas redes sociais, passando por cartões de visita, currículo e muito mais.
D. Tenha um endereço de email personalizado com a sua marca
Infelizmente, estudos indicam que um endereço de email que não transmite profissionalismo é um grande problema para 35% dos empregadores. Quando for se comunicar com clientes, potenciais empregadores, mentores e pessoas a quem orienta, além de outras pessoas na sua vida profissional, o ideal é sempre passar a melhor impressão possível. Para que isso aconteça um endereço de email personalizado é imprescindível.
Você pode facilmente criar um endereço de email personalizado. Basta colocar o domínio do seu site como seu email, por exemplo, contato@joaoconsultoria.com em vez de algo mais genérico ou menos profissional como joaoconsultoria@gmail.com. Pode confiar, essa pequena alteração vai fazer maravilhas pela sua reputação.
Conclusão: a essência do personal branding
Tome uma atitude. Se você não tiver o controle do seu personal branding, outras pessoas acabarão moldando sua imagem por você.
Descubra qual o seu propósito analisando pontos fortes, valores, experiências e público-alvo.
Faça desse propósito uma história memorável, a ser compartilhada onde for possível: redes sociais, seu site, em conversas, etc.
Preste atenção à forma como você se apresenta em todas os momentos da sua vida, tanto cara-a-cara como através da internet.
Construa sua credibilidade associando-se a comunidades e organizações que estejam alinhadas com seu foco ou objetivo.
Crie seus recursos profissionais: site de currículo, logo, endereço comercial e contas da sua marca nas redes sociais.
Se a sua empresa valoriza estar sempre antenada com as mais recentes novidades, então estar atento às tendências nas redes sociais faz parte do trabalho no mundo virtual e de social listening. Não estamos falando apenas de postar regularmente, apesar de que responder às questões e preocupações dos clientes é essencial. No entanto, se você já se vê inundado por Tweets, posts no Facebook, e mensagens no Instagram, já imaginou quantas pessoas estão debatendo sobre sobre a sua empresa ou seu produto por aí sem marcar seu nome?
Há tantas conversas acontecendo nas redes sociais, e muitas que dizem respeito à sua empresa podem passar despercebidas se você não for mencionado ou marcado no próprio post. Se você deixa escapar essas conversas, também deixa escapar oportunidades para ajudar seus clientes ou encontrar potenciais novos clientes. Além disso, essas conversas permitem ter uma ideia de como outras pessoas se sentem em relação à sua empresa. Isso chama-se “social listening” (monitoramento das redes sociais) e é uma tática vital para melhorar a percepção da sua marca.
A seguir vamos mostrar do que trata o “social listening” e como você pode colocar isso em prática no seu próprio negócio.
O que é o social listening?
O social listening é efetivamente o monitoramento de conversas que acontecem nas redes sociais sobre a sua marca, produtos, seus concorrentes ou outras palavras-chave relevantes ao seu mercado. A partir disso, você pode tentar encontrar respostas a essas conversas. Estas respostas podem ser na forma literal de uma resposta a um post nas redes sociais ou um ajuste na sua estratégia de marketing devido a um feedback que você encontrou.
Em uma tradução livre, social listening significa “escutar as redes sociais, e permite que as marcas sejam proativas em conversas sobre elas próprias, melhorando a credibilidade, relevância social e confiança com seu público.
O social listening também permite ver o sentimento das redes sociais, que é a forma como as pessoas percebem a sua marca, avaliando se as respostas recebidas tanto num post particular (normalmente chamado de social mention) ou em algo mais abrangente, por exemplo, a conta como um todo, são positivas, negativas ou neutras. Com esse conhecimento, você pode responder de acordo, alterando a redação, a estratégia de publicidade, o planejamento para redes sociais e outras coisas mais, de forma a aumentar as reações positivas.
Social listening versus monitoramento social
Se você é novato no mundo do gerenciamento das redes sociais do seu negócio, os termos “social listening” e “monitoramento social” podem parecer sinônimos, mas não são. Apesar de ambos terem semelhanças, cada um tem o seu propósito e seus benefícios.
O monitoramento social é o ato de responder a comentários, questões e problemas dos clientes à medida que estes são recebidos. Trata-se de um comportamento reativo, cujo objetivo é levar cliente do ponto A ao ponto B – seja o ponto B um tutorial, um artigo de suporte que ensina a solucionar o problema ou informação como, por exemplo, como entrar em contato com o suporte. Este tipo de interação não só é vital para os clientes, mas também é o mínimo que deve ser oferecido nas redes sociais pela sua marca.
Por outro lado, o social listening é proativo. Ele dá um passo atrás para enxergar o macro do social mention: Como as pessoas falam sobre a sua marca naquelas conversas nas quais você não foi marcado. Para muitas empresas que não fazem social listening, essas conversas estão tão longe quanto a dark web, e esses dados preciosos ficam perdidos no espaço. E não se trata apenas da sua marca. O social listening abrange o mercado por inteiro, possibilitando identificar tendências, manter-se informado sobre a concorrência e deixar os clientes cientes de que você está à disposição deles sempre que precisarem.
Por quê social listening é importante?
Agora que você já sabe a diferença entre monitoramento social e social listening, fica um pouco mais fácil ter uma noção da importância do social listening. Em poucas palavras, ele traz um conhecimento que o monitoramento social sequer pretende oferecer. Isso não quer dizer que essa tática de reação não é importante, mas há algumas coisas que você não consegue ter com o monitoramento, mas consegue com o social listening.
Tática proativa: Tome a iniciativa e crie oportunidades a partir de social mentions, em vez de ficar esperando por elas.
Identificar clientes satisfeitos: Surpreenda e encante clientes satisfeitos com um agradecimento, ou oferecendo ofertas especiais e benefícios.
Encontre clientes insatisfeitos: Tome a iniciativa de contactar aos clientes insatisfeitos antes mesmo de ser procurado, e encaminhe-os para as soluções que eles buscam.
Identifique influenciadores no seu mercado: Identifique perfis nas redes sociais que tenham influência no seu mercado.
Dite as tendências no seu mercado: Prepare posts relevantes e precisos que respondam aos assuntos do momento do seu mercado.
Identifique potenciais clientes: Entre na conversa quando as pessoas estiverem procurando por sugestões do seu mercado.
Ofereça atendimento aos clientes: Ofereça ajuda aos clientes ou lembre-os que você está à disposição para ajudá-los se precisarem.
Evite pesadelos de RP: Resolva qualquer situação potencialmente prejudicial à sua marca antes que cresça e necessita de ações mais drásticas para controlar os danos.
Tenha uma ideia do que as pessoas pensam sobre a sua marca: Sem adicionar uma menção ou marcar você diretamente em um post, as pessoas tendem a falar mais livremente sobre a sua marca, permitindo que você tenha uma ideia de como sua marca é vista. Esse tipo de feedback do consumidor é inestimável.
Social listening em ação
Ainda que hoje estejamos falando mais de escutar, há vezes em que é preciso ver para crer. Podemos mencionar mil maneiras que as empresas encontram de usar o social listening, mas nada funciona tão bem como um exemplo da vida real. Para isso, listamos um caso de sucesso em que uma grande marca analisou os social mentions e decidiu entrar em ação criando conteúdo estratégico para as redes sociais.
