A ciência por trás de plataformas de altíssima performance. Explore nosso acervo com artigos densos e práticos sobre arquitetura digital, SEO e maximização de vendas.
Ganhar dinheiro na internet já virou o objetivo de muita gente nessa era de tecnologia. E as plataformas de afiliados
chegaram para facilitar esse ganho extra, até em escala. Já pensou em
ser um afiliado e ganhar dinheiro sem sair de casa? Talvez você não
esteja entendendo nada e esteja interessado pelo assunto. Ou já ouviu
falar das plataformas de afiliados mas não entende ainda o potencial
delas.
Negócios online costumam ser mais baratos e mais simples. Por isso
cresce cada vez mais o número de pessoas no mercado digital. Que tal
ganhar dinheiro na internet também?
Você sabia que o “afiliado” já é considerado uma profissão tendência para os próximos anos? Assim como blogueiros e youtubers, tem tudo para ser a ocupação e ganha pão de milhares de pessoas.
A verdade é que hoje vemos um boom de programas de afiliados, mas
isso não é tão recente. Há alguns anos, pessoas ganham dinheiro
utilizando esse formato de vendas e promovendo produtos de terceiros em
troca de uma comissão. Mas hoje o acesso é muito mais fácil. Vai dizer
que você ainda não ouviu falar em Hotmart?
A seguir, você vai entender melhor o que é programa de afiliados,
como funcionam as plataformas de afiliados e como ganhar dinheiro com
isso.
O que é programa de afiliados?
O programa de afiliados funciona por meio de uma plataforma de
afiliação. É ela que faz a ponte entre o anunciante e o afiliado (vamos
explicar melhor esses termos mais adiante). Há diversos tipos de
programa de afiliados, entre eles CPC (Custo por Clique), CPA (Custo por
Aquisição), CPL (Custo por Lead) e CPM (Custo por Mil Impressões).
Em alguns casos, é feita uma pré-seleção pelo anunciante, para se
certificar de que o afiliado está de acordo com sua proposta. Na
plataforma, o anunciante (dono do produto) disponibiliza o cadastro dos
afiliados, que poderão “revender” o produto e ganhar comissão sobre as
vendas.
É o anunciante que dita as regras. Ele informa nome do produto e
público-alvo, e define preço e comissão. A plataforma cobra uma taxa
para hospedar essa parceria e fazer as transações. Com isso, já é
possível saber o valor líquido da venda e quanto o afiliado vai levar.
Alguns anunciantes trabalham fortemente o relacionamento com seus
afiliados, a fim de alavancar as vendas. Nesse programa, as duas partes
ganham. Há também premiações para os top afiliados, os que mais vendem.
Tipos de programas de afiliados
Para fazer parte de um programa de afiliados você precisa saber o que
é CPA. A sigla é a tradução de Cost Per Action (Custo por Ação). A
remuneração do afiliado acontece quando é um determinado objetivo é
atingido. Na maioria das vezes, esse objetivo é a venda. Mas há outros
tipos de objetivos, veja a seguir:
CPC (Custo por Clique) – A remuneração é efetuada
por clique. Pode ser em banners, links e botões em artigos. O pagamento é
pelo tráfego qualificado, ou seja, um público interessado no
anunciante. Normalmente tem o objetivo de aumentar o número de acessos
do link final.
CPA (Custo por Aquisição) – É quando uma determinada ação é concluída por um usuário, como a venda de um infoproduto. É a forma mais utilizada no programa de afiliados.
CPL (Custo por Lead) – O chamado lead é o cadastro
de um usuário, obtido por meio do preenchimento de um formulário. A
comissão do afiliado se dá pela captura do lead. Geralmente, é apenas um
e-mail de contato, mas pode se expandir, desde área de interesse até
telefone pessoal. O objetivo do anunciante é aumentar sua base de
clientes, focado em segmentação do público.
CPM (Custo por Mil Impressões) – Nesse tipo, a
comissão é paga a cada mil vezes que um anúncio é exibido. Normalmente o
objetivo da campanha é exposição da marca e geração de tráfego.
Como funcionam as plataformas de afiliados
As
plataformas de afiliados são ferramentas que possibilitam a parceria
entre produtores e anunciantes com os afiliados. Elas facilitam a
aferição das recomendações e promoções de produtos e serviços, para que
possam ser efetuados os pagamentos de comissões. Sem as plataformas de
afiliados, seria extremamente difícil o controle dessas comissões.
Para o afiliado, é totalmente gratuito se cadastrar na plataforma e
começar a usar os links de produtos e serviços de anunciantes. Já para
os anunciantes, a plataforma desconta uma taxa sobre o valor do produto.
Um mesmo anunciante pode ter uma rede ilimitada de afiliados.
Funciona basicamente assim: quem quer ser um afiliado entra na
plataforma e se cadastra gratuitamente. O afiliado se inscreve nos
produtos e serviços de seu interesse e aguarda a autorização do
anunciante. Isso é geralmente um processo bem rápido e simples.
Cada afiliado tem um link único de venda. É esse link que ele vai
promover e divulgar para alavancar as vendas do anunciante. O que
acontece é que o sistema rastreia o clique no link e credita a venda ao
afiliado, gerando a comissão.
Vale lembrar que a venda não precisa ser no primeiro clique. Alguns
anunciantes permitem que o rastreio permaneça por até 30 dias. Ou seja,
se um usuário clica no seu link de afiliado, vai para a página do
anunciante, não compra, mas volta no prazo de 30 dias e realiza a
compra, você afiliado ganha sua comissão. Esse prazo varia, podendo ser
curto, por exemplo de sete dias.
Com as plataformas de afiliados é possível:
Hospedar o produto e disponibilizá-lo para afiliação
Definir o programa de afiliação
Trackear os Cookies dos links de afiliado
Processar pagamentos e entrega do produto
Gerir as transações e ganhos
Controlar estatísticas de engajamento e conversão
O papel de cada um nas plataformas
No programa de afiliados, há três agentes importantes e necessários
para que a operação aconteça. Veremos agora as definições de anunciante,
afiliado e cliente.
O anunciante é o dono do produto ou serviço. Pode
ser uma empresa ou até mesmo um único profissional. É ele quem vai
contratar o serviço da plataforma de afiliação, com o objetivo de criar
uma rede de promotores, os afiliados. Assim ele conseguirá distribuir
seu produto ao maior número de pessoas possível.
O afiliado é quem vai promover o produto do
anunciante em troca de uma comissão. Pode ser também uma pessoa ou uma
empresa. Normalmente, para fazer essa divulgação, ele usa o chamado
marketing de afiliado. Ele usa estratégias de marketing digital em
sites, blogs, redes sociais e outros canais, para monetizar seus
conteúdos. Quanto mais nichado é esse conteúdo, mais efetivo será o
afiliado (trabalhando um produto que esteja de acordo com seu nicho).
Mas o agente mais importante em todo esse processo é com certeza o cliente.
É ele quem vai validar a eficiência da plataforma de afiliado, gerando
lucro tanto para anunciante quanto para o afiliado. O cliente é o
usuário que é impactado pelo conteúdo do afiliado e conclui a compra,
adquirindo um produto ou serviço que lhe é útil naquele momento.
Vale destacar aqui a importância do bom relacionamento entre
anunciante e afiliado. É um verdadeiro trabalho em conjunto, já que a
venda é do interesse dos dois. Para isso, ambos precisam manter um
contato próximo e baseado em resultados, sempre analisando o que pode
ser melhorado. Um bom começo é aliar a produção de conteúdo adequado
pelo afiliado a uma oferta adequada do anunciante.
Top 4 plataformas de afiliados
Agora que você já sabe tudo sobre plataformas de afiliados, que tal
começar? Separamos as quatro ferramentas mais utilizadas nesse mercado e
que podem ser boas opções para os seus planos. Confira!
1) Hotmart
É
a mais usada, principalmente para cursos online. Permite cadastrar
gratuitamente produtos digitais, configurar como eles serão entregues e
definir os valores de venda e de comissão para os afiliados. São mais de
700 mil usuários para afiliação. Já os afiliados podem selecionar os
melhores produtos para a sua audiência e desenvolver uma estratégia de
divulgação.
A Hotmart
tem mais 70 mil opções de produtos em 24 categorias diferentes. Possui
uma área de membros gratuita e, segundo eles, a maior taxa de conversão
do mercado. Não precisa pagar nada para começar, você só paga quando
fizer vendas.
2) Monetizze
O diferencial da Monetizze
é um checkout focado na conversão. Na página de saída, é possível
adicionar seu próprio chat, código do Google Analytics, escolher se vai
ser obrigátorio os campos como telefone, CPF e endereço, entre outras
vantagens.
O sistema é totalmente integrado com as principais ferramentas de
marketing digital do mercado, sem custo adicional. Disponibiliza pixel
de conversão, recuperação de carrinho e recorrência, entre outros
serviços.
3) Eduzz
A Eduzz
tem o objetivo de ajudar pequenos e médios empreendedores a realizar
suas vendas online de forma fácil, otimizada e mais barata. Oferece um
rico suporte por meio de variadas ferramentas. Entre elas Analytics,
Central de Documentos Fiscais, Banco Virtual e recuperação de vendas.
Uma das grandes vantagens da Eduzz está na taxa de transação de 4,9%,
a melhor do mercado. Para os afiliados, ela oferece estratégias
digitais, apoio de uma equipe dedicada em recuperar vendas e
possibilidade de pagamento a partir de dois dias após a venda.
4) Afilio
A Afilio
trabalho com vários modelos comerciais. Focada em marketing de
performance, foi criada em 2008 e se consolidou por oferecer melhores
resultados na web e no mobile, seja em leads, vendas ou exposição da
marca. Tem uma base de mais de 50 mil afiliados, selecionados e
aprovados manualmente em cada campanha.
Foca em uma audiência segmentada e qualificada, nacional e internacional, com modelos de campanha por performance: você paga somente pelo resultado validado.
Está pronto para começar sua loja de produtos afiliados? Então conte com a GSP Sites para monta-la para você e começe a faturar hoje.
Plano de Negócios para e-commerce: Saiba como elaborar um e alcance o sucesso
Antes de se lançar no mercado online, com um empreendimento de
e-commerce, é muito importante desenvolver um plano de negócios
detalhado para que o sucesso do empreendimento não seja comprometido.
Elaborar um bom plano de negócios permitirá o empreendedor conhecer
profundamente o seu negócio e o mercado em que estará inserido,
possibilitando corrigir os pontos fracos e fortalecer os pontos fortes
com estratégias para ter sucesso no empreendimento online.
Nessa etapa é importante escolher uma plataforma que seja eficiente, com a tecnologia necessária para executar os processos online, de forma prática, e ainda oferecer a flexibilidade para se ajustar conforme as exigências de uma loja virtual. Uma plataforma adequada para um e-commerce de sucesso é a GSP Sites.
Listamos abaixo, os passos indispensáveis a serem seguidos para a
realização de um plano de negócios eficiente de e-commerce que poderá
influenciar positivamente no futuro do seu negócio online.
Passo a passo para elaborar o plano de negócios e-commerce
Mais importante que a elaboração de um bom plano de negócios é gerenciá-lo de forma eficiente através da plataforma GSP Sites. Com ela, o seu negócio online tem mais chances de obter o sucesso almejado. Observe os pontos importantes a serem considerados para ter êxito na execução do seu plano de negócios.
1 – A empresa: Nesta primeira etapa descrevemos a empresa. É necessário descrever os dados da empresa; os dados dos proprietários; quais serão as fontes de receita da empresa; as necessidades que devem ser atendidas no mercado em que o negócio estiver inserido; prever um cenário futuro para o mercado atendido; determinar a visão e a missão da empresa; as oportunidades e ameaças; os pontos fortes e fracos; a infra-estrutura da empresa; os recursos humanos e físicos a serem explorados; o desenvolvimento do site utilizando os recursos tecnológicos disponíveis pela GSP Sites e finalmente, um cronograma de atividades a serem executados.
2 – O produto ou serviço: Algumas caraterísticas fundamentais para o seu e-commerce devem ser descritos para definir o produto oferecido. Descreva o produto; quais são as suas qualidades; suas normas técnicas; as parcerias estratégicas (fornecedores e serviços terceirizados como a GSP Sites) e conhecerá melhor o produto ou serviço a ser oferecido pelo seu negócio.
Criando o seu site utilizando uma plataforma da GSP Sites você terá flexibilidade para trabalhar as estratégias de SEO (Search Engine Optimization) nas páginas dos seus produtos ou serviços e deixa-las mais atraentes, interativas e aumentar as chances de sucesso nas vendas.
3 – O mercado de atuação: Defina, nesta etapa, o seu
público-alvo (segmentação e dados demográficos); as tendências do
mercado de atuação; a participação que deseja ter neste mercado
(projeções de tráfego de visitas); os concorrentes (quantidade e
qualidades); o seu diferencial competitivo e as metas específicas a
serem alcançadas.