Há vezes em que basta mostrar que você está atento. A Netflix provou isso de uma forma fantástica. Eles receberam diversas reclamações nas redes sociais de usuários que caíam no sono enquanto assistiam a alguma coisa e aí acordavam tantos episódios depois que acabavam assistindo a spoilers. Eles decidiram reagir da forma mais hilária: fizeram meias. Mas não quaisquer meias – meias com um sistema embutido que detecta o sono e pausa a Netflix se você cochilar.
Cair no sono enquanto assiste Netflix não é nem de longe o problema da Netflix. Mesmo assim, as meias que eles criaram foram uma resposta aos social mentions dos seus usuários. É muito divertido, e pode-se dizer que vai além de ser apenas inteligente. E o melhor de tudo é que as meias ganharam um prêmio no Shorty Awards por Uso Mais Criativo da Tecnologia.
Ferramentas de social listening
Depois de ler sobre as oportunidades que pode aproveitar com o social listening, temos certeza de que você está muito entusiasmado para começar a experimentar. Não seria correto deixar você começar sem primeiro mostrar as ferramentas que facilitam muito todo esse processo.
Hootsuite Insights: O Hootsuite Insights não apenas oferece um rico conjunto de ferramentas especificamente direcionadas para o monitorar os social mentions, como também inclui uma análise do sentimento do conteúdo das redes sociais, além de tendências e relatórios detalhados sobre o desempenho.
Brandwatch: Esta é uma ferramenta do tipo “faz tudo”, que talvez seja exagerada para muitas pequenas empresas. Mesmo assim, a Brandwatch oferece um fantástico conjunto de ferramentas para coisas como análise da concorrência, gerenciamento da marca, marketing de influência e muito, muito mais.
Awario: Se você está procurando por um conjunto avançado de ferramentas de social listening, o Awario pode ajudar. Ele se especializa em monitoramento das redes sociais, “social selling”, social listening para equipes, agências e para marketing de influência.
Audiense: Se você está buscando entender seu público mais profundamente, o Audiense Insights definitivamente deve estar na sua lista de candidatos. Esteja você procurando compreender seu público ou querendo desenvolvê-lo mais ainda, o Audiense te ajuda a chegar lá.
Sprout Social: Dizer que o Sprout Social oferece um elaborado conjunto de soluções seria um eufemismo, pois é muito mais do que isso. Seja para monitoramento social, atendimento ao cliente ou dados e análises (incluindo o social listening), seria muito difícil não recomendá-lo. Começar com o Sprout Social pode ser uma ideia inteligente se você planeja buscar mais soluções para gerenciamento das redes sociais depois que passar a dominar o social listening.
Uma das coisas mais difíceis que uma pequena empresa pode ter que fazer é ficar cara a cara com seu público-alvo e conseguir reter sua atenção sem ser imediatamente dispensada. A forma como as pessoas respondem aos anúncios hoje em dia é bem diferente do que já foi no passado, o que torna tudo muito mais difícil para quem está apenas começando.
Isso se deve a diversos fatores: o número de anúncios mostrados, os truques do marketing aos já nos acostumamos, e a total falta de originalidade. Devido ao número de anúncios mostrados e à crescente familiaridade com os truques do marketing, está ficando cada vez mais difícil conseguir atrair a atenção dos consumidores – sendo especialmente difícil para aqueles que estão apenas começando no ramo dos negócios. Esteja você lutando para alcançar seu público de forma efetiva, ou tentando ficar à frente da concorrência, talvez seja uma boa ideia pensar em marketing de influência.
Marketing de influência é uma colaboração entre você e alguém que seu público segue nas redes sociais, e cuja opinião respeita. Na verdade, vai muito além disso, mas a seguir vamos apresentar o básico e mostrar como utilizar essa forma popular de marketing.
Quem é considerado um influenciador?
Essa parece ser a pergunta que todos se fazem hoje em dia. Pode até parecer que qualquer pessoa que habitualmente tira uma foto com uma cara sorridente compartilhando seu café-da-manhã de domingo é um influenciador, mas isso simplesmente não é verdade. Outro erro comum é fácil pressupor que qualquer pessoa com um número bem grande de seguidores nas redes sociais é um influenciador, o que tecnicamente também não é correto, ainda que um grande público faça parte do mundo dos influenciadores.
Um influenciador é alguém que efetivamente pode influenciar a decisão de compra das pessoas. Influenciadores em geral são pessoas com grande conhecimento e credibilidade em um nicho de mercado, e ativamente engajados com seus membros. Vejamos, por exemplo, a maquiadora Nikkie De Jager (@NIKKIETUTORIALS). Ela compartilha valiosas técnicas e trabalhos impressionantes, o que já lhe rendeu mais de 12 milhões de seguidores no Instagram.
O que torna essas estrelas das redes sociais mais eficientes é terem constituído a si mesmos como marcas – e o fato de que seus seguidores os consideram marcas autênticas e confiáveis. Dessa forma, quando promovem outras marcas, é muito provável que seus seguidores confiem nas suas recomendações.
Os influencers também se esforçam muito para aprender e para se especializar em um assunto em particular. É esse tipo de especialização que os projeta muito além de meros garotos-propaganda tradicionais. Ao invés disso, os influenciadores construíram-se como marcas independentes e facilmente identificáveis. Em função disso, eles usam essa plataforma para promover outras marcas alinhadas com seus valores e suas perspectivas.
De certa forma, eles são seus próprios vendedores, e é assim mesmo que deve ser. Conhecer determinado assunto não vai levar a nada, a não ser que você resolva mostrá-lo para o mundo.
Tipos de influenciadores
Assim como há diferentes públicos para os quais anunciar, há também diferentes tipos de influenciadores com os quais se associar, cada um com sua especialidade e seu mercado.
Os influencers podem ser celebridades, jornalistas e repórteres, blogueiros e vlogueiros, e criadores de conteúdo de outros tipos. Cada estilo tem seu próprio público, é expert no seu campo, e o tamanho e natureza de cada um devem ser levados em consideração quando você for procurar um influenciador com quem trabalhar em uma campanha.
Se você ainda está apenas começando a trabalhar com o marketing de influência, ou está tentando entrar em um nicho extremamente específico, pode ser válido dar uma olhada nos micro influenciadores. Diferente dos influenciadores típicos, os “micro” tendem a ser “gente como a gente”, pessoas normais que têm um conhecimento sobre determinado assunto pouco popular, mas que têm seus próprios seguidores fiéis. Estes influencers podem ser considerados mais confiáveis do que perfis mais conhecidos.
O número de seguidores necessários para alguém ser categorizado como micro influenciador é altamente discutível. Alguns falam em menos de 2.000 seguidores, enquanto outros dizem que é necessário um mínimo de 3.000, e outros ainda sugerem de 1.000 a 10.000 ou de 1.000 a 100.000 seguidores. Independente da ordem de grandeza que você considera ideal, os micro influenciadores são uma prova que não é necessário um contrato milionário para realmente conseguir alcançar seu público.
Apenas saiba que, quando você escolhe alguém no espectro inferior dos influenciadores, a atmosfera que está buscando para a sua campanha é de uma “pessoa normal” falando para “pessoas normais” – aquele conceito de “gente como a gente”, que mencionado acima. À medida que vai subindo nesse espectro, é mais provável que vá trabalhar com experts do mercado, executivos e celebridades.
O que é marketing de influência?
Agora que você já sabe o que é um influenciador e já conhece alguns dos tipos de influenciadores, é mais fácil definir o que é realmente o marketing de influência, também conhecido por seu nome original em inglês: influencer marketing.
O marketing de influência usa campanhas de colaboração entre o influenciador e a marca. O influenciador usa o seu alcance para aumentar a consciência da marca ou de um produto específico entre seus seguidores, que preferencialmente representam uma fatia da população similar ao público-alvo da empresa patrocinadora. Criar campanhas com influencer pode ser ótimo para a expansão do público, para a geração de leads, aumento das vendas, engajamento e fidelização.
As campanhas de marketing de influência são criadas para refletir o estilo de ambas as partes. O atrativo da campanha para o público deve funcionar para ambos os lados, tanto para os seguidores do influenciador que não estão familiarizados com a marca como para os seguidores da marca que possivelmente não estão familiarizados com o influenciador. Dito isso, é o alcance do influenciador e do seu público que normalmente fazem a diferença.
No geral, o marketing de influência pode ajudar a divulgar novidades sobre a sua marca ou produto com a ajuda de uma figura conhecida, que tem influência no seu mercado. Exatamente como qualquer outra ferramenta importante para o seu negócio, o marketing de influência é uma outra forma de dialogar com seu público-alvo.
O marketing de influência em números
Se você ainda está em cima do muro, sem saber se deve ou não dar uma chance ao marketing de influência, veja essas estatísticas para ter a noção do tamanho deste potencial.
Às vezes, menos é mais: Estudos mostram que os micro influenciadores tendem a ter mais engajamento do que as celebridades.
Um mercado que não perde força: Estima-se que o mercado de influenciadores alcançará de 5 a 10 bilhões de dólares em 2020.
Aprovado por marqueteiros: 89% dos marqueteiros dizem que o retorno do investimento (ROI) no marketing de influência é tão bom quanto, ou melhor do que, outros métodos.
Porém encontrar a pessoa certa é difícil: 61% dos marqueteiros dizem que seu principal desafio no marketing de influência é encontrar o melhor influencer para as campanhas.
Como encontrar influenciadores
Tendo em mente a última estatística acima, é importante que você invista um bom tempo procurando o influenciador certo para a sua campanha. Você precisará ter certeza de que seus objetivos, público e expectativas estão alinhados do princípio ao fim – mas isso é só para quando você encontrar o melhor influenciador. Primeiramente, como encontrar o melhor parceiro? Experimente as fontes a seguir:
Blogs e publicações online
Se está procurando um especialista em um assunto, um bom começo é encontrar um redator ou repórter no seu mercado. Se já tem alguém em mente, certifique-se de pesquisar mais a fundo, lendo um pouco do conteúdo que essa pessoa já tenha publicado.
Redes sociais
Esse deve ser o caminho mais óbvio. Mesmo se você não está procurando especificamente um influenciador que faça sucesso nas redes sociais, ainda assim há uma grande chance do seu candidato ter muitos seguidores em alguma plataforma. Desta forma, é possível ver como ele interage com o público.
Seu próprio público pode ser uma excelente fonte para encontrar um influenciador nas redes sociais. Fique de olho em contas que são mencionadas continuamente, que sejam marcadas em muitos posts ou que tenham seus posts compartilhados frequentemente.
Ainda está procurando um influenciador nas redes sociais? Bem, por que não usa a busca? Ela é sua amiga e você deve poder encontrar tanto conteúdo relevante como pessoas fazendo buscas por palavras-chave e hashtags pertinentes ao seu mercado.
Motores de busca
Por falar em busca, você já tentou o Google? Pode até parecer meio bobo, mas fazer a busca por um influenciador junto ao nome do seu mercado (‘o mercado do seu negócio’ + ‘influenciador’, por exemplo: estética bucal influenciador) na caixa de buscas pode trazer resultados interessantes. Mesmo que o resultado direcione para uma das outras ferramentas, onde poderá encontrar um influenciador, dificilmente vai errar usando o motor de busca mais popular do mundo. Obviamente você vai precisar pesquisar mais sobre o seu influenciador para se certificar que está alinhado com seus valores e é a pessoa adequada de uma forma geral.
Software online para influenciadores
Com o crescimento contínuo do marketing de influência, não é nenhuma surpresa encontrar serviços especializados para encontrar influenciadores. Um dos sites mais populares que existem por aí para isso é o BuzzSumo. É possível encontrar influenciadores por tópico ou por localização, e analisá-los em termos alcance, influência e engajamento.
Firmas de marketing de influência
Se você tem o orçamento e não tem tempo, contratar uma agência é uma alternativa. Talvez dessa forma você não aprenda tanto sobre o processo como se fizesse tudo por conta própria, mas as agências podem ajudar a alcançar seus objetivos. Desde identificar influenciadores até administrar seu network, passando por criar uma estratégia social completa, eles cuidam de tudo.
Exemplos de marketing de influência
H&M
A H&M é uma das marcas de moda mais conhecidas do mundo. Sua presença global ajuda a explicar seu impressionante alcance nas redes sociais, como por exemplo, seus 32 milhões de seguidores no Instagram. E há um motivo para isso: um olhar rápido na conta oficial @hm no Instagram também encontra uma vitrine muito bem concebida. A marca também tem uma grande familiaridade com o marketing de influência. As campanhas já incluíram @lauratobon, @sicerelyjules e @elavelden.
Uber
O serviço de transporte Uber criou a série #NaCaraDoGol, onde jogadores de futebol do passado e do presente viajam com motoristas do aplicativo e batem um papo divertido e emocionante.
A importância do branding para qualquer negócio dispensa comentários. Não é apenas o “uniforme” que você veste para retratar a sua empresa, é uma forma de ser. Criar uma identidade de marca corretamente ajuda a atrair seu público-alvo sendo você mesmo, além de também atrair novos clientes ao longo desse caminho.
Quando se trata do branding do seu negócio nas redes sociais, você tem ainda mais aspectos para dar conta. Desenvolver e manter um branding nas redes sociais pode vir a ser um verdadeiro trabalho, desde criar e agendar o conteúdo a ser publicado até se engajar e atender ao seu público.
No entanto, você não precisa se preocupar. Com a orientação certa, colocar seu negócio nas principais redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter pode ser uma tarefa um pouco menos “dolorosa”, ainda que dolorosa.
Abaixo mostramos os 10 passos necessários para começar seu branding nas redes sociais:
01. Defina seu público
Quando você começou seu próprio negócio tinha uma tonelada de coisas para fazer. Desde criar seu logo até aprender noções básicas de contabilidade (e muito mais!), você já alcançou muita coisa para ter chegado até onde está hoje. Agora é o momento de aplicar todos os aspectos práticos do que já fez à sua estratégia para as redes sociais.
Você já preparou o terreno para identificar seu público-alvo. Esse já é um bom começo para saber qual o público que você quer alcançar através do branding das suas redes sociais, pois não deve haver diferenças muito gritantes entre ambos. Conhecer o público que você está tentando atender ajuda a desenvolver a identidade da marca que irá repercutir neles.