A parceria com a GSP Sites irá ajudar a sua loja virtual a se destacar no segmento de mercado em que estiver inserido e possibilitará acompanhar a evolução de todo esse processo com possíveis correções no planejamento.
4 – O plano de marketing: Algumas questões importantes
devem ser descritas nesta etapa para elaborar um plano de marketing com
efetividade. Descreva a política de preços a ser adotada pelo seu
modelo de e-commerce; os canais de distribuição de seu produto ou
serviço; o domínio de internet, as estratégias de promoção e vendas; a
equipe responsável por atender e vender os produtos e/ou serviços; o
pós-venda e um cronograma de metas e atividades a serem realizadas.
Utilizando as ferramentas que a GSP Sites disponibiliza você pode estabelecer um bom plano de marketing. Hospedagem, reformulação do site e estratégias de SEO (Search Engine Optimization) podem ser realizados para um melhor desempenho da sua loja virtual.
5 – As finanças do seu negócio: Esta é a etapa final e
uma das mais importantes a serem elaboradas. Um bom plano de negócios
com as finanças bem definidas é o que vai garantir a sobrevivência do
seu negócio online. Descreva nesta etapa quais serão as fontes de
financiamento e, baseado nas metas estabelecidas no plano de negócios do
seu modelo de e-commerce, simule um demonstrativo financeiro que
contenha as demonstrações de resultados, fluxo de caixa e rentabilidade
do negócio; elabore também outras planilhas de simulação do seu negócio
com as receitas estipuladas, as despesas, os investimentos a serem
realizados e os custos da empresa.
É muito importante que, cada etapa deste passo a passo, seja concluída
com a elaboração de um cronograma a ser seguido e um plano de metas que
devem ser estipuladas com base nos resultados que o negócio apresenta
neste plano de negócios.
Para o seu empreendimento online alcançar os resultados desejados e superá-los, tenha a parceria da GSP Sites para melhorar o planejamento e execução através de uma plataforma bastante eficiente.
Pronto para montar seu site de vendas? Conte com GSP Sites para te ajudar. Nos mande um e-mail e peça um orçamento.
Blogs, mídias sociais, sites, advertising, e-mails e muitos outros elementos fazem parte de uma estratégia de marketing digital. Descubra a importância do marketing digital e fique na frente de seus concorrentes.
Conheça quatro razões por que é vital para o seu negócio se atentar ao digital.
1 – Buscas online
Quando se trata de tomar decisões por serviços de pequenos negócios, a maioria dos consumidores agora usa ferramentas de busca para ajudá-los a escolher. Dados mostram que cerca de 75% dos clientes buscam informações das empresas online e quatro em dez pessoas confiam nas redes sociais ou em sites com opiniões de outros clientes.
Se seu negócio não aparece nos resultados das ferramentas de busca,
quando potenciais clientes estiverem procurando pelo tipo de serviço que
sua empresa presta, não verão você, mas provavelmente vão encontrar
seus concorrentes.
Táticas simples, como criar conteúdo de SEO relacionado ao seu negócio, podem ajudar, mas não são o suficiente. É preciso desenvolver uma estratégia flexível e adaptável a mudanças no mercado.
2 – Tendência mobile
Ter um blog e um site não é mais o suficiente. Apesar de os
computadores ainda serem populares, muitos clientes estão usando
smartphones (para alguns nichos, o uso de smartphones chega a 80%).
Em 2015 quase metade dos clientes fez buscas locais por meio de
dispositivos móveis, no entanto, a maioria dos pequenos negócios não tem
sites responsivos.
Não há nada mais frustrante que encontrar um serviço desejado e não poder acessá-lo fora de casa ou do escritório. É pouco provável que uma pessoa que tenha tido uma experiência negativa em um site usando o smartphone lembre-se de revisitá-lo no computador. Por isso, é essencial otimizar seu site para uso em mobile.
3 – Custo benefício
O marketing digital tem um bom custo benefício e pode ser extremamente eficiente. Anúncios no jornal e propagandas na TV – ainda que sejam úteis para o budget reservado a eles – não estão ao alcance de pequenos negócios. Por uma fração do preço, o marketing digital pode alcançar clientes que estão procurando pelo tipo específico de serviço e engajá-los rapidamente.
4 – Competitividade
O marketing digital é usado por mais de 60% dos pequenos negócios. Isso significa que, se sua empresa não tem uma estratégia de marketing digital, faz parte de uma minoria. Como seu negócio não está visível para os clientes, eles vão encontrar seus concorrentes, dando a eles as vendas que poderiam ser suas.
Porque o site ter um website para sua empresa é o mais importante?
Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede
social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de
um site institucional.
Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio.
Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança
de que a sua empresa é séria e confiável.
Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.
É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.
Um bom site reflete a identidade da sua marca, oferece conteúdo de qualidade e de fácil de navegação, além disso, ele é a sua sede na internet, é a forma online de receber seus futuros clientes, demostrar seus serviços, produtos e sua marca. Toda a sua história (empresa), depoimentos, blogs e a captação de leads pode e deve ser feito através do seu site.
Seu site é a chave para uma estratégia de marketing digital bem-sucedida porque todos os outros elementos de marketing digital direcionam os visitantes para o seu site, o que deve converter os convidados de maneira eficaz. O design responsivo* e as melhores práticas e ferramentas de SEO geram conversões, tendo uma ótima experiência de usuário.
Mesmo o site mais bonito será ineficaz se não for responsivo, otimizado e sem o uso adequado do SEO. Usar palavras-chave que os seus futuros clientes possam pesquisar e otimizar seu site para mecanismos de pesquisa melhorará seu SEO e levará seu site ao topo das listagens orgânicas.
Embora o Facebook, Instagran e o Twitter ofereçam análises limitadas
para rastrear campanhas de marketing e tweets, seu site tem a capacidade
de coletar informações abrangentes sobre quem são seus convidados, como
eles encontram seu site e o que eles visualizam enquanto estão em seu
site. Esta informação é inestimável ao tentar entender e identificar
seus convidados e pode ser usado para comercializar o seu recurso para
uma população alvo e envolvida.
Os sites podem capturar muito mais informações sobre como os convidados se envolvem com seu site e marca do que análises de mídia social . Além dos dados sobre seus convidados, a análise de sites tem o poder de acompanhar campanhas de marketing, para que você possa determinar rapidamente o sucesso de uma campanha usando essas análises.
E ai já está convensido? Vamos criar um site para seu negócio? Entre em contato conosco e veja como é fácil e rápido colocar sua empresa na internet.
E há momentos em que o seu entusiasmo é mínimo. Você pula de uma
ideia a outra por horas, até chegar na última frase. Fica à beira de
desistir.
Isso acontece com todo mundo.
Mesmo os melhores escritores têm essa relação controversa com os blogs.
E você sabe o que acontece? Nós não temos escolha, temos que persistir.
Veja as dicas que extraímos de um especialísta no assunto, nada menos que Neil Patel.
Posts de blog ainda são o recurso nº 1 para engajar seu público e gerar leads aquecidos para o seu negócio.
De fato, especialistas em marketing que usam blogs geram 67% mais leads do que aqueles que não usam blogs. E mais: os posts custam 62% menos por lead do que o marketing outbound.
E então, qual é a ferramenta que te permite adicionar mais poder ao
escrever posts no blog, para que gerar leads não seja como escalar uma
montanha?
Persuasão.
Um post de blog persuasivo não só abre o diálogo, mas também cria um
apetite pelas suas ideias e produtos, sem que você fique parecendo um
vendedor suspeito.
É por isso que eu invisto tanto tempo, dinheiro e esforço na criação de conteúdos excepcionais, com todos os elementos de persuasão. E como eu já disse anteriormente: quando eu comecei a escrever posts no blog, meu conteúdo nunca atingia meus objetivos.
Agora eu já tenho um sistema bem ajustado que me permite criar conteúdos poderosos em tempo recorde.
Acredite, você também pode fazer isso. Vou te mostrar exatamente como.
De fato, vou te dar fórmulas específicas que você pode usar instantaneamente para escrever posts no blog em menos de uma hora.
Aqui está o que vamos ver neste post:
Como construir um banco de ideias
A técnica “Michaelangelo”
A estrutura de persuasão em 6 pontos
Um guia com cada ponto dessa estrutura
Uma linha do tempo rápida para criar seus posts
Fórmulas comprovadas para criar títulos, iniciar e concluir seu post
Como saturar cada conteúdo com valor suficiente
Vamos lá.
Preparando a Base
Os alicerces são essenciais, especialmente se você quiser evitar ser tomado pela procrastinação.
Os dois pilares de uma infraestrutura sólida são ideação e pesquisa.
Se você der a esse processo a credibilidade que ele merece, vai ter
90% do seu post de blog pronto antes mesmo de começar a escrever.
1º Passo: Construa um banco de ideias
Para ser sincero, eu tenho dificuldade em pensar em grandes ideias.
Mas eu aprendi que entre todas as más ideias, sempre há algumas que se salvam. E isso é o mais importante.
Quando você não consegue pensar em um tema na hora de escrever um
post no blog, existem quatro formas simples de encontrar assuntos com
potencial para viralizar.
Primeiro, crie uma planilha master para ser seu banco de ideias. Os títulos devem ser mais ou menos assim:
Preencher sua planilha não vai dar nenhum trabalho.
1º passo: Analise seus produtos e serviços
Apesar de os blogs não serem uma ferramenta de venda direta, na hora
de escrever um post no blog, você deve ter a intenção de selecionar
assuntos que se alinham com o que o seu negócio oferece.
Dessa maneira, você não vai ter o blog só por ter, e aumentam as
probabilidades de você ter um retorno sobre o seu investimento de tempo.
Considere cada oferta individualmente.
Quais são os obstáculos que impedem seus potenciais clientes de dizerem sim?
Abordar as objeções que as pessoas têm sobre o seu negócio é a melhor forma de melhorar seus esforços para gerar leads.
As caixas de chat em webinários são boas oportunidades para isso.
Você pode examinar seus próprios webinários ou os dos seus concorrentes.
Você vai ver uma situação como esta:
Mais perguntas para usar ao considerar seus produtos/serviços:
Por que você é a melhor pessoa para resolver os problemas do cliente?
Por que não seu concorrente?
Qual é a urgência?
Por que seu produto é relevante agora?
Por que seu produto é a solução nº 1?
Use essas questões para fazer brainstorming e adicione suas resposta à
planilha. Você vai então utilizar as fórmulas de título que vou
apresentar aqui para criar um título.
2º passo: Faça auditoria de seus conteúdos de blog populares
A melhor forma de saber que tipo de conteúdo vai encantar seu público
é identificar posts de blog que já cumpriram esse objetivo.
Examine seus dados analíticos e veja quais são as categorias dos posts e atualizações de conteúdo mais populares.
Você pode então fazer brainstorming em torna dessas categorias ou inseri-las no Blog Topic Generator do Hubspot.
Essa ferramenta vai gerar temas para posts de blog para você.
3º passo: Use a inteligência competitiva.
É fácil ficar ansioso ao considerar seus concorrentes.
No entanto, eu acredito na ideia de fazer sua concorrência trabalhar para você, e não contra você.
Por que não aproveitar o que já funciona bem para eles?
Uma das minhas ferramentas favoritas para obter insights sobre conteúdos com ranqueamento alto é o Buzzsumo.
É só inserir sua palavra-chave e navegar entre os resultados.
O objetivo é selecionar conteúdos com o máximo de capital social.
Pegue esse conteúdo, faça melhorias nele, e os leitores vão encontrar você.
4º passo: Fique sintonizado nos desejos e dores do seu público-alvo
Eu fico surpreso de ver quantas pessoas negligenciam esse passo na hora de escrever um post no blog.
Você precisa contar uma história eficaz, criar conteúdo super-relevante e ser visto como uma autoridade.
Ignorar as pessoas que você está tentando alcançar não é a melhor forma de cumprir esses objetivos.
A melhor opção é conhecer as mentes e os corações do seu público. Veja onde você pode obter esses insights:
Comentários de blog
Quora
Fóruns de nicho
Avaliações de livros na Amazon (dê atenção especial às avaliações negativas)
Grupos no Facebook
Busca do Twitter
Que perguntas seus potenciais clientes estão fazendo? Quais são as objeções deles? De que tipo de ajuda eles precisam?
Anote essas ideias uma por uma. O objetivo nesse ponto não é criar um gancho concreto, e sim gerar ideias.
Após completar esses quatro passos, você terá um arsenal de dados
puros que poderão ser transformados em temas personalizados para posts
de blog.
2º passo – Use a Técnica Michaelangelo
Um dos meus artistas renascentistas favoritos é Michaelangelo
Buonarroti. Famoso por seu trabalho artístico estonteante, ele
acreditava que suas esculturas eram marcadas no bloco de mármore antes mesmo de ele começar a trabalhar.