Precisa de ajuda? Fazendo uma rápida busca na internet, é possível encontrar pesquisas confiáveis e obter um grande “insight” do uso das redes sociais em diversos perfis demográficos. Depois de ter uma ideia sobre quais as redes sociais mais usadas pelo seu principal público-alvo, você até pode ampliar seu público para ter um maior alcance. No entanto, prossiga com cautela. Lançar uma rede grande demais não garante que você vai conseguir “fisgar” os novos consumidores que está desejando.
02. Escolha as redes sociais certas para seu público
Depois que você revisou o perfil demográfico do seu público na seção anterior, é hora de se certificar que você está nas redes sociais certas para alcançá-los.
Não é essencial estar presente em todas as redes sociais. Escolha aquelas onde seu público já está e onde você planeja publicar com frequência. É melhor não ter uma conta em uma rede social específica se não planeja manter uma presença forte.
No entanto, há uma exceção e ela é o Facebook. É a maior rede social do mundo e é inevitável que sua empresa tenha alguma forma de presença ali – não importa qual o seu mercado ou seu público.
Além da plataforma mais importante, há algumas redes principais que você deve levar em consideração para a sua presença online:
Twitter: excelente para conscientizar. Use hashtags para alcançar pessoas com interesses semelhantes que talvez não estejam no seu público-alvo.
LinkedIn: a rede “profissional” pode ser uma boa escolha se você trabalha no mercado B2B (business-to-business, onde seus principais clientes são outras empresas) ou se está visando um segmento específico de negócios. Os posts tendem a ser mais informativos do que divertidos e descontraídos.
Instagram: a plataforma de compartilhamento de fotos é muito útil tanto para a conscientização da marca como para a construção de relacionamentos. Inicialmente, os usuários eram pessoas mais jovens e criativas, mas hoje em dia está em quase todos os celulares, inclusive o da sua avó.
Claro que cada rede social tem suas próprias métricas, estatísticas, perfis demográficos, ferramentas e hábitos.
03. Crie contas comerciais nas redes sociais
Surpresa: contas “comerciais” nas principais redes sociais (como Facebook, Instagram e LinkedIn) oferecem mais recursos para as empresas. Por isso, se você ainda não tem, vai precisar criar contas comerciais nas redes sociais ou converter as contas que você já tem.
Esses tipos de contas não só permitem promover seus posts pagando, mas também te proporcionam ferramentas analíticas úteis para mostrar o desempenho dos seus posts e te dar uma melhor percepção sobre o seu público na plataforma.
Para ter a aparência mais legítima possível, você deve “verificar” sua empresa nas suas contas sociais. Isso mostra aos usuários que essa é a conta comercial “oficial” da sua marca. O processo para cada rede social vai ter orientações específicas a serem seguidas, mas pode confiar, vale todo o esforço e tempo que leva para realizar.
Mesmo se você ainda não tem conteúdo para compartilhar, pelo menos preencha seu perfil em cada rede social em que você criar uma conta. Isso inclui uma foto ou o logo da sua empresa, um link para seu site profissional e uma breve biografia do que trata seu negócio.
04. Crie uma persona
Seu próximo passo é criar uma persona para sua presença nas redes sociais. Chame da forma como quiser: identidade social, personalidade digital, alter ego 2.0 – o importante é que essa persona seja construído em total acordo com a mensagem da sua marca e que transmita tudo o que seu negócio simboliza. Por sua vez, isso vai afetar a forma como você responde às mensagens nas redes sociais e o conteúdo que produz para elas.
Encontre sua voz
Primeiro identifique a imagem que sua marca retrata para seu público-alvo da forma como ela é. Agora interprete esse personagem. Seja a imagem da sua empresa séria e profissional, sincera e honesta, ou divertida e engraçada, sua persona também deve estar alinhada com essas características. A consistência desempenha uma grande função no sucesso da rede social, mas não se limita apenas a publicar com frequência. Você precisa se certificar que, caso alguém faça a mesma pergunta tanto no Facebook quanto no Twitter, ambas as respostas recebidas pelo usuário devem ser igualmente atenciosas e manter o mesmo tom – apesar do limite de caracteres.
Se você está tendo problemas para identificar a persona para a sua marca, não há nada de errado em usar o modelo de uma pessoa de verdade, como uma celebridade por exemplo, desde que a personalidade esteja alinhada com o seu negócio.
Seja humano não importa o que aconteça
Não importa como você aborda a sua persona, é essencial falar com seus seguidores da forma mais “humana” possível. Você está falando em nome de uma marca, mas é importante que seus seguidores sintam que você está escutando suas preocupações e respondendo às suas perguntas como um ser humano faria, e não como uma empresa que está simplesmente querendo seu suado dinheirinho. Independente de você ter tido essa intenção inicialmente, são grandes as chances de também precisar atender o cliente nas redes sociais.
Uma outra forma para humanizar a sua marca é usar posts de pessoas que trabalham na sua empresa. Isso dá um rosto à sua marca, humanizando-a. Você pode ir ainda mais longe, e ter um porta-voz dedicado a ser o rosto da sua marca nas redes sociais, ainda que isso seja vital. Dito isso, mostrar nos seus posts diferentes pessoas que trabalham para a sua empresa pode dar uma ideia “dos bastidores” da sua empresa o que pode repercutir nos seus seguidores.
Não negligencie o branding visual
Já falamos bastante sobre alinhar seu negócio e seu branding em termos de personalidade, mas não termina por aí. Não se esqueça de seu branding visual, incluindo as cores usadas e as imagens que você publica nas redes sociais. Obviamente, isso também vai depender do tipo de conteúdo que você está planejando publicar, e abordaremos esse assunto mais abaixo. De toda forma esse é um aspecto que vai se fortalecer à medida que você for avançando.
Um exemplo fantástico de branding visual realizado corretamente é o caso da “Innocent Drinks”. Pulando das suas páginas no Facebook para as suas contas tanto no Twitter como no Instagram, encontra-se um estilo visual muito consistente entre elas. Desde as imagens de capa em cada conta até o uso de diagramas de venn ao apresentar uma nova bebida, passando pelo tipo de fonte usada nas imagens, tudo aqui mostra que uma forte personalidade da marca também pode ser levada para os elementos visuais.
05. Desenvolva conteúdo impecável
Você chegou agora no ponto em que deve sentar e elaborar o conteúdo que vai publicar regularmente. Por ser essa a essência da sua estratégia para as redes sociais, não é algo que você possa fazer rapidinho e esperar ser bem sucedido.
Também é importante compreender algumas coisas sobre o conteúdo que você solta nas redes sociais: uma é que nem todos os seus posts precisam ser necessariamente sobre o seu negócio. Uma parte do marketing de conteúdo é proporcionar um conteúdo que pode não ser diretamente relacionado ao produto ou serviço que a sua empresa oferece, mas ainda assim agrega valor ao seu público. Valor agregado é a chave! Seus posts podem ser links para artigos em blogs como o nosso, ou qualquer outro tipo de conteúdo cativante, como infográficos, depoimentos e outros mais. Independente do tipo conteúdo, ele deve combinar com o tom e a persona do seu negócio, da maneira que você definiu previamente.
Um outro caminho que pode ser útil é pedir aos usuários que forneçam conteúdo para você. Claro que não é tão fácil quanto parece. Isso é conhecido como Conteúdo Gerado pelo Usuário (ou UGC – user-generated content em inglês). Este estilo de publicação pode ter muito sucesso quando sua página já tiver conseguido um maior número de seguidores, mas essencialmente trata-se de encorajar seus clientes a fotografar ou gravar um vídeo com o seu produto, dando uma ideia da forma como o utilizam. Um outro método de UGC é pedir aos seus consumidores ou fãs para gravarem o que fazem para ganhar a vida, seus hobbies, etc. e como o seu negócio consegue ajudá-los de uma forma ou de outra. Por sua vez, você não apenas recebe um feedback valioso e que pode mudar muita coisa, mas também pode publicar o conteúdo do seu usuário no seu perfil. Saem todos ganhando!
Para trabalhar com conteúdo gerado pelo usuário, você deve estabelecer regras rígidas sobre o conteúdo que você vai usar, e como ele pode ser usado em seu marketing. Dessa forma, você evita dores de cabeça tanto para você, quanto para seu usuário.
Precisa de um exemplo de excelente UGC e de um usuário incrível de uma forma geral? É assim que nós fazemos aqui no Wix:
Está preocupado de não ter conteúdo suficiente a longo prazo? Não precisa se preocupar. Com o tempo, vai ficando mais fácil, principalmente depois que você já estiver fazendo isso há algum tempo. Uma vez que consiga ter o olho treinado para seu público e sua identidade de marca, encontrar ou desenvolver conteúdo para suas redes sociais não vai ser a tarefa árdua que parecia no início.
Lembre-se que certos conteúdos, depois de um tempo, podem ser reutilizados ou adaptados em posts diferentes, enquanto outros conteúdos são relacionados a um momento específico e só podem ser usados uma vez. Ainda está perdido? Veja as redes sociais dos seus concorrentes e de outras marcas que você admira para ver o tipo de conteúdo que está sendo publicado diariamente. Se você conseguir ter algum sucesso equiparando um destes posts à sua marca, então vá em frente!
06. Crie uma agenda de publicações para redes sociais
Depois que tiver acumulado conteúdo suficiente para algumas semanas (sim, algumas semanas, mas meses seria ainda melhor), você deve organizá-lo em um formato de calendário para as redes sociais que possa facilmente ser consultado. Isso vai permite identificar facilmente quais posts vão ser publicados, a que horas e para qual rede social.
Se você quiser ser super eficiente, pode usar ferramentas como Buffer ou Hootsuite para criar um calendário de publicação e agendar seu conteúdo para ser publicado automaticamente nas suas redes. Essas plataformas não apenas proporcionam um lugar para facilmente criar seu calendário, como também vêm com suas próprias ferramentas analíticas das quais você pode tirar proveito.
Ao criar seu calendário, é importante ser consistente quanto ao número de vezes que você planeja publicar em cada rede social.
O ideal para conseguir o melhor engajamento é publicar como mostrado a seguir:
Facebook: 1 post por dia
Instagram: 1-2 posts por dia
Twitter: 15 Tweets por dia
LinkedIn: 1 post por dia
Pinterest: 11 pins por dia
Foram levados em consideração os dados encontrados em 14 estudos que pesquisaram os números acima, apesar de que alguns números estudos variaram bastante.
Se você não conseguir alcançar o mínimo ou o número de posts sugeridos por dia, isso também não é o fim do mundo. Foque na qualidade do post e na consistência e, à medida que der, vá aumentando o número de posts.
07. Amplie a consciência de marca com publicidade
Promover seus anúncios nas redes sociais é uma excelente forma de atrair a atenção do seu público. Não é vergonha nenhuma nisso – é para isso que as redes sociais estão aí.
Apesar da promoção de um post ser uma forma rápida para conseguir atrair o olhar das pessoas para seu anúncio e seu perfil social, talvez você queira esperar um pouco no início antes de começar a anunciar. Imagine ver um anúncio bem orientado no Instagram, mas encontrar apenas dois posts na conta quando você decide visitar o perfil do anunciante. Teoricamente, não há nada de errado nisso, mas transmite uma mensagem de que a conta é muito nova e não inspira a mesma confiança que uma conta já mais estabelecida e com muitos seguidores.
Após publicar regularmente durante algumas semanas, tendo um amplo conteúdo a oferecer aos seguidores, você pode pensar em promover seu primeiro post. Dessa forma, um novo cliente em potencial pode ver seu perfil e encontrar um número substancial de posts com os quais pode se engajar. Quanto mais conteúdo você tiver para as pessoas consumirem, maiores as chances delas se direcionarem diretamente para seu site ou para suas outras redes sociais.
08. Trabalhe com influencers das redes sociais
Trabalhar com influenciadores das redes sociais é uma outra forma de atrair a atenção de possíveis clientes, exatamente como anunciar nas redes sociais – é o chamado marketing de influência. É uma forma indireta, que parece mais natural a quem visualiza, pois trata-se de uma pessoa falando sobre o seu produto ou serviço, e não você fazendo um discurso de venda.
Encontrar o influenciador certo para trabalhar com você pode levar um tempo. Para seguir esse caminho você precisa pesquisar bastante sobre um influenciador específico e ver se o público dele é semelhante ao seu ou se é um outro público que você quer alcançar. Não tente se conectar com um influenciador que nitidamente tem um público muito diferente do seu, só porque você é fã pessoal dele. Claro, se é isso que você quer, vá em frente. Mas não espere um monte de conversões nesse processo.
Também não é importante garantir que esteja trabalhando com o maior e mais popular dos influenciadores que você possa conseguir. Um outro caminho muito popular, pelo qual você pode seguir, é usar micro influenciadores que têm menos seguidores, mas que podem ter um fortíssimo impacto neles. Eles atendem a um nicho específico que pode ser muito útil para você, caso considere que vocês estão alinhados da maneira correta. Não importa quem você vai escolher, mas deve ser alguém com quem consiga ter uma parceria natural.
09. Interaja com os seus seguidores
Criar a sua marca nas redes sociais não se trata apenas de publicar conteúdo. Seus seguidores precisam ser tratados como uma comunidade, e isso inclui se engajar com eles regularmente. Como qualquer relacionamento, esse também é uma via de mão dupla. Você precisa se envolver com eles também! A forma como as redes sociais funcionam privilegia os posts que têm maior engajamento, que são exibidos a outras pessoas se forem relevantes para elas, o que é excelente para você.
Está realmente procurando dar uma melhorada nas suas taxas de engajamento? A febre do momento é o “Live video”. Seja Facebook, Twitter ou Instagram, uma transmissão ao vivo abre uma via de duas mãos para a comunicação em tempo real. Aproveite esse tempo para mostrar novos produtos, promover uma sessão de perguntas e respostas para seus seguidores, ou simplesmente bater um papo. Estar à disposição do seu público através de um stream ao vivo mostra quanto você os preza, os valoriza e está disposto a dedicar cada minuto desse tempo a ele. Além disso, dá à sua marca uma cara de humanidade, que o grande objetivo da sua presença nas redes sociais.
Os perfis de muitas marcas nas redes sociais falham devido a um desempenho ruim. Algumas por que seu conteúdo é fraco, ou por que publicam de forma inconsistente, ou ainda por que têm pouquíssimo engajamento com o público. Se você publica constantemente conteúdo irrelevante ou desinteressante, seu público (neste caso, os poucos heróis que ainda não abandonaram o barco) provavelmente não se importa se você se engaja ou não, já que você não lhes dá valor. Se publica conteúdo de qualidade consistentemente, mas não responde aos comentários, não coloca questões para o público ou não está ativo nos fóruns, então você está fazendo tudo errado.