A única tarefa dele era retirar o excesso de material e libertar sua obra.
E se eu te dissesse que escrever um post no blog é exatamente como fazer uma escultura?
Você é o artista. Seu documento de pesquisa é o seu bloco de mármore.
Você precisa apenas remover o material desnecessário para dar vida ao
seu post.
A única questão que resta é: como conduzir pesquisas com a qualidade necessária?
O processo é bem simples:
Os mesmos passos usados para gerar temas de post podem ser usadas para sua pesquisa. É só ficar no conteúdo em vez da ideia.
Ao ler para fazer pesquisa, anote as ideias que te vierem à mente. Deixe que a leitura seja a entrada e a escrita seja a saída.
O objetivo é criar um post valioso e centrado em dados. Use as fontes a seguir para coletar seus dados:
Após fazer sua pesquisa, faça um intervalo.
Eu percebi que quando deixo minhas ideias descansarem por uma noite,
elas se tornam mais refinadas, eu ganho mais clareza, e a direção do meu
post se concretiza na minha mente.
E então, como você sabe o que retirar para esculpir um post de blog? O segredo é a estrutura.
3º passo – A estrutura em 6 pontos de um post de blog persuasivo
Há poucas coisas que as pessoas detestam mais do que alguém tentando vender alguma coisa.
Se os seus leitores detectarem uma nota de desonestidade em seus posts, vão correr para sair da página.
A única forma de escapar esse destino é parar de vender e começar a persuadir.
Há seis pontos de pressão que você precisa acertar:
1. Empatia – Se o seu leitor não gostar de você,
nada mais é relevante. As pessoas são naturalmente céticas em relação à
perfeição. Assim, seja vulnerável, conte sua história e documente as
imperfeições. Este estudo revela que negócios que são mais autênticos e emocionais em seu conteúdo têm um marketing boca a boca 3 vezes maior do que aqueles que não utilizam a emoção.
2. Credibilidade – Seus leitores precisam não só
acreditar em você, mas também acreditar na habilidade que eles mesmos
têm de produzir resultados. É aqui que entra fornecer conteúdos fáceis
de consumir e de por em prática.
Uma ótima forma de criar mais conteúdo curto é adicionar imagens a cada
100 palavras mais ou menos. De fato, imagens podem aumentar a
credibilidade de um conteúdo em 75%.
3. Urgência – Você precisa ajudar seus leitores a superarem a tendência à procrastinação. Sua forma de fazer isso é enfatizar a urgência. Por que a informação no seu post é importante hoje? Uma forma genial de inserir call to actions em seu post é criar upgrades de conteúdo. O Backlinko aumentou suas taxas de conversão em 785% (em um dia!) usando esse método.
4. Autoridade – Sua autoridade aumenta com a criação de conteúdo abrangente e baseado em dados,
com insights únicos. Quanto mais autoridade você tiver, mais as pessoas
vão apostar em você para entregar a transformação que elas estão
procurando.
5. Reciprocidade – Atenção é uma moeda de troca no
espaço online. Assim, quando alguém te der atenção, você deve reciprocar
oferecendo valor, sem compromisso. De fato, oferecer seu melhor
conteúdo gratuitamente pode fazer seu negócio crescer 290%.
6. Autenticidade – Quem consegue ser completamente autêntico em todas as situações? Seth Godin descreve a autenticidade como coerência.
Isso significa voltar todos os dias com uma mensagem congruente. Se
você for indeciso com suas ideias ou complacente na sua forma de
expressá-las, não vai resistir a um exame mais minucioso. Um estudo de 27.000 consumidores revelou que a coerência é essencial para a confiança e a lealdade.
Eu sei que esses critérios parecem coisa demais para um único post de blog.
Fazer tudo isso em 45 minutos? Impossível, certo?
De jeito nenhum.
Eu criei um esboço simples que cumpre cada requisito dessa estrutura. Eu te desafio a usá-lo e ver como as suas habilidades de redação vão dar um salto.
4º passo – Como completar sua estrutura em tempo recorde
Hora de executar.
Nesse ponto, você já deve ter criado um estoque de assuntos para o seu blog.
Sua única tarefa agora é esculpir seu documento de pesquisa e preencher sua estrutura, sem perder tempo.
Primeiro: crie um gancho de impacto
Um título ruim é uma sentença de morte.
Você vai estar praticamente implorando às pessoas que leiam outro post entre os milhões de posts publicados diariamente.
Veja como garantir que o seu título tenha impacto:
Regra nº 1 – Seja superespecífico. Use números em seu título e evite palavras ambíguas como incrível e excelente. Existem outras palavras sem graça que dão sono nos leitores, mas essas são as mais comuns.
Regra nº 2 – Flerte, não releve sua solução
completa. Se você mostrar sua solução logo no início, não vai haver
incentivo para continuar lendo. Mas lembre-se que há uma diferença sutil
entre um título que provoca curiosidade e um clickbait desesperado.
Regra nº 3 – Apele aos sentidos para provocar uma resposta emocional. Este estudo da Harvard mostra que nós tomamos decisões baseados em emoções, e apelamos à lógica somente para justificá-las.
Nesse ponto, você já deve saber que as grandes ideias não seguem fórmulas. Mas o formato em que elas aparecem segue uma fórmula.
Seu título é esse formato.
Aqui estão 11 fórmulas de título testadas e comprovadas:
1. Título Últimas Notícias
Fórmula: [História] + [Efeito]
Exemplo: Novo Algoritmo do Google Tem Grande Impacto sobre Grandes Blogs
2. Título Lista
Fórmula: [Número] Formas de [Resultado Desejado]
Exemplo: 127 Formas de Vender seu Curso Online
3. A Grande Pergunta
Fórmula: [Faça uma pergunta provocante]
Exemplo: Será que A Lista Realmente Dá Dinheiro?
4. Uma Oposição Divertida
Fórmula: [Use duas ideias ou posições opostas]
Exemplo: Como Ser Inteligente em um Mundo de Blogueiros Burros (do SmartBlogger)
5. Título “Como Fazer”
Fórmula #1: Como [Método] Para [Chegar ao Resultado Desejado] Como [Metáfora/Símile Atraente]
Exemplo: Como Usar Atualizações de Conteúdo para Fazer sua Lista Crescer Como Fogo
Fórmula #2: Como [Método] Para [Chegar ao Resultado Desejado] Em [Período de Tempo]
Exemplo: Como Usar a Persuasão Para Escrever Posts de Blog Incríveis em 45 Minutos
6. O Guia Final
Fórmula: O Guia [Final/Completo] Para [Transformação Total]
Exemplo: O Guia Final de Marketing de Conteúdo
7. Citando Nomes para Impressionar
Fórmula: [Método, Conselho, Dicas] de[Pessoa Famosa] para [Chegar ao Resultado Desejado]
Exemplo: 20 Dicas de Stephen King Para se Tornar um Escritor Assustadoramente Bom (do SmartBlogger)
8. Apresentando o Vilão
Fórmula: [Vilão] Que [Problema Específico]
Exemplo: Os 10 Tipos de Pseudo-Especialistas que Estão Roubando seu Dinheiro
9. Aborde uma Emoção Permanente
Fórmula: [Apele a um Medo/Outra Emoção Forte]
Exemplo: Carta Aberta a Empreendedores Sofrendo para Gerar Lucro
10. Erros e Alertas
Fórmula: [Número] Erros que as Pessoas Cometem [Ação Específica]
Regra nº 2 – Aumente as proporções do problema e use linguagem emotiva para pintar um quadro da sua grande promessa. Aqui estão 317 palavras poderosas que você pode usar para criar uma narrativa emocionante.
Regra nº 3 – Use histórias pessoas e mini histórias para impulsionar seus fatores de credibilidade e autenticidade.
Quer fórmulas? Aqui estão 9 opções poderosas:
Lead com Citação – Use uma citação relevante ao
seu post. Seus leitores devem ser capazes de reconhecer o autor da sua
citação. Assim, é melhor escolher um influenciador no seu nicho.
Lead do Perigo Iminente – Aqui, você apresenta um vilão e usa bastante emoção.
Lead Contraintuitivo – Abra o post apresentando uma solução que vai contra o senso comum.
Lead Empático – Mostre aos leitores que você entende como eles se sentem, que já esteve na mesma situação e que eles não estão sozinhos.
Lead Chocante – Abra o post com uma estatística muito impressionante ou um fato inesperado.
Lead Narrativo – Uma história intrigante é bem
eficaz para atrair leitores. Ela pode ser verdadeira ou metafórica,
desde que se situe no contexto do seu post.
Lead “Vamos ao que interessa” – Esse é o lead direto, “sem perder tempo”. Você tem que estabelecer a premissa do seu post imediatamente.
Lead “bronca”- Tenha a audácia de dar uma bronca
no seu leitor. Será que ele tem um mau hábito que está atrapalhando?
Sobre o que ele tem sido complacente?
Lead Enquete – Abra o post fornecendo uma lista de opções, de forma que só existam dois ou três resultados possíveis.
Terceiro – Coloque o valor no corpo do seu post
Naturalmente, é aqui que você vai investir a maior parte do seu tempo.
Se você cumprir a fase de pesquisa, essa parte vai envolver apenas remover as informações desnecessárias e melhorar o seu post.
Aqui está um esquema sobre como organizar cada argumento no corpo do seu texto:
Dicas rápidas para escrever conteúdo dinâmico no corpo do texto:
Dica 1 – Encontre o equilíbrio entre emoção e razão.
Apertar os botões da emoção é essencial, mas seus leitores precisam de
lógica, especialmente se você estiver prometendo alguma coisa
sensacional.
Dica 2 – Os próprios leitores devem ser capazes de
implementar as soluções, facilmente, e de ver um benefício ou resultado
imediato. Isso vai ampliar seu valor percebido e fazer as pessoas
voltarem todos os dias.
Dica 3 – Deixe sua personalidade aparecer. É preciso
tempo para desenvolver uma voz única, mas aqui estão algumas coisas que
você pode fazer para acelerar o processo:
Faça brainstorming para encontrar duas palavras que descrevem sua
personalidade. Descubra palavras e frases que são sinônimos ou são
associadas a essas duas palavras-chaves. Use esse arquivo como seu swipe
file de palavras poderosas sobre personalidade, e utilize-as em seu
texto.
Crie e dê um nome a um leitor imaginário, e escreva como se você estivesse conversando com aquela pessoa SOZINHA.
Dica extra para poupar tempo – Use uma ferramenta de
ditado para que você não tenha que digitar. É só ditar seus argumentos.
E a maioria das ferramentas de ditado escreve as palavras com muita
precisão.
4º Passo 4 – Escreva uma conclusão sólida
Todo autor desenvolve uma forma única de fechar seu texto. Não existe uma fórmula mágica.
Tire algum tempo para analizar alguns dos seus posts de blog.
Você está vendo um padrão específico? Aposto que sim.
Isso acontece porque, quando fazemos uma tarefa várias vezes,
desenvolvemos subconscientemente um protocolo, para poupar tempo e
esforço.
Talvez você tenha percebido que eu sempre uso o título “Conclusão”,
sempre faço uma pergunta na interação final, e sempre encerro o post com
uma visão positiva.
Apesar de não haver regras, existem algumas dicas e truques para concluir um texto de forma eficaz:
Dica 1 – Enfatize a mensagem principal. Você não
deve deixar seu post linear ou incompleto. Abriu com uma mini história
sobre o Mark? Mark deve aparecer na conclusão. Usou uma emoção
específica na abertura? Fale dessa emoção mais uma vez no encerramento.
Dica 2 – Dê aos leitores uma razão para agir com
urgência. Qual é o grande benefício? Qual é a promessa final? Lembre os
leitores disso, para que eles se sintam inclinados a usar suas soluções.
Dica 3 – Positividade e otimismo vencem o medo sempre. Seja inspirador. Seja motivacional. Seja a torcida do leitor.
Dica 4 – Encerre com um ativador de diálogo. Fazer
uma pergunta no final dá um empurrãozinho no leitor para engajar e
comentar no seu post.
3 técnicas pouco conhecidas dos mestres do encerramento
1. Use rimas e repetições para criar mensagens curtas que vão ficar na mente do leitor para sempre.
2. Use uma elipse (…) para aumentar o ritmo da sua escrita. Seu
encerramento vai ser mais energético, o que vai te levar a encerrar com
impacto.
3. Faça da regra dos três sua arma secreta. Ideias que aparecem de três em três são mais ritmadas, eficazes e satisfatórias.
Alguns exemplos famosos:
“sangue, suor e lágrimas”
“pare, olhe e siga”
“vim, vi e venci”
“o bom, o mau e o feio”.
Entendeu a ideia?
Conclusão
Mesmo que você seja um escritor ruim confesso.
Mesmo se você estiver acostumado a passar semanas pensando, dias escrevendo e horas editando.
Mesmo se você detesta o processo de escrever.
Você pode criar posts de blog que são usinas de persuasão sem gastar dias nisso.