Sim, é verdade que você tem um negócio para administrar e pode parecer meio idiota investir tanto tempo nas redes sociais. Entretanto, para uma empresa, as redes sociais podem ser uma ferramenta valiosa. Trate-as como tal! Procure sempre tirar o máximo de qualquer situação, não importa as circunstâncias e, se possível, divirta-se com a situação. Um exemplo engraçado pode ser encontrado no Twitter da Netflix, que frequentemente precisa esclarecer o gênero da marca – afinal, é O Netflix ou A Netflix?
10. Preste atenção às métricas usando as ferramentas de análise
Saber o que funciona e o que não funciona é uma grande parte do fortalecimento da sua marca nas redes sociais. Da perspectiva do conteúdo, algumas coisas são óbvias: posts com conteúdo visual quase sempre têm desempenho melhor que posts só com texto. Mas nem sempre é assim tão preto no branco. Para ir mais fundo, e ver seus sucessos e fracassos de uma forma clara e calculada, é bom se voltar para a magia das ferramentas de análise.
Qualquer rede social que se preze oferece algum tipo de ferramenta de análise. Essas ferramentas oferecem uma percepção sobre como seus posts estão se saindo, permitindo que você tente repetir o que foi bem sucedido e evitar fracassos no futuro. Você também pode ter uma ideia de qual o melhor horário para publicar na respectiva rede social, e ajustar seu calendário de acordo com isso, além de inúmeras outras possibilidades.
Se você não se apaixonou pela ideia de verificar individualmente cada rede social para ter os dados de análise, ou você supera isso e vai em frente ou então procure algumas das ferramentas externas de análise de redes sociais que estão disponíveis. Ferramentas como Buffer e Hootsuite têm muitos truques escondidos e oferecem ferramentas de análise, o que é muito útil se você já usa uma das plataformas para o agendamento de posts para o seu calendário.
Passar algum tempo nas redes sociais tornou-se um ritual diário para muita gente. É assim que ficamos sabendo de todo tipo de novidades, desde acontecimentos globais até descobrir que aquele amigo da época da escola ficou noivo. Entre os recursos disponíveis nas redes sociais, há muitos elementos úteis para pequenas empresas como a sua. Na lista de tarefas diárias da sua empresa, é crucial implementar o marketing nas redes sociais, de forma a construir e se envolver com uma comunidade de pessoas que podem estar interessadas em seus produtos e serviços.
Neste artigo, você vai encontrar nossa estratégia de marketing para redes sociais populares: Pinterest, Medium e YouTube. Vamos explicar o que é cada uma, que tipos de empresas podem se beneficiar de uma presença em cada rede, e como inseri-las em seu planejamento para redes sociais.
Pinterest
Visão geral: O Pinterest é uma rede social diferente de tudo o que você já viu na internet. É uma ferramenta para descobertas visuais que permite buscar ideias que possam servir de inspiração para seus projetos. Estas ideias podem ser de qualquer tópico, de receitas a trabalhos manuais, de casamentos a fotografia, material para design e muito, muito mais. Aqui é o lugar para onde você deve ir na próxima vez que tiver um bloqueio criativo, já que as opções são praticamente infinitas. Como usuário, você pode navegar e compartilhar ideias, conhecidas como Pins. Em seguida colecione e categorize os pins em pastas para compartilhar com o público, além de poder voltar e modificar sempre que desejar. É dessa forma que os usuários interagem uns com os outros, salvando e comentando nos Pins de cada um, além de também seguir pastas e perfis específicos na plataforma. Todo o conceito por trás do Pinterest é conectar as pessoas baseado em coisas que elas acham interessante – uma noção muito diferente do que você encontra nas outras redes sociais.
Tipos de empresas que podem se beneficiar: Está bem claro que o Pinterest serve a uma comunidade específica de criadores e visionários. Isso significa que não é para todo mundo, nem para qualquer empresa. Se você sabe que o seu negócio tem produtos lindos, atraentes ou inovadores para compartilhar, ou então serviços que podem ser facilmente explicados em infográficos, então esta plataforma é para você – especialmente se você estiver no mercado criativo. Isso porque é possível adicionar um link a qualquer Pin, permitindo que você atraia tráfego para seu site. Dessa forma, o Pinterest pode ser usado para aumentar a consciência de marca para seu negócio, e direcionar para cada vez mais “leads” e mais vendas.
Formas de conteúdo dominantes: Pins e Pastas, que serão explicados em profundidade mais adiante, são os principais focos do Pinterest. Você pode usá-los para categorizar suas imagens de forma a comunicar suas visões ao público. Todos os elementos do Pinterest giram em torno desses dois itens.
Opções de conteúdo:
Pessoas (perfis): Os usuários criam contas no Pinterest que lhes permitem hospedar os Pins e as Pastas. Isso também significa que os usuários podem seguir outros usuários ou empresas para receber atualizações sobre suas novas ideias. Quando os usuários seguem alguém, eles automaticamente seguem todas as pastas da pessoa ou da marca.
Pins: São ideias individuais na forma de imagens, vídeos, GIFs ou infográficos, que você mesmo adiciona, ou que encontra no Pinterest e depois compartilha com links anexados – especialmente para a página inicial do seu site ou página de produto. Os Pins podem ser produtos, dicas e tutoriais dos seus serviços, artigos de blog, infográficos e ideias DIY (faça você mesmo) ou qualquer outra coisa que seja visualmente bela.
Repins: Isto é simplesmente quando você salva um Pin de outro usuário ou marca para uma das suas próprias pastas.
Pastas: Pins que você mesmo adicionou, ou Repins que você pega de outros, precisam estar associados a alguma pasta. As pastas são arquivos que hospedam um tópico ou tema específicos – branding e design, tutoriais, infográficos, etc. Você pode modificá-los da forma que quiser, além de configurar se são privados (pastas secretas) ou públicos. Se você planeja usar as ideias internamente, então os pins devem ser privados. No entanto, se seu plano é promover seus produtos e serviços, então seus pins devem ser públicos.
Comentários: Além de fazer repin do conteúdo de outros usuários ou de seguí-los, comentar os Pins dos usuários ou das marcas é uma outra forma de alcançar as pessoas e de expressar suas opiniões sobre os pins ou de fazer perguntas caso você queira.
Conta Comercial do Pinterest: A principal vantagem de uma conta corporativa é o acesso a análises. Isso permite aprimorar sua estratégia, mensurando o desempenho do Pin e verificando dados importantes sobre o tráfego vindo do seu site e das outras redes sociais. Também há os Rich Pins, que seguem o mesmo conceito que os pins normais, mas fornecem mais informações sobre os Pins e atraem bom engajamento. Há quatro tipos: Pins de Produtos, Pins de Receita, Pins de Artigo e Pins de Aplicativo. E se você está considerando anunciar no Pinterest, vai precisar de uma conta corporativa. Por isso, se você já tem uma conta pessoal, pode facilmente convertê-la para uma conta corporativa. E se não tiver, vai levar apenas alguns segundos para se cadastrar. O melhor de tudo: é totalmente grátis!