Eu sou a prova de que isso não requer nenhum tipo de mágica ou
talento extraordinário. O que é preciso ter é compromisso e confiança
nos sistemas que comprovadamente geram resultados.
Vai haver momentos em que escrever um post no blog vai ser penoso,
mas quando uma multidão chutar sua porta para engajar com as suas
ideias, você vai ver o retorno daquele trabalho mil vezes.
Qual é o seu processo para escrever posts no blog com qualidade e
rapidez? Você tem alguma dica ou truque que eu não mencionei nesse
post?
Separamos para você um guia de tudo o que você precisa saber para criar site de vendas online. Veja essas dicas que pegamos no site do SEBRAE para você. E conte com a GSP Sites para criar seu site de vendas.
1 – Apresentação
Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócios e sim do ambiente no qual este negócio está inserido. O objetivo dos tópicos é dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado e contribuir para responder as perguntas como: quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para tomar a decisão de empreender neste segmento? Para saber como elaborar um Plano de Negócios, procure a Unidade do Sebrae mais próxima ou acesse o documento “Como elaborar um plano de negócios” no link: http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/5f6dba 19baaf17a98b4763d4327bfb6c/$File/2021.pdf
Uma loja virtual é um site que permite a venda através da Internet. Também conhecida como comércio eletrônico, é uma ótima maneira de divulgar seus produtos ou serviços na internet. A loja virtual, apesar de não ter presença física nem do comprador, nem do vendedor; já que a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador, exige a mesma logística de estoque e entrega que as lojas físicas e também possui regras próprias que devem ser consideradas para este canal de venda.
O conceito de loja virtual pode ser definido, de forma simplificada, como um site na Internet onde as empresas expõem e vendem seus produtos ou serviços. Os clientes acessam o site de qualquer lugar, em qualquer horário, escolhem os produtos ou serviços, pagam através do sistema de pagamento que a loja virtual oferece e recebem estes produtos no local designado no ato da compra. Exceções são feitas para os empreendimentos no qual a loja virtual é criada como complemento à loja física, permitindo muitas vezes a compra pela internet e a retirada do produto na loja física.
A criação de uma loja virtual é um processo que exige cautela e pode ser realizado pelo próprio empresário, porém é importante que possua um mínimo de conhecimento técnico de informática e conheça alguns dos termos específicos deste mercado.
Algumas empresas especializadas em plataformas oferecem roteiros em seus sites que permitem a implantação e utilização dos softwares para o desenvolvimento da loja, com baixo nível de complexidade. No entanto, dependendo do modelo da loja virtual e necessidade de customização, o mais comum é que o empresário contrate técnicos que assumam o encargo de preparar todo o processo para colocar a loja no ar. , Vale lembrar que tudo que é desenvolvido com exclusividade tende a levar mais tempo e mais investimento financeiro.
O ambiente da loja virtual, por meio de uma plataforma, que nada mais é do que um software responsável pela exibição e pelo gerenciamento da loja, permite fazer o cálculo automático de fretes, cadastro dos produtos e preços, e facilita ao cliente realizar o pagamento da sua compra.
Deve-se tomar o máximo de cuidado para que o serviço de hospedagem da loja virtual tenha alta disponibilidade e segurança, para que o sistema permaneça estável e a possibilidade de fraudes ao portal seja dificultada ao máximo. É importante que a forma de apresentação de uma loja virtual, em sua estrutura e layout, transmita confiança e credibilidade para os consumidores no processo de compra.
A escolha do segmento em que irá atuar também é muito importante. Dê preferência a um nicho de mercado para reduzir as concorrências com os grandes players de mercado, se dedicando a um segmento com menor concorrência e muitas vezes inexplorado.
Outra questão importante refere-se aos meios de pagamentos. Em uma loja virtual a solução de pagamento é responsável por faturar as vendas, aceitar e gerenciar de maneira simples e segura diversas formas de pagamento como cartões de crédito, débito on-line, boletos, transferência eletrônica, entre outros. Existem no mercado diversas soluções de meios de pagamentos que podem atender com eficácia essa necessidade das lojas virtuais conforme descrito abaixo:
a. Boleto Bancário: Integrado com os bancos conveniados permite o pagamento e a liberação do pedido mediante a comprovação da liquidação. Cliente imprime boleto no final da compra e paga no banco de sua preferência ou por meio do Internet Banking;
b. Transferência eletrônica: Interação em ambiente seguro com bancos credenciados, onde o cliente autoriza a transferência do valor da compra para a conta da loja;
c. Cartões de crédito: O cliente digita o número do cartão por meio de uma conexão segura, diretamente no sistema da operadora. Representam a forma mais comum de pagamento, realizado através de integração entre a loja virtual e as administradoras, o que permite a efetivação da operação com o cartão e liberação imediata da compra. As operações com cartão de crédito permitem parcelamento e essas condições podem ser negociadas entre a loja e as administradoras de cartões.
d. Intermediadores de Pagamento (Ex: Paypal, Mercado Pago, Moip, Pagseguro,entre outros): Além da praticidade de implementação, os intermediadores de pagamento facilitam o processo de recebimento por parte dos lojistas, pois em um único acordo a loja passa a aceitar a maioria dos cartões de crédito, boleto e débito em conta.
É importante que a etapa de pagamento seja rápida, não incluindo muitos passos e abas, e fornecendo ao seu cliente todas as informações necessárias, como custos de frete e prazo de entrega.
A possibilidade de alcançar um público diferenciado, sem limites geográficos, a qualquer hora do dia ou da noite, a garantia de pagamento seguro e a praticidade e a rapidez nas negociações são alguns dos motivos que levam muitos a optarem para abrir uma loja virtual e vender através da internet. Este documento não substitui a elaboração de um plano de negócio, pois assim como qualquer empreendimento, abrir uma loja virtual exige cuidado e o planejamento é de extrema importância para analisar a viabilidade do seu negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae.
2 – Mercado
Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, para os próximos anos o comércio eletrônico deve permanecer crescendo e aumentando sua participação em relação ao varejo tradicional. O setor tem se mostrado como uma excelente alternativa na busca de novos negócios para o consumidor. As compras de produtos pela Internet podem ser mais planejadas, pois com esse canal o consumidor consegue comparar produtos e preços antes de fechar um pedido. Mais de 90% das lojas de comércio eletrônico são consideradas pequenas. Segundo a BigData Corp, as lojas de comércio eletrônico consideradas pequenas (que recebem até 10 mil visitantes por mês) representam 92,64% do mercado, enquanto as lojas medianas (entre 10 mil e 500 mil visitantes), apresentaram queda de 2015 para 2016, representando 6,61% do mercado e as grandes 0,98%.
As vendas pela Internet têm apresentado números bastante expressivos. De acordo com o relatório WebShopper da E-Bit, em 2015 o setor registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 milhões. A previsão para o final de 2016 é que o comércio eletrônico fature R$ 44.6 bilhões, representando um acréscimo nominal de 8% em relação ao ano de 2015.
De acordo com o IBOPE, o número de pessoas com acesso à internet no Brasil já passou da metade da população, atingindo aproximadamente 52% dos cidadãos, ou 103,4 milhões de pessoas em julho de 2015. Além disso, o número de pessoas com acesso à internet por meio de smartphones chegou a aproximadamente 70 milhões, ou 35% da população, no mesmo período.
A categoria Moda e Acessórios, se mantem como a mais procurada. Segundo dados da 3ª pesquisa do varejo Online, elaborada pelo Sebrae em parceria com o E-Commerce Brasil, moda e acessórios se manteve com (30%), seguido de casa e decoração (13%) e infomática (12%). Segundo o levantamento, a maior parte desse público é feminino, na faixa etária dos 35 aos 49 anos. Em relação aos estudos, pessoas com ensinos fundamental e médio são maioria. A categoria de telefonia e celulares vem conquistando relevância nas compras virtuais nos últimos anos. As vendas via dispositivos móveis tem apresentado forte crescimento. Segundo pesquisa Ipsos/PayPal, realizada em 2015, 13% do total gasto online no mundo se deu via smartphone. Ainda em expansão, o comércio eletrônico móvel, também conhecido como m-commerce ou mobile commerce, já tem registrado grandes números em algumas categorias. Moda, por exemplo, já registrou em 2015, mais de 40% de suas vendas via mobile. Seguindo as tendências do comércio mobile, é fundamental ainda, que as lojas virtuais invistam em sites responsivos, se adaptando, automaticamente, ao dispositivo do usuário, seja em um computador, tablet ou smatphone.
3 – Localização
Esse tipo de empreendimento – loja virtual – não recebe clientes fisicamente, portanto, sua localização não depende de locais de grande circulação de pessoas. É um tipo de negócio que exige um esforço maior no posicionamento na internet para conduzir os visitantes por meio de palavras-chave específicas. Quanto maior o número de acessos ao site, maior a probabilidade de ser fazer negócios.
Com este mesmo propósito, deve-se, em alguns casos, providenciar anúncios patrocinados nos melhores sites de busca, pois isto facilitará em muito a possibilidade de localização eletrônica de sua empresa pelos clientes em potencial.
Mas essa divulgação patrocinada tem que ser estratégica e criativa para que possa chamar a atenção de quem busca na Internet os produtos que sua loja virtual esteja oferecendo.
Já em relação à estrutura física, é interessante haver um escritório administrativo com acesso à internet de boa qualidade para a manutenção da loja virtual, como atualização dos produtos, elaboração do design da página com suas customizações, etc. Neste local, pode constar a parte administrativa e financeira da Loja Virtual.
Deve haver um local de armazenamento de estoque dos produtos que serão vendidos, Para isso, a localização vai depender do produto ofertado pela loja virtual (condições de armazenamento) e a quantidade de venda (estoque).
4 – Exigências Legais e Específicas
Depois de validar o domínio da loja virtual, ou seja, o endereço utilizado na internet, o próximo passo refere-se aos trâmites legais. O empreendedor de uma loja virtual deverá ficar atento às regras e exigências legais.
Uma dessas exigências legais é o registro da empresa, que deve ser feito nos seguintes órgãos:
– Junta Comercial;
– Secretaria da Receita Federal (CNPJ);
– Secretaria Estadual de Fazenda;
– Prefeitura do Município;
– Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (empresa ficará obrigada a recolher por ocasião da constituição e até o dia 31 de janeiro de cada ano, a Contribuição Sindical Patronal);
– Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;
O Decreto Federal 7.962/13, juntamente com alguns decretos estaduais (o empresário deverá atentar-se aos diferentes de cada UF), são exemplos de exigências legais no qual cabe ao empreendedor do comércio eletrônico manter-se atualizado e adequar o seu negócio para que a loja virtual atenda aos requisitos legais básicos. Essas regras visam garantir ao consumidor que os mesmos direitos de compra que ele tem em uma loja física também sejam respeitados em um a loja virtual.
Além dos registros obrigatórios, as informações sobre os produtos, serviços e fornecedores devem ser claras e visíveis no site. A loja virtual deve manter em local visível todos os dados de identificação da empresa, tais como razão social, CNPJ, endereço físico e eletrônico, telefones, e-mail, entre outros dados que possibilite o contato do consumidor, além de manter um Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Todas as formas de pagamento e prazos de entrega devem ser informados na loja virtual, além de disponibilizar, de forma clara e precisa, informações sobre os produtos ou serviços oferecidos, forma de pagamento, prazo de entrega
Outro ponto importante refere-se à “Lei do Arrependimento”, onde o consumidor tem direito ao arrependimento da compra, dentro do prazo de 7 dias da efetivação da aquisição do produto ou serviço, sem que este tenha nenhum custo.
Há também leis estaduais que podem exercer forte impacto neste segmento, tais como nos Estados de SP, RJ, MG e MS, onde vigoram a chamada “Lei de Entrega Agendada” que regulamenta que as entregas devam ser agendadas em três turnos. Por enquanto, não há uma legislação nacional que trate este tema da entrega, o que deixa para cada Estado ou Município estabelecer suas próprias leis. No Estado de São Paulo, por exemplo, foi promulgada a Lei nº 15.248/13, que obriga a divulgação de um ranking dos fornecedores mais reclamados no PROCON/SP, nos sites dos varejistas on-line. Ou seja, a cada dia que passa, a área do comércio eletrônico está sendo mais e mais regulamentada, com leis específicas e atualizadas aos modelos de transação praticados pela Internet. Isso está acontecendo não só no Brasil, mas em todas as economias mundiais.
Todas as organizações e instituições, estão buscando soluções para essa nova onda gerada pelo “e-commerce”.
Caso o empreendedor pretenda atuar nesse mercado com vendas para o exterior (exportação) precisará cumprir os seguintes pontos:
Registro administrativo: Registro no SICOMEX.
Documentos mais comuns na exportação:
– Documentação sanitária específica caso, o produto a ser exportado requeira tal documentação;
– Documento aduaneiro da mercadoria;
– Nota fiscal de venda. Nos embarques marítimos o IBAMA solicita a apresentação do ATPF (Autorização para Transporte de Produtos Florestais);
– Cópia do conhecimento de carga;
– Plano de carga;
– Fatura comercial;
– Lista de embarque (variedade/caixa);
– Pedido de inspeção de sanidade vegetal;
– RE (Registro de Exportação);
– DDE (Declaração de Despacho de Exportação).
O exportador deve ainda providenciar o documento de protocolo oficial das exigências sanitárias e outras restrições do País Importador (Import Permit), que é fornecido pelas câmaras de comércio dos países de destino e que normalmente funcionam em território brasileiro.
Informações complementares podem ser observadas nas cartilhas “Aspectos Legais do e-commerce” e “Manual de perguntas e respostas para E-Commerce – Tributação e Práticas” disponíveis no Portal do Sebrae.
5 – Estrutura
Um plano de negócios bem estruturado e realista é um excelente instrumento para apoiar nas decisões relacionadas com a loja virtual: tamanho do seu orçamento, público, margem e despesas envolvidas, e os principais serviços relacionados com o funcionamento da loja virtual.
No que se refere à estrutura, é importante saber quanto se espera vender e quanto será capaz de produzir e armazenar? Diante disso, uma loja virtual pode possuir duas dimensões estruturais: a física e a lógica.
a) Estrutura Física
Compreende as instalações, os equipamentos, móveis e demais recursos necessários. Após a decisão do empreendedor sobre a modalidade de loja que irá compor, poderá ser definido o espaço necessário para a instalação do negócio. O espaço deverá ser dimensionado levando-se em consideração um dos itens:
– O empreendedor se dedicará ao comércio eletrônico e não manterá estoque (estoque com fornecedor, produtos digitais ou serviços);
– O empreendedor manterá estoque de produtos;
– O empreendedor já possui comércio convencional e vai agregar comércio eletrônico;
– O empreendedor não possui comércio convencional e vai iniciar no comércio eletrônico;
Outros casos específicos.
Por exemplo, para se montar somente um escritório é recomendada uma área de 30m², destinada a acomodar os equipamentos e os móveis necessários ao funcionamento da estrutura física da loja virtual. Lembrando que, para cada caso especifico que melhor atenda àquela necessidade, deverá ser desenhada uma estrutura específica que melhor atenda àquela necessidade.
b) Estrutura Lógica
Tendo em vista que a loja será virtual, grande parte da estrutura será na dimensão lógica. É considerada estrutura lógica, o conjunto de serviços e softwares dos quais a empresa deverá dispor para gerenciar a loja e disponibilizá-la aos clientes, ou seja, os canais de comunicação, Internet, banda larga, até a loja propriamente dita, que nada mais é do que a plataforma da sua loja virtual. A plataforma é o sistema responsável pelo gerenciamento e visualização da loja na web. É o sistema que possibilita criar a loja virtual e também gerenciá-la, incluindo produtos, gerenciando estoques, preços e estoques, além de outras funções que fazem parte do dia a dia de um comércio eletrônico.
O primeiro serviço que deve ser adquirido é o acesso à Internet banda larga, que é disponibilizado pela grande maioria das empresas de telefonia. Existem vários tipos de serviços desse gênero, com inúmeras características técnicas diferenciadas, entretanto, especial atenção deve ser dada à questão da velocidade de resposta, pois este fator influenciará diretamente na velocidade de reposta. Esta não deve ser menor que 300 Kbps (taxa de transferência medida em kilo bytes por segundo).
Ainda é preciso ter um provedor de acesso para estar realmente conectado a Internet. Grande parte das empresas de telefonia também oferece esse serviço, mas pode-se optar por qualquer outra empresa no mercado, caso as condições sejam mais satisfatórias.
Com o acesso à Internet disponível, o próximo passo é o registro do nome do site de sua empresa (registro de domínio), por exemplo, www.suaempresa.com.br, registro da marca pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e contratação de hospedagem do site.Como a maioria das empresas de hospedagem de sites poupa o cliente deste trabalho e já faz o registro do domínio para ele, essa parte não será tratada aqui, mas para maiores informações acesse o site http://registro.br.
Na sequência deve-se contratar um serviço de hospedagem. Existem empresas exclusivamente dedicadas a isso que possuem servidores para hospedar os arquivos dos sites de seus clientes, tornando-os disponíveis para acesso via Internet 24h por dia, 07 (sete) dias por semana. A maioria dessas empresas costuma prestar também serviços adicionais como: registrar seu domínio, disponibilizar contas de e-mail referentes a cada domínio, controle estatístico de acesso ao seu site, entre outros.
O empreendedor deve estar atento ao preço desses serviços “adicionais”, visando estabelecer uma boa relação custo benefício, já que existem inúmeras empresas desse ramo no mercado, apresentando grande variação de preço.
O ponto crucial na montagem da estrutura lógica é o próprio site, em outras palavras, a loja virtual. Pode-se optar por contratar uma equipe para criar e desenvolver a loja, entretanto, esse custo ´poderá ser um tanto elevado, dependendo do tipo de site e customizações necessárias.
Pensando nisso e no crescente mercado virtual, grande parte das empresas de hospedagem e/ou desenvolvimento de software já possuem modelos de lojas virtuais prontas. Basta escolher aquele que disponha das funcionalidades e ferramentas desejáveis para a operação da sua loja virtual.
Num primeiro momento esta escolha pode parecer fácil, no entanto, precipitar-se aqui pode acarretar problemas que só serão percebidos com o uso diário. Existem sistemas que possuem inúmeras funcionalidades, muitas das quais não serão efetivamente usadas. Por outro lado, talvez deixem de apresentar outras que seriam cruciais para a administração da loja virtual.
Funcionalidades importantes a uma loja virtual:
– Carrinho de compras;
– Cálculo automático de despesas de envio;
– Pagamento via boleto bancário e por cartão de crédito das principais bandeiras;
– Newsletter – Mala direta (informativo) para clientes e visitantes cadastrados, desde que o envio tenha sido autorizado pelo cliente;
– Possibilidade para o cliente ou visitante indicar o site ou produto a um ou mais amigos;
– Serviço de ajuda ao usuário com fácil localização;
– Controle de status dos pedidos;
– Controle Estatístico de acesso;
– Controle de estoque;
– Organização do Catálogo de Produtos;
– Manutenção do cadastro de usuários;
– Relatórios do histórico completo de vendas com possibilidade de filtragem.
– Plataforma de Back Office ou ERP (Enterprise resource planning), que realiza o controle das operações da sua empresa. Essa funcionalidade está relacionado com o volume de vendas da loja virtual.
6 – Pessoal
A definição do perfil e da quantidade de pessoas envolvidas em uma loja virtual dependerá da decisão do tipo de loja a ser implantada. Tanto para os casos de empreendedores que já tenham loja física e queiram abrir uma loja virtual, como para os que partiram direto para a venda online, é recomendado que a equipe de funcionários fique apenas a cargo das questões das necessidades e processos da loja virtual.
Para todos os casos será necessário contar com pessoas qualificadas para a operação dos equipamentos e sistemas que mantém a loja virtual em operação na rede de computadores (Internet), porém, esse número é bastante reduzido, podendo-se estimar que 04 (quatro) pessoas serão suficientes para operar um negócio de pequeno a médio porte.
As demais operações e o quantitativo de pessoas dependem exclusivamente das decisões estratégicas que o empreendedor irá tomar. A seguir serão apresentadas algumas considerações que visam auxiliar essa definição:
1. A loja manterá estoque para remessa aos clientes
Nesse caso será necessário manter pessoal de apoio para providenciar compras, recepção, armazenamento, expedição e controle de estoques, além do pessoal encarregado dos registros contábeis, financeiros e administrativos em geral.
2. A loja manterá parceria com distribuidores que providenciarão a remessa aos clientes
Nessa situação, a loja virtual encarregar-se-á apenas do processo de venda e das escriturações das operações realizadas, sem envolver-se com a movimentação de produtos. Ela repassará as vendas aos distribuidores que cuidarão da remessa aos seus clientes. A loja receberá apenas as faturas dos produtos que os distribuidores encaminharam diretamente aos consumidores. Essa modalidade envolve as atividades de registros contábeis, financeiros e administrativos em geral.
3. A loja virtual funcionará em anexo a uma loja física já existente
Nesse caso a loja virtual funcionará como um recurso adicional ao processo mercadológico da loja existente. Mas é importante o empreendedor ficar atento às peculiaridades de operação dois negócios.
Esse tipo de negócio, Loja Virtual, oferece condições para um alto nível de criatividade e inovação. Parcerias variadas podem ocorrer, bem como o compartilhamento de serviços e responsabilidades. Conforme destacado antes, somente após o desenho operacional do negócio é que será possível a definição do pessoal necessário.
7 – Equipamentos
A parte de tecnologia da informação (TI) para esse segmento empresarial é fundamental, já que todos os pedidos e respectivos atendimentos fazem uso de T.I. Assim torna-se primordial, que o empreendedor equipe sua empresa com a tecnologia necessária para atender aos processos de uma loja virtual, tais como, a questão de controle de vendas, cumprimento de prazos de entrega, dentre outros.
Deve-se analisar também a necessidade de estruturar a parte de logística do negócio, ou seja, a parte de distribuição dos produtos comercializados, fazendo uso das tecnologias disponíveis, pois isso permitirá obter velocidade aliada a qualidade das operações aumentando assim as chances de se obter resultados positivos para o empreendedor.
8 – Matéria Prima e Mercadoria
A gestão de estoques no varejo, seja ele eletrônico ou não, é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente aferido através de indicadores de desempenho como Giro dos estoques: o giro dos estoques indica do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado.
É notório que para se estocar é necessário fazer uso de recursos financeiros, portanto, o estoque de produtos deve ser mínimo, visando assim gerar o menor impacto na disponibilização de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.
As mercadorias para uma loja virtual podem ser variadas. Nos dias de hoje, vende-se todos os tipos de produtos pela Internet. Os negócios virtuais são versáteis, permitindo e exigindo ajustes e adaptações com grande velocidade.
Faz-se necessário, no comércio eletrônico, ter em mente que existe, por trás de toda essa tecnologia, uma empresa (pessoa jurídica) com objetivos e finalidades específicas, e que as alterações de ramo requerem ajustes e mudanças de contrato social, conforme estabelece a lei.
Em uma loja virtual deve-se prezar pela a qualidade das fotos dos produtos oferecidos e conteúdo, pois estes são os ponto de contato com o cliente. Para isso, o empreendedor deve criar um padrão de fundo para todas as fotos, de preferência branco; além disso, ter um bom texto, claro, objetivo e com informações relevantes. O texto precisa exibir todas as características do produto, pois descrições erradas podem gerar muitas reclamações de clientes, inclusive nos órgãos de proteção aos consumidores.
9 – Organização do Processo Produtivo
A organização do processo produtivo de uma loja virtual, passa obrigatoriamente pelo ponto inicial, que é a elaboração de um site de Internet, com agradável visual, design, facilidade de uso pelos visitantes e compradores, pela definição de qual provedor de Internet “hospedará” o site da referida loja virtual, entre outros pontos.
Para esse tipo de empresa – loja virtual, o principal meio de comercialização será a Internet, portanto, a definição de um provedor com boa estrutura será fundamental, aliado a facilidade com que usuários utilizam o site da loja virtual.
Após a criação do site e a definição do provedor que irá hospedá-lo, deve-se proceder a vinculação deste site ao provedor. Na sequência deve-se procurar cadastrar o site da loja virtual nos diversos portais de busca via Internet.
Em uma Loja Virtual existem alguns processos operacionais que são fundamentais, tais como:
1. Planejamento e controle de estoque/ Disponibilidade de Mercadoria online (caso a empresa trabalhe com estoque próprio): deve ser feito levantamento diário do estoque dos produtos comercializados pela loja virtual, este controle é fundamental para o sucesso da sua empresa, pois, garantirá que o produto demandado pelo seu cliente, via Internet, esteja sempre disponível para atendê-lo. . Manter um estoque proporcional ao período de giro de mercadorias é muito importante.
Para isso o empreendedor, por exemplo, deverá ter um planejamento e controle rigoroso sobre os produtos que poderão ser oferecidos nos diversos meses do ano, evitando-se assim que o site apresente ao cliente a opção de um determinado item, que na verdade não esteja disponível naquele momento. Para isso a manutenção do site deverá ser contínua e com muito rigor, de forma que fique exposto/disponível apenas o que poderá ser comercializado em cada período.
2. Busca/ Informação do produto: Na busca via Internet, o potencial cliente, ao acessar o site da loja virtual, normalmente navegará pelas categorias de produtos oferecidos, ou mesmo efetuará pesquisas buscando especificamente o produto de seu interesse, visando assim agilidade no processo de escolha do produto pretendido. Uma vez encontrado o produto, o cliente espera ter informações detalhadas sobre o mesmo, com uma descrição completa, boas imagens e informações técnicas.