Como aplicar à estratégia da sua empresa para as redes sociais: Crie e configure uma conta comercial imediatamente. Quanto mais você se empenhar na sua página, mais provavelmente você vai conseguir promover uma comunidade, aumentar a consciência da sua marca e direcionar tráfego para seu site. Veja a seguir como fazer isso acontecer:
O que postar: Para começar, você pode postar lindas imagens dos seus produtos e serviços como forma de promovê-los. Depois, pense em relação a uma perspectiva mais ampla do seu mercado. Há alguma coisa que você pode compartilhar que possa interessar às pessoas de uma forma que seja relacionada à sua marca? Por exemplo, se você é dono de um salão de beleza, não basta só postar os estilos de penteado e produtos cosméticos à venda. Você também pode compartilhar dicas de penteados ou de beleza em geral. E se você tem um blog pode compartilhar links para seus artigos do blog com imagens correspondentes. Aqui você precisa ser criativo e pensar grande. Seus únicos limites são: manter suas pastas com estilo, animadas, com conteúdo com o qual os clientes possam identificar-se e fazendo o link dos seus Pins para o seu site.
Com que frequência postar: Você deve adicionar Pins de forma regular e constante, mantendo-se sempre ativo na plataforma. Apesar de não haver um número recomendado de vezes, lembre-se de que cada post com um link para seu site vai direcionar mais tráfego – o que por sua vez significa mais leads, vendas e melhores negócios de uma forma geral.
Como e porque anunciar: Por ser uma plataforma para verificar itens e ideias, é mais do que natural que você esteja aqui para vender seus produtos. Dessa forma, reflita sobre a possibilidade de usar os anúncios do Pinterest Ads. Isso ajuda a alcançar mais pessoas de múltiplas formas, assim como construir a consciência da marca, levar mais visitantes para o seu site e aumentar suas vendas.
Medium
Visão geral: Em 2012, o cofundador e antigo CEO do Twitter quis oferecer um espaço para as pessoas expressarem suas ideias e opiniões através de uma forma de conteúdo maior do que o limite de 140 caracteres que cada tweet tinha na época. Foi aí que nasceu o Medium. Geralmente percebido como um aglomerador de blogs, o Medium é uma plataforma onde pessoas com diferentes históricos de vida publicam sobre seus pensamentos, perspectivas e experiências pessoais. Como leitor, você encontrará conteúdo interessante tanto na sua página inicial como através da newsletter que chega periodicamente ao seu email. Isso tudo começa quando você se cadastra e cria a sua conta, respondendo perguntas sobre quais tópicos te agradam e te trazem conhecimento útil, criando a experiência mais personalizada possível. À medida que você vai seguindo outros usuários e publicações, e lê artigos de diversos tópicos, o Medium fica mais esperto e começa a recomendar conteúdo semelhante.
Por outro lado, como escritor, você é agraciado com a possibilidade de escrever de forma independente ou para uma publicação, e criar uma comunidade de fãs ao redor dos tópicos que você escolheu e de suas expressões pessoais. Resumindo, o Medium é o lugar para você ter total controle sobre a qualidade do seu conteúdo.
Tipos de empresas que podem se beneficiar: Qualquer empresa que já considerou ter um blog também deve levar em consideração o Medium. Se você sente que tem um conhecimento que possa ser útil se compartilhado com o mundo, ou se quer estabelecer a sua marca como referência no seu campo, gerar mais exposição à sua empresa ou explicar mais sobre os benefícios dos seus produtos e serviços, então esta plataforma é para você.
Formas de conteúdo dominantes: O Medium consiste de histórias, que são a principal forma de conteúdo. Seu foco nesta plataforma social é ler e compartilhar histórias. A seguir vamos detalhar melhor sobre como fazer isso.
Opções de conteúdo:
Publique histórias: Histórias são uma extensão do conceito de blog. No entanto, diferentemente do que muitas pessoas imaginam quando pensam em um blog, o Medium não é o lugar para compartilhar conteúdo com o único propósito de direcionar tráfego para seu site. Ao invés disso, você deve perguntar-se: “Como este conteúdo pode ser significativo e útil para o público-alvo?” e “Será que estou compartilhando informações e perspectivas que eles provavelmente não vão encontrar em qualquer outro lugar?”. Se você tem segurança para responder a ambas estas questões com um grande “Sim!”, então definitivamente crie e publique essas histórias no Medium. Se você não está muito seguro por onde começar, um bom caminho pode ser escrever sobre suas experiências na época em que abriu sua empresa – os detalhes corajosos dos eventos dramáticos que foram acontecendo e que levaram até onde você está hoje. Um outro exemplo: Mostre o que você aprendeu com um fracasso ou um triunfo. Você também pode explorar o conteúdo que existe no Medium para sentir o que está sendo publicado e depois agregar seu próprio estilo. Esta é uma oportunidade para ser criativo e compartilhar suas percepções.
Comentários, Destaques e Bater palmas: Há diversas formas de envolvimento com o Medium, além de publicar histórias. Você pode comentar sobre diversos artigos para dar um feedback construtivo aos autores, ou expressar suas opiniões quando forem úteis ou simplesmente elogiar. Você também pode destacar linhas, seções e parágrafos nas histórias que curtiu – os autores recebem uma notificação sobre isso. Os principais destaques (seções destacadas que são repetidas por inúmeras pessoas) aparecem quando qualquer leitor chega neste artigo. A última opção é “Bater palmas”, que é semelhante às “curtidas” em outras plataformas sociais. No entanto, a principal diferença é que você pode “bater palmas” até 50 vezes num post. Comentários, destaques e bater palmas são oportunidades para se envolver com a comunidade no Medium e trazer mais interesse para a sua própria conta e suas histórias.
Publicação no Medium: Uma publicação é diferente da conta individual de um escritor. Primeiramente, você precisa criar uma conta como escritor e depois você pode criar uma publicação. Na sua publicação, você pode personalizar o layout, posts de artigos, adicionar escritores e editores, e compartilhar um link para seu site entre muitos outros recursos fáceis de integrar. Estes recursos podem até lembrar um blog, mas através da plataforma do Medium. Como no blog, você pode criar uma newsletter e seu conteúdo também aparece nos resultados dos motores de busca. Diferente do blog, no entanto, o conteúdo compartilhado no Medium aparece em mais lugares que apenas na sua publicação. Quando os usuários seguem tópicos relacionados, há uma chance de suas histórias aparecerem nas suas páginas iniciais e possivelmente nas newsletters do Medium. Usuários interessados poderão acessar sua publicação através de um link das suas histórias. Se você está procurando por inspiração para começar sua própria publicação.
Assinatura do Medium: O Medium certamente é o local para explorar conteúdo inspirador e instigante. A única barreira em potencial para essa experiência é o limite no número de histórias que você pode escrever e ler. Para quem publicar, há um limite de três vezes por mês. Para ler, as restrições dependem do tipo de conteúdo que você está vendo, em função do Programa de Parceiros, que paga aos autores por seu excepcional trabalho. Para superar essas barreiras, você pode comprar uma assinatura no Medium. Como assinante, você também vai receber acesso a mais conteúdo de qualidade sem anúncios patrocinados e pode publicar um número ilimitado de histórias por mês.