3. Funcionalidade/ Facilidade de uso (“user friendly”)
O site deverá ser de fácil utilização, de forma que o cliente poderá ir colocando os produtos selecionados em seu “carrinho de compra” virtual, momento que será calculado o valor total da compra, frete e outras informações financeiras que sejam necessárias para possibilitar a conclusão da compra, tais como descontos, promoções, etc.. Nesse momento do pedido o site deverá informar ao cliente as diversas formas de pagamento, visando possibilitar ao cliente facilidade na aquisição dos produtos, bem como, o prazo máximo para entrega dos mesmos em seu destino.
É importante que o cliente possa, com facilidade, criar e atualizar no próprio site da Loja Virtual seu cadastro pessoal, visando que, no futuro, o mesmo tenha acesso rápido às compras já efetuadas, bem como não precise preencher novamente dados pessoais que já haviam sido preenchidos em compras anteriores, simplificando assim o processo de compra. Tal cadastro servirá também para o estabelecimento de relacionamento (Marketing de Relacionamento) da Loja Virtual com este seu cliente, através, por exemplo, do envio de “mailing” (mala direta).
O site deverá, automaticamente, a cada pedido de compra efetivado, gerar um relatório (impresso ou não) com as informações do pedido, para que os responsáveis pelo controle desta operação possam distribuir e dar acesso imediato às informações do pedido para que as áreas de estocagem ou distribuição já iniciem seus processos,visando dar celeridade a este processo. Na sequência, com as informações do pedido já encaminhadas para as áreas competentes, deve-se, novamente de forma ágil, preparar o(s) produto(s) e proceder o repasse do(s) item(s) embalado(s) para a área de logística, que será a responsável pela entrega do(s) mesmo(s) no destino, requerendo sua coleta por transportadoras especializadas ou pelos Correios. No Brasil, os Correios são o maior prestador de serviços logísticos, pois possuem uma extensa rede de agências e postos de serviço, que estão espalhados em praticamente todo o território nacional. Há também, cada vez mais, a entrada de outras empresas operadoras logísticas para atuar neste mercado, muitas delas internacionais, sinalizando uma tendência de aumento na oferta deste tipo de serviços (logística), e com isso, logicamente com esta maior concorrência, os custos tenderão a baixar.
Falando em Logística, temos que nos atentar para a necessidade do processo que é conhecido como “Logística Reversa”, ou seja, o processo logístico que garante o recolhimento do(s) produto(s), por ventura devolvido(s) pelo cliente à Loja Virtual, pelo simples arrependimento do mesmo (direito garantido pelo Código de Defesa do
Consumidor(Lei nº 8.078/90).
A Loja Virtual também se beneficiará bastante se puder contar, em seu processo produtivo, com um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (Content Management System – CMS) que é um aplicativo usado para criar, editar, gerenciar e publicar o conteúdo disponibilizado no site da Loja Virtual de forma organizada, permitindo que o mesmo seja modificado, removido e adicionado com facilidade. Os CMSs são frequentemente usados pelos sites das Lojas Virtuais para armazenar, controlar, prover notícias, informações das características técnicas dos produtos oferecidos, etc. O conteúdo pode incluir arquivos de computador, imagens, áudios, vídeos, documentos eletrônicos e conteúdo Web.
Podemos dizer que um CMS é semelhante a um framework (um esqueleto) de website pré-estruturado, com recursos básicos de: usabilidade, visualização e administração já prontamente disponíveis. É um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdos de forma dinâmica, através de uma interface de acesso via Internet.
Possibilite ao seu cliente uma boa experiência de navegação, permitindo que a loja virtual se encaixe automaticamente no dispositivo do usuário, seja ele um PC, celular, um Tablet, entre outros. Para isso é importante que o site seja responsivo, mundando sua aparência e disposição com base no tamanho da tela em que o site será exibido. Importante lembrar que sites responsivos, que possuem versão mobile, terão prioridades no ranking dos resultados de pesquisa no Google.
As etapas citadas nesse tópico são orientações gerais, que podem ser agregadas ou suprimidas, desde que se observe e preserve suas funções e essências principais.
10 – Automação
O nível de automação para o segmento Loja Virtual é bastante expressivo, vai desde a estruturação do site, seu controle de segurança, a interação entre os diversos departamentos e processosda loja, enfim, a automação está presente em todos os pontos da cadeia produtiva.
O site da Loja Virtual deve ser desenvolvido seguindo os melhores padrões de segurança utilizados em compras pela Internet. Deve-se utilizar sistemas de criptografia (codificação cifrada) que codificam os dados digitados no computador do cliente e os decodificam apenas no sistema da Loja Virtual.
Deve também possuir um sistema de segurança do tipo SSL (Secure Socket Layer), que proporciona aos usuários da Internet uma maior segurança em suas transações financeiras. Além disso, há disponível no mercado ferramentas que promovem exames automatizados dos sites e certificam que os mesmos estão seguros contra a invasão de “hackers”, exibindo então o texto “HACKER SAFE”, “SITE BLINDADO” ou “McAfee SECURE”. Porém, vale destacar que, mesmo com estas ferramentas que promovem um exame automatizado sobre a segurança do site, ainda não se pode garantir que um site seja totalmente seguro contra o ataque de “hackers”.
Neste sentido, existem empresas especializadas em tentar oferecer SEGURANÇA e CRIPTOGRAFIA. Tais empresas trabalham com produtos chamados Selos de Segurança, que tem o objetivo de prover maior credibilidade aos sites de e-commerce, pois buscam garantir aos clientes tranquilidade para efetuar compras através de criptografia de informações. Além de tentar proteger os sites contra ataque de hackers, de contaminação por malwares, roubos e clonagens de dados de cartões de crédito, etc. Os selos de segurança geram uma sensação maior de segurança, o que pode levar a um aumento nas vendas no site da Loja Virtual. Algumas empresas oferecem plataformas para e-commerce com certificação RapidSSL que podem ser integradas a qualquer outro sistema de certificação de segurança simultaneamente.
A automação da loja virtual pode estar presente também na gestão do backoffice.BackOffice ou “a parte de trás do balcão”, como também é chamado, representa toda a estrutura física atrás do website de uma loja virtual e é fundamental haver organização e agilidade nessa área para garantir que o produto adquirido pelo cliente seja entregue de acordo com as especificações e prazo combinado. Automatizar, ou seja, integrar uma loja on-line a um sistema ERP, software que integra todos os dados e processos de uma empresa em um único sistema, significa adquirir mais agilidade nos processos de operação realizados.
11 – Canais de Distribuição
Os principais canais de distribuição para o segmento empresarial loja virtual se dão através da apresentação dos produtos pelo site da loja na Internet, contando com um processo ágil de entrega dos produtos.
Essa parte de logística é um dos pontos mais importante a ser observado em relação à gestão de uma loja virtual.
Um e-commerce pode contratar uma empresa privada para fazer a entrega de seus produtos, ou optar pelos serviços dos Correios. No caso dos Correios, existe um serviço exclusivo chamado e-SEDEX, para as empresas que atuam com o comércio eletrônico, e também alguns diferenciais específicos para atender aos pequenos negócios.
É importante que o empresário acompanhe todo o processo de entrega e cumpra os prazos divulgados. Pois entende-se que este processo seja importante para dar agilidade, segurança e credibilidade nas entregas das mercadorias no domicílio dos compradores.
12 – Investimento
Apresenta-se abaixo uma idéia do montante a ser investido na implantação de uma loja virtual (vale ressaltar que os valores aqui colocados são sugestões que devem ser adequados de acordo com o porte, localização e demais características da sua empresa):
Área Administrativa e Vendas
1. Construção do site – 1 = R$ 1.200,00 ou R$ 150,00 por mês
2. Manutenção do site – 1 = R$ 200,00 por ano ou R$ 0 no plano mensalista
3. Mesas para escritório – 4 = R$ 500,00
4. Cadeiras – 12 = R$ 300,00
7. Computador – 4 = R$ 1.5000,00
9. Impressora Multifuncional – 2 = R$ 600,00
11. Telefone e Internet – 6 = R$ 150,00
Total de itens área administrativa e vendas …… R$ 4.450,00
TOTAL DE INVESTIMENTO ………………………… R$ 4.450,00
Caso a empresa decida por trabalhar com estoque próprio, será necessário a aquisição de um estoque inicial a ser utilizado nos processos iniciais de venda. Essa aquisição de estoque inicial não está relacionada dentre os investimentos listados acima, pois dependerá da opção do empreendedor para o início de suas atividades, no que tange a quantitativos e variedade de produtos.
Imóvel
Para esse segmento empresarial, loja virtual, se a empresa for trabalhar com estoque próprio, o ideal é que seja utilizada uma estrutura em forma de galpão, já para empresas que pretendam trabalhar sem estoque, com vendas e distribuição por terceiros, serviços ou produtos digitais, recomenda-se a utilização de uma sala comercial.
O custo de estruturação, adequação ou construção do imóvel será bastante variável. Assim não apresentamos aqui uma estimativa de custo, pois este dependerá de vários fatores, dentre eles: a localização geográfica do imóvel, a área para instalar a loja virtual, entre outros que serão definidos pelo próprio empreendedor.
13 – Capital de Giro
Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.
O capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMCC).
Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazo de estocagem, maior será sua necessidade de capital de giro. Portanto, manter estoques com os níveis mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente, pode diminuir muito a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa.
Se o prazo médio recebido dos fornecedores de matéria-prima, mão- de-obra, aluguel, impostos e outros forem maiores que os prazos médios de estocagem, somada ao prazo médio concedido ao cliente para pagamento dos produtos, a necessidade de capital de giro será positiva, ou seja, é necessária a manutenção de dinheiro disponível para suportar as oscilações de caixa. Neste caso, um aumento de vendas implica também em um aumento da quantidade de capital de giro. Para tanto, o lucro apurado da empresa deve ser ao menos parcialmente reservado para complementar esta necessidade do caixa.
Se ocorrer o contrário, ou seja, os prazos recebidos dos fornecedores forem maiores que os prazos médios de estocagem e os prazos concedidos aos clientes para pagamento, a necessidade de capital de giro é negativa. Neste caso, deve-se atentar para qual a quantidade de dinheiro disponível em caixa necessária para honrar compromissos de pagamentos futuros (fornecedores, impostos, etc). Portanto, retiradas e imobilizações excessivas poderão fazer com que a empresa venha a ter problemas com seus pagamentos futuros.
Um controle de fluxo de caixa, com previsão de saldos futuros de caixa, deve ser implantado na empresa para a gestão competente da necessidade de capital de giro. Só assim as variações nas vendas e nos prazos praticados pelo mercado poderão ser geridas com precisão.
O desafio da gestão do capital de giro deve-se, principalmente, à ocorrência dos fatores a seguir:
– Variação dos diversos custos absorvidos pela empresa;
– Aumento de despesas financeiras, em decorrência das instabilidades desse mercado;
– Baixo volume de vendas;
– Pouco reconhecimento da marca pelo público alvo, ou deficiência na divulgação da sua loja virtual;
– Desencaixe ocorrido por descompasso entre os custos incorridos na manutenção da loja virtual e a conseqüente venda aos clientes;
– Aumento dos custos dos produtos comercializados e capacidade de negociação com os fornecedores, caso a empresa não tenha uma rotativa grande em seus estoques;
– Pagamento das parcelas de possíveis financiamentos de equipamentos, mobiliários ou imóveis.
14 – Custos
A variável custo é parte fundamental para a análise da viabilidade econômica de qualquer negócio. E quando se analisa o comércio eletrônico, alguns custos que normalmente não se verificam no comércio tradicional, são aqui considerados:
O custo da implantação e da manutenção da Loja Virtual. Tais custos, implantação e manutenção, variam conforme as características das funções disponibilizadas na solução de disponibilização da Loja Virtual. Pode-se partir de uma solução básica, com um investimento de aproximadamente R$ 2.000,00 (dois mil reais) e cerca de R$150,00 (cento e cinquenta reais) por mês para as despesas com a manutenção e hospedagem da Loja Virtual. Ou partir para uma solução intermediária, que possibilita maior flexibilidade na personalização do site, bem como acesso a ferramentas de Markteting. Tal solução pode custar em torno de R$ 4.000,00 (quatro mil reais), mais uma mensalidade de aproximadamente 10% deste valor, ou seja, cerca de R$ 400,00 (quatrocentos reais). As soluções mais sofisticadas, em geral, demandadas por organizações maiores, de médio a grande porte, que normalmente terceirizam todo o gerenciamento e operação da infraestrutura do seu comércio eletrônico, pagam por este serviço um custo mensal de, aproximadamente, R$8.000,00 (oito mil reais). Este último tipo de solução, mais sofisticada, tende a funcionar, de forma totalmente terceirizada, como se fosse o departamento de vendas e marketing da empresa na Internet.
Nos dias de hoje, a oferta destes vários tipos de soluções, para os vários tamanhos de negócios, é bastante abundante, portanto, faz-se necessário que o empreendedor pesquise estas ofertas, compare e analise o que, e quais características de serviço, de fato, deverá demandar. Tendo em mente que ele não precisa começar sua operaçao grande, não é recomendável, logo no início, sair fazendo grandes investimentos. Teste sua idéia de negócio iniciando suas operações fazendo uso de soluções básicas, de menor custo, e, à medida que as vendas e o negócio forem evoluindo, promover uma atualização desta solução para uma que seja melhor, com mais recursos e de custo superior.
O custo da entrega de mercadorias. Boa parte das lojas tradicionais não tem este tipo de custo, pois o próprio cliente se encarrega de levar a sua compra, mas quando falamos de Lojas Virtuais, ou seja, quando falamos de comércio eletrônico pela Internet, a logística assume papel crítico na composição dos custos operacionais. Embalar, despachar e entregar o(s) produto(s) ao(s) cliente(s), com qualidade e rapidez (no ou antes do prazo contratado), um fator essêncial e extremamente crítico para as operações de comércio eletrônico. O custo da entrega de mercadorias está diretamente ligado às características do produto (bem e, ou, serviço). Características como: dimensões, peso, fragilidade afetam o custo desta entrega, fazendo-o variar muito.
O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos na compra, prestação de serviços e venda dos produtos que compõem o negócio, está diretamente ligado ao sucesso ou fracasso desse empreendedor. O empresário deve encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pela melhor relação custo-benefício e o controle de todas as despesas internas. Quanto menores forem os custos, maior a chance de ganhar no resultado final do negócio.
Os custos para abrir uma loja virtual podem ser estimados considerando os itens e valores referenciais abaixo:
1. Salários, comissões (caso a remuneração de serviço de colaboradores seja feita com base em desempenho) e encargos: R$ 4.000,00;
2. Tributos, impostos, contribuições e taxas: R$ 450,00;
3. Aluguel, taxa de condomínio, segurança: R$ 950,00;
4. Água, luz, telefone e acesso a internet: R$ 800,00;
5. Manutenção de software, site, etc.: R$ 600,00;
6. Produtos para higiene e limpeza da empresa e funcionários: R$ 300,00;
7. Recursos para manutenções corretivas e preventivas de maquinários e instalações: R$ 600,00;
8. Valores para quitar possíveis financiamentos de máquinas e construções (considerar esse valor, somente, caso exista financiamentos na empresa): R$ 1.000,00;
9. Propaganda e publicidade da empresa: R$ 900,00;
10. Aquisição de equipamentos e maquinários acessórios, além de outros produtos para funcionamento da loja virtual: R$ 700,00.
11. Aquisição, manutenção e reposição de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os funcionários: R$ 100,00.
Observação: os custos indicados acima consideram o conjunto de todo o texto desse material, o que poderá ser maior ou menor, dependendo da estruturação e concepção que seja implementada pelo empreendimento.
O empreendedor deve estar atento ao controle das vendas eletrônicas, fazendo, após análisar a viablilidade destes custos, o uso de: intermediadores ou gateways de pagamentos,o controle eficiente e criterioso do estoque, da embalagem e da logística, mantendo-os, nos níveis que foram pré-estabelecidos no Plano de Negócio, tanto as despesas quanto os custos. O empresário deve, também, buscar alternativas para minimizar esses dois elementos (despesas e custos), mas sem comprometer a qualidade final de seu produto. O cumprimento dos prazos de entrega é um item importantíssimo no quesito qualidade, pois demonstrará a confiabilidade do negócio.
15 – Diversificação / Agregação de Valor
Para empresarios de lojas virtuais, atuar em segmento de nicho é de fundamental importância, já que a concorrência é bastante expressiva e o sucesso esperado estará intimamente ligado a capacidade de diversificar dentro de uma especialidade.
Além disso, estratégias realizar a combinação de comercialização de produtos entre si, colcando diversos tipos de produtos em um mesmo carrinho de compras, apresentando produtos indicados, podem aumentar o ticket médio das vendas.
Outro ponto fundamental que irá auxiliar no processo comercial da empresa, e que será exigida são as opções de formas de pagamento. Assim, o empreendedor deve oferecer o máximo de opções possíveis para o seu cliente (internauta), sendo que a maioria deverá ser via soluçõesonlinetais como:
a) Cartão de Crédito, de todas as bandeiras;
b) Opção de boletos bancários, também online, via bancos;
c) Financeiras terceirizadas ou financiamento próprio. Sendo essa ferramenta uma opção secundária, pois não é muito indicada para esse segmento.
O processo de fechamento das compras deve ser bastante simples e amigável para que o empreendedor não acabe por perder vendas que seriam concluídas caso não houvesse dificuldade no carrinho de compras. É necessário que existam todas as condições de comunicação entre o empreendedor e o cliente. Os clientes não costumam perdoar omissões e demora, sendo assim é interessante deixar os canais de comunicação abertos, tais como:e-mail, chat, SMS, telefone,e formulários são algumas boas opções.
Para esse segmento empresarial, ser criativo, ter diferencial e valor agregado,é o que definirá limites e possibilidades, tanto para o empreendimento quanto para o empreendedor, pois será a capacidade de implementar novas práticas e formatos de produtos que levará o sucesso a uns e a outros não.
Diante desse processo, o empreendedor não deve ter limites para a criatividade, principalmente quando busca responder ao crescimento do mercado, bem como, “neutralizar” ou “minimizar” a influência dos concorrentes sobre seu empreendimento.
16 – Divulgação
Para que se tenha sucesso na divulgação de uma loja virtual, há a necessidade de uma intensa exposição de sua marca, portanto, é preciso que a empresa seja amplamente visualizada e conhecida, pelo menos nos meios de divulgação eletrônicos.
Assim o foco principal será a divulgação via Internet, ou seja, deve-se direcionar o esforço de divulgação na rede onde se faz o comércio eletrônico, que é onde se concentram todo o público específico.
As divulgações feitas fora do ambiente eletrônico podem ter influência nas vendas, mas para efeito de dar visibilidade e conhecimento da marca iniciais pode-se lançar mão dos meios de divulgação tradicionais.
Para informar seu público sobre os lançamentos de produtos, ofertas e promoções, o empreendedor poderá fazer uso de meios de divulgação que estão crescendo nesse segmento de loja virtual, tais como: os e-mail marketing, mailing, propagandas em aplicativos móveis.
Também é interessante investir em links patrocinados, como por exemplo do Google, e outros buscadores (Ex: Buscapé e Jacotei), pois nestas modalidades o empreendedor paga pelo clique que os internautas deram, podendo assim determinar uma verba mensal de investimento em divulgação.
Outra alternativa, e extremamente importante, é o investimento em mídia social, usando ferramentas como os Blogs e redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook, Snapchat e etc).
Por fim, o empresário também deve acompanhar a reputação de sua loja em sites de avaliação de empresas, como ReclameAqui e E-bit.
17 – Informações Fiscais e Tributárias
O segmento de LOJA VIRTUAL, assim entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4713-0/02 como a atividade do comércio de lojas não-especializada via internet, telefone, catálogo, etc. , poderá optar pelo SIMPLES Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, desde que a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) para micro empresa R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) para empresa de pequeno porte e respeitando os demais requisitos previstos na Lei.
Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional (http://www8.receita.f azenda.gov.br/SimplesNacional/):
• IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica); • CSLL (contribuição social sobre o lucro); • PIS (programa de integração social); • COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social); • ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços); • INSS (contribuição para a Seguridade Social relativa a parte patronal).
Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, as alíquotas do SIMPLES Nacional, para esse ramo de atividade, variam de 4% a 11,61%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período.
Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.
Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), o empreendedor, desde que não possua e não seja sócio de outra empresa, poderá optar pelo regime denominado de MEI (Microempreendedor Individual) . Para se enquadrar no MEI o CNAE de sua atividade deve constar e ser tributado conforme a tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 – Anexo XIII (http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/resolucao/2011/CGSN/Resol94.htm ). Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:
I) Sem empregado • 5% do salário mínimo vigente – a título de contribuição previdenciária do empreendedor: • R$ 1,00 mensais de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias;
II) Com um empregado: (o MEI poderá ter um empregado, desde que o salário seja de um salário mínimo ou piso da categoria)
O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais: • Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração; • Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.
Havendo receita excedente ao limite permitido superior a 20% o MEI terá seu empreendimento incluído no sistema SIMPLES NACIONAL.
Para este segmento, tanto ME, EPP ou MEI, a opção pelo SIMPLES Nacional sempre será muito vantajosa sob o aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.
Fundamentos Legais: Leis Complementares 123/2006 (com as alterações das Leis Complementares nºs 127/2007, 128/2008 e 139/2011) e Resolução CGSN – Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94/2011.
18 – Eventos
O empreendedor deve estar sempre em contato com as entidades e associações para obter informações sobre os eventos que ocorrerão dentro da sua área (tipo, data, local de realização).
Os eventos como feiras, rodada de negócios, congressos, etc., são muito importantes para que o empresário se mantenha atualizado sobre as tendências de mercado, tendo a oportunidade de conhecer novos produtos e tecnologias, novos fornecedores e realizar parcerias, ou seja, ter novas oportunidades para fazer bons negócios.
– Café COM Internet
O Café COM Internet consolida-se a cada ano como um dos principais eventos na área de marketing digital do país.
O objetivo é promover um debate sobre estratégias de marketing, a fim de contribuir para que as empresas possam fortalecer a presença e ampliar as possibilidades de negócios não só no ambiente digital.
– Campus Party Brasil
A Campus Party, que hoje é considerado o maior evento de tecnologia do mundo, foi criado há 16 anos na Espanha, e atrai anualmente “geeks”, “nerds”, empreendedores, “gamers”, cientistas e muitos outros que se reúnem para acompanhar centenas de atividades sobre inovação, comércio eletrônico, ciência, cultura e entretenimento digital. Ao longo de cinco dias, acontecem palestras, debates e oficinas o que torna o evento no principal ponto de encontro das mais importantes comunidades digitais do país.
– CECOMPE – Congresso Nacional de Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas
O Cecompe é um Congresso Nacional de e-commerce para Micro e Pequenas Empresas criado com o intuito de ajudar micro e pequenos empreendedores virtuais que querem começar uma loja virtual ou levar a sua loja virtual para um próximo nível. Os temas abordados dão dicas e elucidar questões que permeiam o dia a dia do empreendedor, que vão desde assuntos mais técnicos como também temas que envolvem estratégias de empreendedorismo.
A Câmara-e.net organiza o ciclo de seminários “Comércio Eletrônico para a Micro, Pequena e Média Empresa – Ciclo MPE.net”. Este projeto tem como objetivo a difusão de informações e conhecimento estratégico sobre digitalização de processos para as micros, médias e pequenas empresas, visando o desenvolvimento do mercado nacional e a geração de oportunidades de negócios para as empresas participantes.
A Ecommerce Brasil realiza, anualmente, um Fórum, Conferências regionais e Congressos temáticos, que reúnem especialistas em comércio eletrônico de todo o Brasil.
Os eventos têm como foco apresentar as melhores práticas durante todo o processo de compra do cliente em uma loja virtual, como também gerar um networking entre todos os participantes. São programações de altíssimo nível durante o dia, com palestras, painéis, site clinic, apresentação de cases e talk shows.
Evento focado nas soluções de TI para o setor varejista, desenvolvido a partir de diversos painéis de debates e apresentações de cases de sucesso. Com a presença dos mais renomados usuários, especialistas e fornecedores de tecnologia no Varejo, o Congresso tem como objetivo fomentar uma ampla discussão em torno dos desafios de negócios e as tendências aplicadas ao cenário empresarial.
O candidato a empresário no segmento de loja virtual deve entrar nesse negócio consciente de que enfrentará uma concorrência expressiva e por isso mesmo terá que se dedicar bastante, principalmente, no início das atividades do novo empreendimento, tanto na parte comercial, quanto na parte operacional e de gestão administrativo-financeira da empresa.
Considerando o grande número de empresas que já estão em atuação no mercado, em especial, as lojas virtuais de empresas tradicionais, o empreendedor deverá atuar de forma altamente profissional e qualificada. Assim o atendimento aos pedidos eletrônicos e o nível de seus produtos deverá corresponder às expectativas dos clientes, pois somente assim será possível fidelizá-los.
O empreendedor desse segmento empresarial deve ser uma pessoa que tenha amplos conhecimentos na área de comércio eletrônico e/ou goste muito desta área, pois se não os tiver, deverá buscar tais conhecimentos, e se manter constantemente atualizado com as novas tendências do mercado.
O investidor deverá ter noção clara do que vem a ser uma loja virtual, pois apesar de ser um comércio sem a presença física de público, o processo é similar de uma empresa “normal”, com algumas peculiaridades.