Como aplicar à estratégia da sua empresa para as redes sociais: Crie uma conta como escritor com o nome da sua empresa e sua própria publicação. Você pode compartilhar conteúdo através dos escritores da sua empresa, da conta de escritor da sua empresa ou ambos se você quiser. Envie estas histórias à Publicação para que possam constar em ambos os lugares. Depois siga os passos abaixo para otimizar sua presença na plataforma.
O que postar: Como mencionado acima, você deve postar histórias que acredite que possam interessar ao seu público.
Com que frequência postar: Você pode postar com a frequência que desejar, mas deve ter em mente que o Medium recompensa escritores e publicações que publiquem com frequência e consistência. Nós publicamos em torno de três vezes por semana, mas você pode postar apenas uma ou até mesmo cinco vezes por semana. Defina um número de vezes que você tenha confiança de conseguir manter com consistência.
Como e por que anunciar: Ev Williams, CEO do Medium, mencionou em um artigo que o objetivo da companhia é “ajudar as pessoas a prestar atenção primeiro nos assuntos de maior valor, para que as melhores ideias prevaleçam”. Apenas por esse motivo, não é possível promover o seu conteúdo no Medium. Por isso, se quer que seu conteúdo seja visto, é preciso ser criativo. Desde publicar frequentemente conteúdo com os mesmos “tags” e tópicos, até promover histórias através de outras redes sociais como Facebook e Twitter, passando por criar um artigo de apresentação.
Já tem um blog? Não tem problema. Mesmo quem tem já criou um blog pode se beneficiar desta plataforma. Só porque no momento você cria e compartilha conteúdo ativamente no seu blog, não significa que os recursos disponíveis para você aqui não sejam relevantes. Na realidade, mais do que relevantes, os recursos do Medium são altamente vantajosos. Pense no Medium como mais um meio de comunicação para você promover o seu trabalho. Você pode postar conteúdo exclusivo ou importar os artigos do seu blog tanto para a sua conta pessoal quanto para a publicação e alcançar novos leitores. É como compartilhar seus posts no Facebook e no Twitter, mas com muito mais recursos direcionados a uma comunidade de ávidos leitores e escritores.
YouTube
Visão geral: YouTube é uma plataforma para hospedar vídeos que, curiosamente, foi fundada por três ex-funcionários do PayPal. Para o público, é o principal local para assistir vídeos das mais diversas categorias: tutoriais para aulas de ginástica, videoclipes, vlogs, esquetes de comédia, promoções de produtos, mini episódios, webinars e mais. Os internautas podem curtir, compartilhar e comentar sobre o conteúdo a que assistem. Para uma empresa, é uma oportunidade de promover sua marca através de vídeo, à medida em mais e mais usuários preferem consumir esta forma de conteúdo.
Tipos de empresas que podem se beneficiar: Qualquer empresa pode tirar proveito e deve produzir e fazer upload de conteúdo em vídeo. Isso é porque muitas estatísticas de marketing de vídeo indicam que vale muito a pena o tempo gasto para isso e que esse é o caminho do futuro. Por exemplo, o fato que o conteúdo em vídeo pode contribuir para uma aumento de 157% no tráfego orgânico do seu site. Dessa forma, seja você um cinegrafista profissional ou completo amador, considere criar conteúdo para a plataforma. A seguir vamos mencionar algumas maneiras fáceis para cuidar disso.
Formas de conteúdo dominantes: A primeira e única forma de conteúdo do YouTube é o vídeo. Podem ser longos ou curtos, de acordo com o que você busca alcançar, e dependendo se você tem ou não uma conta verificada (mais sobre esse assunto a seguir). Também há diversos locais para exibir seus vídeos na plataforma que vamos mostrar na próxima seção.
Opções de conteúdo:
Vídeos: É por este motivo que as pessoas vão ao YouTube. Cada vídeo tem um limite de 15 minutos, a não ser que você tenha uma conta verificada.
Canais: Antes de fazer upload de um vídeo, você vai precisar criar seu próprio canal no YouTube. Esta é a página inicial da sua conta. Todos podem criar um canal e assinar outros canais para receberem atualizações dos seus vídeos mais recentes. Um canal inclui vídeos, playlists, uma seção da comunidade e uma seção Sobre (para colocar uma descrição e adicionar links para suas outras redes sociais). Você também pode personalizar seu canal adicionando seções temáticas (mais populares, playlists, etc.) e a arte do canal (como uma foto de capa).
Playlists: Playlists são coleções de vídeos exibidos em uma ordem previamente definida. Quando você cria uma playlist, pode decidir se será pública ou privada. Você também pode adicionar seus próprios vídeos ou escolher entre os vídeos de outros usuários disponíveis na plataforma.
Comentários, curtidas, compartilhamentos: Os usuários podem interagir com os vídeos comentando, curtindo (e descurtindo) e compartilhando através de outras redes sociais. As curtidas são uma das principais formas formas de monitorar se um vídeo se torna viral – um dos principais objetivos de muitos YouTubers.
Contas corporativas: Se você quer ter diversos administradores para seu canal do YouTube, crie uma conta corporativa com o Google. Uma vez que o YouTube é uma subsidiária do Google, quando você está logado na sua conta do Google, também estará logado na sua conta do YouTube. No entanto, você não precisa de uma conta corporativa se preferir simplesmente compartilhar os dados do seu login com toda a sua equipe – o que, em geral, é procedimento preferido entre pequenas equipes.
YouTube para a sua empresa: O primeiro passo para criar uma conta do YouTube para a sua empresa é se cadastrar na plataforma. No que diz respeito à plataforma, uma conta corporativa não difere de uma conta pessoal, no entanto, você pode personalizá-la para que tenha uma aparência super profissional. Para fazer isso, inclua algumas coisas, como o nome da sua empresa para o seu canal, um logo como a imagem do seu perfil, uma foto de capa profissional e uma seção Sobre que tenha links para seu site e suas páginas em outras redes sociais. Você também deve ter uma conta verificada para ter um aspecto profissional e poder fazer upload de vídeos com mais de 15 minutos, caso deseje.
Como aplicar à estratégia da sua empresa para as redes sociais: Faça upload dos seus próprios vídeos para seu canal do YouTube. Em seguida, se você quer se tornar um YouTuber de sucesso, pode promover seu conteúdo através de email marketing, interagir com sua comunidade respondendo às suas notificações e comentando em seus vídeos. Você também deve compartilhar seus vídeos em suas outras redes sociais, como Facebook e Twitter.
O que postar: Você pode compartilhar diversos tipos de conteúdo no formato de vídeo, desde cenas dos bastidores até lançamento de produtos, passando por vlogs, vídeos promocionais da empresa, webinars e mais.
Com que frequência postar: Dependendo do tipo de negócio e do tempo que você tem, pode fazer upload de conteúdo uma vez por semana ou uma vez por mês. Não há nenhuma “regra” para fazer upload de conteúdo, no entanto, como em todas as outras plataformas, a consistência é a chave para manter seus assinantes sintonizados no seu canal.
Como e por que anunciar: Anunciar no YouTube permite que seu conteúdo seja visto por mais pessoas quando estão procurando ou assistindo vídeos. Você também só precisa pagar quando os usuários mostram interesse. Esta forma de anunciar é chamada de anúncios TrueView e existem diversas formas: Formato Bumper de anúncios (anúncios mobile de 6 segundos antes do vídeo principal), anúncios in-stream (antes de assitir ao vídeo principal) e anúncios vídeo discovery (nos resultados de busca).