20 – Características
O empreendedor que pretende iniciar uma empresa de loja virtual deve possuir algumas características básicas, tais como:
1. Ter conhecimento específico sobre o negócio comércio eletrônico e suas diversas variações;
2. Gostar da área e ter habilidade para analisar e decidir sobre os melhores produtos ou serviços a serem comercializados eletronicamente;
3.Estar atualizado com as novidades e tendências de mercado, e então ser capaz de elaborar e até mesmo alterar as estratégias da sua empresa na busca de atingir o que os consumidores esperam das empresas de e-commerce. Com isto o empreendedor estará agregando valor ao seu produto final, inovando, fato que irá melhorar muito a imagem de sua empresa perante os consumidores desse segmento;
4.Buscar sempre melhorar o nível de seu negócio, tanto com a participação em cursos específicos sobre comércio eletrônico, bem como os relacionados a embalagem e logística, e ainda os relacionados a gestão administrativa e financeira de empresas;
5.Ter habilidade no tratamento com pessoas: colaboradores, e-clientes, fornecedores, enfim, com todos que de forma direta ou indireta tenham ligação com a empresa;
6.Ser um empreendedor com visão prospectiva, buscando sempre antecipar as tendências do mercado. Ter visão de futuro sobre as demandas do mercado consumidor, além de estar sempre antenado com as inovações tecnológicas do e-commerce;
7. Além de comércio eletrônico, é importante que o empresário também conheça bem o segmento em que atua. Por exemplo, se seu e-commerce for de roupas e acessórios, você deve conhecer as características própria do segmento da moda.
8. Por fim, além dessas características acima listadas, o empresário de loja virtual tem que ser uma pessoa extremamente criativa, sempre com capacidade de sugerir ou mesmo criar formas inovadoras de comercializar seus produtos, tendo como objetivo estar sempre a frente de seus concorrentes.
As características indicadas acima são apenas direcionamentos, ou seja, não significam que um empreendedor que não as tenha, não possa investir neste novo negócio.
Contudo, para conduzir este seu novo empreendimento ao ponto que fora idealizado em seu plano de negócio, o empresário que não possuir tais características necessitará se esforçar um pouco mais que os que já contam com tais habilidades.
21 – Planejamento Financeiro
Ao empreendedor não basta vocação e força de vontade para que o negócio seja um sucesso. Independentemente do segmento ou tamanho da empresa, necessário que haja um controle financeiro adequado que permita a mitigação de riscos de insolvência em razão do descasamento contínuo de entradas e saídas de recursos. Abaixo, estão listadas algumas sugestões que auxiliarão na gestão financeira do negócio:
FLUXO DE CAIXA
O controle ideal sobre as despesas da empresa é realizado por meio do acompanhamento contínuo da entrada e da saída de dinheiro através do fluxo de caixa. Esse controle permite ao empreendedor visão ampla da situação financeira do negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e gestão da movimentação financeira. A medida que a empresa for crescendo, dificultando o controle manual do fluxo de caixa, tornando difícil o acompanhamento de todas as movimentações financeiras, o empreendedor poderá investir na aquisição de softwares de gerenciamento.
CAPITAL DE GIRO
Sempre será muito útil que se tenha certo montante de recursos financeiros reservado para que o negócio possa fluir sem sobressaltos, especialmente no início do projeto. No entanto, ter esse recurso disponível não é suficiente porquanto ser premissa sua boa gestão, ou seja, somente deverá ser utilizado para honrar compromissos imediatos ou lidar com problemas de última hora.
PRINCÍPIO DA ENTIDADE
O patrimônio da empresa não se mistura com o de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta pessoal com a conta empresarial, isso seria uma falha de gestão gravíssima que pode levar o negócio à bancarrota. Ao não separar as duas contas, a lucratividade do negócio tende a não ser atingida, sendo ainda mais difícil reinvestir os recursos, gerados pela própria operação. É o caminho certo para o fracasso empresarial.
DESPESAS
O empreendedor deve estar sempre atento para as despesas de rotina como água, luz, material de escritório, internet, produtos de limpeza e manutenção de equipamentos. Embora pequenas, o seu controle é essencial para que não reduzam a lucratividade do negócio.
RESERVAS/PROVISÕES
Esse recurso funcionará como um fundo de reserva, o qual será composto por um percentual do lucro mensal – sempre que for auferido. Para o fundo de reserva em questão, poderá ser estabelecido um teto máximo. Quando atingido, não haverá necessidade de novas alocações de recursos, voltando a fazê-las apenas no caso de recomposição da reserva utilizada. Esse recurso provisionado poderá ser usado para cobrir eventuais desembolsos que ocorram ao longo do ano.
EMPRÉSTIMOS
Poderão ocorrer situações em que o empresário necessitará de recursos para alavancar os negócios. No entanto, não deverá optar pela primeira proposta, mas estar atento ao que o mercado oferece, pesquisando todas as opções disponíveis. Deve te cuidado especialmente com as condições de pagamento, juros e taxas de administração. A palavra-chave é renegociação, de forma a evitar maior incidência de juros.
OBJETIVOS
Definidos os objetivos, deve-se elaborar e implementar os planos de ação, visando amenizar erros ou definir ajustes que facilitem a consecuçaõ dos objetivos financeiros estabelecidos.
UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES
As novas tecnologias são de grande valia para a realização das atividades de gerenciamento, pois possibilitam um controle rápido e eficaz. O empreendedor poderá consultar no mercado as mais variadas ferramentas e escolher a que mais adequada for a suas necessidades.
22 – Sites Úteis
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Se você está a procura de como otimizar seu planejamento de mídias sociais esse artigo vai te ajudar com 12 passos para obter sucesso na sua empresa.
As redes sociais são as ferramentas mais usadas hoje em dia, tanto para uso pessoal como para as empresas.
Mas ficar todos os dias pensando no que postar, não é uma boa ideia.
Pois passar o dia todo pensando em estratégias para publicar com urgência é ruim por conta de otimização de tempo.
Além disso, é importante sempre planejar de acordo com análise de dados para ter um maior engajamento do seu público.
É importante planejar desde quantidade de posts, formatos e conteúdos com antecedência.
Mas talvez você tenha dúvidas de como montar um planejamento de redes sociais eficaz, completo e que traga resultados, correto?
Pensando nisso, montamos um passo a passo com 12 dicas para te ajudar.
O PLANEJAMENTO DE MÍDIAS SOCIAIS PARA ALCANÇAR O SUCESSO
PASSO 1
Você é um novato nas mídias sociais ou um veterano de longa data?
De qualquer forma, comece avaliando sua aptidão social.
Pergunte-se o seguinte:
Como avaliaria o uso das mídias sociais da minha empresa?
Onde estão as oportunidades para crescer ou para aumentar nossa presença social?
Em quais áreas nós nos destacamos no uso das mídias sociais da nossa empresa?
Quais sites estamos usando e como?
PASSO 2
Analise o motivo de estar usando as mídias sociais e avalie a importância delas para seu negócio.
Essa pesquisa, feita pelo Awareness Networks, demonstra os objetivos mais populares.
Maiores objetivos das empresas nas mídias sociais:
Melhor engajamento do cliente: 78%
Geração de receita: 51%
Melhor experiência do: 47%
Aumento na percepção: 41%
Eficiência operacional: 14%
Outros: 18%
E a sua empresa? Está nas mídias sociais por qual motivo? Escolha o seu principal objetivo, trace metas e crie as estratégias para alcançá-las.
PASSO 3
Estabelecer maneiras de medir seu sucesso antecipadamente é importante para avaliar seus esforços nas mídias sociais.
Considere diversas maneiras para medir o sucesso:
Veja 5 melhores medidas para avaliar a eficácia da marca nas mídias sociais:
1 – PRESENÇA SOCIAL (NÚMERO DE SEGUIDORES E FÃS).
Mas lembre-se número de seguidores também não é tudo.
Apesar de ser importante para medir resultados, tem que tomar cuidado, pois é uma métrica de vaidade. Não adianta nada ter muitos seguidores e não ter engajamento.
2 – TRÁFEGO DO SITE
Chamar os seguidores para visitar o site ou blog da empresa é muito importante, pois é uma ferramenta muito boa para levar tráfego orgânico.
3- MENÇÕES ATRAVÉS DAS PLATAFORMAS
As mídias sociais são ótimas ferramentas para monitorar a saúde da sua marca. Ou seja, dá para saber o que as pessoas estão achando da empresa e se a marca tem uma boa autoridade no segmento.
4- COMPARTILHAMENTO DE CONVERSAS SOCIAIS
Verifique se os seguidores estão realmente engajados com a página e com a marca.
5- INFLUÊNCIA SOCIAL
A sua página é autoridade no seu seguimento? Busque por ela.
PASSO 4
O planejamento de mídias sociais não servem só para interagir com consumidores. Também é uma forma de se manter a par das conversas sobre sua marca e área de atuação.
Dedique mais tempo para ouvi-las.
79% – Dos profissionais de mídias sociais dizem que as monitoram em buscas de menções dos seus negócios diversas vezes por semana.
73%- Dos profissionais de planejamento de mídias sociais dizem monitorá-las por causa das conversas da sua área de atuação diversas vezes por semana.
E você? Como está monitorando a saúde da sua marca?
PASSO 5
Não se prenda aos mesmos posts antigos.
Diversifique o tipo de conteúdo que você compartilha nas mídias sociais para manter seus seguidores engajados e interessados.
Olha algumas sugestões:
Publique atualizações sobre sua empresa
Compartilhe novidades e desenvolvimentos da sua área
Faça perguntas
Realize brindes
Produza conteúdo informativo
Se sua empresa permitir, use o bom humor
PASSO 6
Trabalhe suas respostas aos clientes.
As redes sociais permitem que empresas e clientes conversem e isso é uma via de mão dupla.
Trabalhe suas respostas aos clientes, estabeleça um protocolo de como você responderá ao cliente que:
Elogiar
Perguntas
Criticar
Reclamar
PASSO 7
Integre todas as suas plataformas sociais, não faça isso sozinho.
Se você já não o fez, procure aplicativos de monitoramento das mídias sociais e deixe-o controlar e monitorar todas as diferentes plataformas dentro de um único painel de controle.
E como eu disse na introdução, a ferramenta que eu uso para automatizar a minha rotina é o Buffer.
PASSO 8
Faça o planejamento de mídias sociais trabalharem em dobro ao integrá-las com outras atividades inbound.
Como?
Direcione os seguidores a entrarem nas suas listas de e-mails
Peça aos seguidores que indiquem seu negócio aos outros
Monte o perfil do seu cliente com informações dos seus seguidores
Aumente os esforços de RP entrando em contato com jornalistas em sites sociais
Publique os artigos de seu blog
Compartilhe seus materiais ricos nas redes sociais
PASSO 9
Integre os membros da sua equipe.
Empresas que são desenvolvidas socialmente incorporam mais pessoas nos esforços de planejamento de mídias sociais.
Se os recursos permitirem, considere identificar e treinar vários membros da equipe para ajudar.
Número de pessoas responsáveis pelo planejamento de mídias sociais dentro dos negócios desenvolvidos socialmente:
1 a 3 26%
4 a 5 22%
6 a 10 22%
11+ 38%
PASSO 10
Não desanime, diversas outras empresas estão enfrentando os mesmos desafios com a mídia social.
Faça um esforço para se manter atualizado sobre as últimas ferramentas e tendências e superar esses desafios:
3 maiores desafios do marketing social
57% Medir o ROI
44% Gerenciar e cultivar a presença social
34% Monitorar as mídias sociais
Se quiserem, posso fazer artigos sobre esses temas e ajudá-los a superar essas dificuldades.
PASSO 11
Separe um tempo todo final de mês e faça um relatório sobre cada rede social.
Analise e tire insights para o do crescimento da sua empresa naquele mês.
Analise:
Publicações
Engajamentos
Seguidores
Público alvo
Comentários
Alcance
PASSO 12
Planeje antecipadamente as próximas estratégias, destacando áreas de melhoria e lugares onde investir mais tempo e recursos.
Principais áreas de investimento das mídias sociais:
Aumento de presença através das plataformas de mídias sociais (66%)
Aumento da frequência de publicação de conteúdo (56%)
Melhor integração social com outros objetivos de marketing (50%)
Monitoramento das mídias sociais mais robusto (38%)
Gerenciamento do marketing social mais robusto (37%)
Melhor integração entre marketing social e o resto da organização (35%)
Presença nas mídias sociais mobile (28%)
Agora que você aprendeu esse passo a passo maravilhoso para te ajudar nas suas redes sociais, está na hora de colocar em prática.
Já montou sua pauta para as redes sociais? Já tem um site para converter seus seguidores em clientes? Não então entre em contato que podemos lhe ajudar. Já tem um site e gostaria de otimizar o SEO para ganhar mais trafego orgânico? Podemos lhe ajudar também.